A Preservação do Patrimônio Artístico: um percurso pelos bens móveis tombados do Modernismo Brasileiro

Vivian Palma Braga dos Santos

Resumo


Durante muitos anos, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) deixou de registrar reconhecidos bens da produção artística pertencentes ao Modernismo brasileiro, embora representativos arquitetos modernistas tenham constituído esta instituição. O presente documento centra-se sobre as relações entre o IPHAN e as artes plásticas brasileira modernista e tenta localizar a produção artística hegemônica registrada, através do mapeamento físico das obras e análise da documentação. 


Palavras-chave


Patrimônio; Preservação; Modernismo Brasileiro

Texto completo:

PDF

Referências


AGUILAR, Nelson. Mostra do Redescobrim ento: Arte Moderna. São Paulo: Fundação Bienal São Paulo, 2000.

AMARAL, Aracy. Internacionalismo e nacionalismo no modernismo brasileiro. In: Artes Plásticas na Semana de 22. São Paulo: Editora 35, 1998.

_________. Tarsila, sua obra e seu tempo. São Paulo: Perspectiva, 1975.

ANDRADE, Rodrigo M. F. Rodrigo e o SPHAN: coletânea de textos sobre o patrimônio cultural. Rio de Janeiro: Ministério da Cultura. Fundação Pró-Memória, 1987.

AZEVEDO, Paulo Ormindo de. (Conselheiro do IPHAN). Carta – Homenagem do Conselho Consultivo do IPHAN a Renato Soeiro, 2005.

BRITO, Ronaldo. O Trauma do Moderno. In: Projeto Arte Brasileira Modernism o. Rio de Janeiro: Funarte, 1986.

COUTO, Maria de Fátima Morethy. Modernos ou Vanguardistas: a construção do Moderno na Arte Brasileira da primeira metade do século XX. In. CADERNOS DA PÓS-GRADUAÇÃO (Seminário: Vanguarda e Modernidade nas Artes Brasileiras). Ano 05 – Volume 08 – Nº 2. Campinas: Instituto de Artes/UNICAMP, 2006.

MELLO E SOUZA, Gilda. O Baile das Quatro Artes: exercícios de leitura. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1980.

GUEDES, Tarcila. O lado doutor e o Gavião de Penacho.- Movimento Modernista e o Patrimônio Cultural no Brasil: o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN). São Paulo: Annablume, 2000.

LOURENÇO, Maria Cecília França. Museus acolhem Moderno. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999.

LONDRES FONSECA, Maria Cecília. Da m odernização à Participação: a política federal de preservação nos anos 70 e 80. In: Revista do Patrimônio Histórico e Artístico. org: Antônio Augusto Arantes. Volume 24. Rio de Janeiro: Fundação Pró-Memória, 1996.

__________________. O Patrimônio em Processo. Rio de Janeiro: UFRJ, 2005.

MARCONDES, M. J. A. Relatório de Pesquisa para CNPq: Território e Patrimônio: Critérios de Seleção e Valoração do Patrimônio Cultural. São Paulo. 2007

MORAES, Eduardo Jardim de. A constituição da idéia de m odernism o brasileiro. Tese de doutorado em filosofia, IFCS – UFRJ, 1983.

MOTTA SANTOS, Maria Veloso. Nasce a Academia SPHAN. In Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 24. Fundação Pró-Memória. Rio de Janeiro, 1996.

AMARAL, Aracy A. (org.). MAC – Uma Seleção do Acervo da Cidade Universitária. São Paulo: Mac, 1983.

BARDI, Pietro Maria. Museu de Arte de São Paulo. Catálogo do Acervo. São Paulo: s/ ed., 1963.

BATISTA, Marta Rossetti e LIMA, Yone Soares de. Coleção Mário de Andrade: artes plásticas. São Paulo: USP, Instituto de Estudos Brasileiros, 1984.

PAIVA, Orlando Marques (editor). O Museu Paulista da Universidade de São Paulo. São Paulo: Banco Safra, 1984.

ZANINI, Walter. Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Catálogo Geral de Obras. São Paulo, Mac, 1973.




DOI: https://doi.org/10.5902/198373482182

 
 
 
DOI: Digital Object Identifier 10.5902/19837348

Qualis B1

Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY 4.0).

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY 4.0).

Acessos a partir de 17/09/2015

CopySpider - Software Anti-plagio