Forças profundas e sustentabilidade: o Brasil em questões ambientais (1972-1992)
DOI:
https://doi.org/10.5902/2357797593677Palavras-chave:
Forças profundas, Desenvolvimento sustentável, Brasil, AmbientaisResumo
Este artigo busca analisar a influência que as Forças Profundas, conceito desenvolvido por Pierre Renouvin e Jean-Baptiste Duroselle (1967), e a concepção de Desenvolvimento Sustentável exercem sobre o posicionamento do Brasil em políticas ambientais internacionais no período de 1972 a 1992. O conceito de forças profundas abrange diversos elementos, mas nesta pesquisa dar-se-á enfoque nas condições geográficas e nos interesses econômicos, os quais influenciam as decisões políticas e a inserção internacional dos Estados. Para a elaboração do presente trabalho científico, utilizou-se o método indutivo, por intermédio da coleta de fontes primárias, como a Declaração de Estocolmo, o Relatório Nosso Futuro Comum e a Agenda 21. Além disso, objetivando fundamentar teoricamente o tema, realizou-se uma revisão bibliográfica, caracterizando a abordagem qualitativa da pesquisa. Por fim, o artigo procura examinar a aplicabilidade prática dos conceitos de Desenvolvimento Sustentável e de Forças Profundas para compreender como fatores estruturais, como as questões geográficas ligadas ao meio ambiente e as dinâmicas econômicas baseadas na exploração de recursos naturais, moldaram as estratégias do Brasil em fóruns globais, como a Conferência de Estocolmo (1972) e a ECO-92. Por fim, o estudo demonstra que a atuação do Brasil em questões ambientais internacionais entre 1972 e 1992 foi moldada pela interação entre forças profundas e o referencial do desenvolvimento sustentável, oferecendo uma chave de análise para compreender sua diplomacia ambiental e seus desdobramentos futuros.
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