Entre el cuidado y el currículo: el lugar de la educación física en la prevención de la autolesión en la adolescencia

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/1984644495767

Palabras clave:

Adolescentes, Autolesiones, Escuela

Resumen

La autolesión no suicida constituye un fenómeno multifactorial, atravesado por dimensiones evolutivas, emocionales y socioculturales, que desafía el contexto escolar y exige estrategias preventivas fundamentadas en materiales orientadores. El presente estudio tuvo como objetivo identificar y analizar cartillas dirigidas a la prevención y abordaje de la autolesión en niños y adolescentes en el ámbito escolar, verificando la presencia de recomendaciones relacionadas con las prácticas corporales, las clases de Educación Física y el deporte. Se realizó una revisión integradora, con búsqueda efectuada en el segundo semestre de 2024 en mecanismos de acceso abierto, lo que permitió la identificación inicial de 28 cartillas, de las cuales siete cumplieron plenamente con los criterios de inclusión establecidos. Se examinaron definiciones conceptuales, distinciones entre autolesión y conducta suicida, y orientaciones dirigidas al público escolar. Los resultados indican que todas las cartillas mencionan la actividad física como estrategia asociada a la promoción del bienestar y a la prevención de conductas autolesivas, destacando beneficios relacionados con la socialización y la regulación emocional. No obstante, las recomendaciones presentan un carácter predominantemente genérico y muestran escasa articulación con los fundamentos pedagógicos y el currículo de Educación Física. Se concluye que, aunque la actividad física es reconocida como un elemento potencialmente protector, su incorporación en los materiales analizados revela una tendencia a la instrumentalización, evidenciando la necesidad de mayor integración entre las políticas de salud mental, el proyecto pedagógico escolar y la participación de las familias.

Biografía del autor/a

Cláudia Cherobini Piovesan, Universidade Federal de Santa Maria

Mestra em Ciências do Movimento e da Reabilitação, graduada em Educação Física (Bacharelado-2018 e Licenciatura-2024) pela Universidade Federal de Santa Maria. Participante do Grupo de Estudos e Pesquisa em Exercício e Saúde Mental (GEPESM), também integrou Grupo de estudos em Analise dos Jogos Esportivos Coletivos (GEAJEC) e o Grupo de Estudos e Pesquisa em Crescimento e Desenvolvimento Motor.

Cati Reckelberg Azambuja, Universidade Federal de Santa Maria

Pos Doutorado em Educacao Fisica, Docente da FMC, Avaliadora Institucional.

Kelly Christine Maccarini Pandolfo, Universidade Federal de Santa Maria

Possui graduação em Licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Maria (1995) e Mestrado pelo Programa de Pós Graduação em Educação Física, da Universidade Federal de Santa Maria (2015). Doutoranda do curso de PG em Ciências do Movimento e Reabilitação da UFSM. É professora de Educação Física no Colégio Militar de Santa Maria e técnica desportiva das equipes de Handebol Masculino do CMSM.

Daniela Lopes dos Santos, Universidade Federal de Santa Maria

Atualmente é professora titular do Departamento de Métodos e Técnicas Desportivas do Centro de Educação Física e Desportos da Universidade Federal de Santa Maria. Possui graduação em Educação Física - Licenciatura Plena pela Universidade Federal de Santa Maria (1989), mestrado em Ciências do Movimento Humano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1994) e doutorado em Ciência do Movimento Humano pela Universidade Federal de Santa Maria (2001). Realizou pós doutorado na Universidade de Stanford, Estados Unidos (2014) junto ao Stanford Prevention Research Center. Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em Fisiologia do Exercício, atuando principalmente nos seguintes temas: exercício e saúde e saúde pública.

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Publicado

2026-06-12

Cómo citar

Piovesan, C. C., Azambuja, C. R., Pandolfo, K. C. M., & Santos, D. L. dos. (2026). Entre el cuidado y el currículo: el lugar de la educación física en la prevención de la autolesión en la adolescencia. Educación, 51(1), e88/01–17. https://doi.org/10.5902/1984644495767