Revisando emociones e impresiones desde un campo de investigación
DOI:
https://doi.org/10.5902/2236672594860Palabras clave:
Trabajo de campo, Experiencia de investigación, Vivencias y reflexiones, Noción de persona, Trasplante de riñónResumen
El objetivo de este artículo es compartir memorias, experiencias y sentimentos y, inspirado por el trabajo de Whyte y Lícia Valadares, ofrecer reflexiones sobre la experiencia del trabajo de campo y la investigación etnográfica y sus desafíos, incertidumbres y malentendidos, que casi siempre se convierten en valiosas lecciones o incluso reflexiones sobre el universo investigado. El artículo busca revisar aspectos de la tesis doctoral de la autora, destacando inicialmente el cambio de un problema social (la falta de órganos) a uno pertinente al campo de la investigación antropológica (qué noción de persona está en juego al favorecer o dificultar la decisión sobre la donación de órganos). Luego busca demostrar cómo se produjo el trabajo de campo en diferentes etapas de la investigación. Finalmente, el artículo discute la noción de persona como una categoría rectora en el universo investigado, cuestiones de ética de la investigación y el consentimiento informado.
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