¿Puede el sujeto de investigación teorizar? Práctica de enunciación emancipadora en la investigación (auto)biográfica

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/1984644494531

Palabras clave:

Epistemología, Colonialidad, Investigación (auto)biográfica

Resumen

El presente artículo aborda un problema clásico de la investigación en Ciencias Humanas, el lugar del sujeto de la investigación, cuestionando las posibilidades de incluir al sujeto en los informes finales, que pueden adoptar otras formas cuando los investigados también son otros. Se ha escrito como un ensayo que toma como punto de partida un ejercicio innovador de una tesis doctoral para debatir sobre un tema limítrofe de la epistemología contemporánea, la colonialidad, y su expresión en el ámbito académico latinoamericano. Se problematiza la ruptura de las posicionalidades fijas en el discurso científico que puede colaborar con la comprensión de trayectorias diferentes a las inscritas en el registro moderno más frecuente: sujeto/objeto, teoría/empiria. En diálogo con la investigación (auto)biográfica, se delinearon los caminos encontrados a partir de este enfoque teórico-metodológico para elaborar las narrativas de las sujetas. Como resultado, presenta enunciados de otras posiciones para los sujetos de investigación, tomando a las entrevistadas como productoras de una teoría sobre el mundo. Concluye tensionando el hacer moderno y apuntando a otras formas de hacer emergentes en el contexto del Sur Global.

Biografía del autor/a

Rodrigo Matos de Souza, Universidade de Brasília

É professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília - UnB. Bolsista de Produtividade do CNPq. Possui graduação em Pedagogia, mestrado em Estudos da Linguagem e doutorado em Educação e Contemporaneidade, todos pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Realizou estágio pós-doutoral nas universidades de Sevilha, Espanha, e Tours, França. Atualmente é professor permanente dos programas de pós-graduação em Educação - Modalidade Profissional (PPGEMP) e em Direitos Humanos e Cidadania (PPGDH). Foi presidente da Associação Brasileira de Pesquisa (Auto)Biográfica entre 2020 e 2023, e foi vice presidente da mesma associação no período 2018-2020. É membro da ASIHVIF - Association internationale des histoires de vie en formation et de recherche biographique en éducation, atualmente como membro do C.A. Foi editor-chefe da revista Linhas Críticas (2018-2022), atualmente é seu editor-adjunto. Foi professor e investigador convidado em universidades da Argentina, Brasil, Colômbia, Espanha, França e Portugal. Tem livros, capítulos de livros e artigos publicados em diferentes países. Trabalha com os seguintes temas de pesquisa: Educação de Jovens e Adultos; Migração Internacional Contemporânea; Pesquisa (Auto)Biográfica; Pensamentos Pós-Ocidentais (Estudos Subalternos, Pós-Colonialismo, Decolonialidade, Pensamento Latino-Americano).

Luanna Ferreira da Silva, Universidade de Brasília

Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Brasília (2022); especialização em Gestão Universitária pela Universidade de Brasília (2012); graduação em Letras - Língua Portuguesa pela Universidade de Brasília (2007). Atuando principalmente nos seguintes temas: culturas populares, decolonialidade, pesquisa (auto) biográfica, feminismos e gênero. Atualmente é Técnica em Assuntos Educacionais da Universidade de Brasília (UnB

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Publicado

2026-09-23

Número

Sección

Dossiê – Theories, pedagogical, formative, and deliberative practices in favor of emancipatory and democratic expression?