InterAção
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<p style="text-align: justify;">A revista InterAção é um periódico de divulgação acadêmico-científica de Relações Internacionais, do Grupo de Teoria, Arte e Política (GTAP), veiculada em meio digital. </p> <p style="text-align: justify;">Publicação contínua com quatro (4) números a cada ano (podendo ter números especiais), que tem por finalidade publicar entrevistas inéditas, artigos, ensaios e resenhas, originais e exclusivos nas temáticas compreendidas pela disciplina/campo das Relações Internacionais e áreas afins.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>ISSN 2357-7975 | Qualis/CAPES (2017-2020) = A2</strong></p>Universidade Federal de Santa Mariapt-BRInterAção2357-7975Editorial
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José Renato Ferraz da Silveira
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2025-02-282025-02-28161e90747e90747Apresentação
https://periodicos.ufsm.br/interacao/article/view/90964
Andréa Araujo de VasconcellosCarolina BagattolliDiana Cruz RodriguesGabriele Ewilin de Oliveira RibasGiovanna AngelotiMarília Regina Costa Castro LyraSandra Maria Campos AlvesWagner Ragi Curi Filho
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2025-02-282025-02-28161e90964e90964Sistema de indicadores para diagnóstico, monitoramento e avaliação de tecnologias sociais
https://periodicos.ufsm.br/interacao/article/view/89215
<p>Os sistemas de avaliação em tecnologia social têm como referência o SATECS da Fundação Banco do Brasil (Sistema de Análise de Tecnologias) e o SIDMATECS (Sistema de Indicadores para Diagnóstico, Monitoramento e Avaliação de Tecnologias Sociais) da Universidade Federal de Campina Grande. Essa base teórico-metodológica aporta-se na teoria crítica, onde a tecnologia é humanamente controlada e portadora de valores; socialmente construída por grupos sociais que, em redes de intercooperação, atribuem sentido à tecnologia em sua finalidade social; coloca em xeque a abordagem linear da inovação e estabelece a mudança social como determinante da mudança técnica. A relevância de se obter uma taxonomia com indicadores que caracterizam uma tecnologia social faz-se necessária para orientar as ações implementadas pela universidade em sua política de inovação e incubação; adequar políticas públicas e fortalecer o movimento social. O objetivo desse artigo é duplo: 1) identificar os indicadores de avaliação de tecnologia Social que já foram explorados; 2) qualificar os sistemas existentes estabelecendo as conexões entre tecnologia social e economia solidária. Esse estudo possui três implicações práticas: 1) contribui para que a tecnologia social seja desenvolvida e replicada sem perder a sua significação; 2) orienta os gestores de políticas públicas a criarem programas com adequação entre problemas sociais e soluções tecnológicas; 3) fortalece a pesquisa ao implementar os parâmetros aferidos pela abordagem da tecnologia social em conexão com a economia solidária.</p>Sônia Marise Salles CarvalhoTânia Cristina CruzAlcione Santiago Silva
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2025-02-282025-02-28161e89215e8921510.5902/2357797589215Contribuições territorializadas para o processo avaliativo do Programa Hortas Cariocas
https://periodicos.ufsm.br/interacao/article/view/90079
<p>A horta pedagógica, ao ser integrada ao contexto escolar, vai além da produção agroecológica, proporcionando um espaço de aprendizagem que fomenta o desenvolvimento de competências, habilidades e valores. Apesar dessa relevância, o sistema avaliativo atual do Programa Hortas Cariocas (PHC) do município do Rio de Janeiro foca exclusivamente no quantitativo da colheita, desconsiderando o impacto pedagógico e social das hortas escolares. A partir de uma pesquisa-ação conduzida na Escola Municipal Pedro Ernesto, o presente trabalho objetiva propor um novo modelo de avaliação para o PHC, mais alinhado às realidades territoriais e pedagógicas das hortas em escolas municipais do Rio de Janeiro. A estrutura do novo sistema avaliativo sugerido facilita o processo de monitoramento, oferecendo subsídios para a tomada de decisões e ajustes no projeto, além de valorizar a horta também como um espaço pedagógico que promove a educação ambiental e curricular, bem como o engajamento de toda a comunidade escolar, gerando um maior senso de pertencimento no território. Esperamos que o formulário proposto contribua para a efetivação da política pública e para o fortalecimento do Programa Hortas Cariocas, ampliando seu impacto nas escolas e possibilitando um acompanhamento mais integrado e significativo das atividades pedagógicas desenvolvidas nas hortas escolares.</p>Yayenca Yllas FrachiaCarla da Rocha FernandezPablo Piñar Alves PintoHeloisa TozatoMarcelo Borges Rocha
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2025-02-282025-02-28161e90079e9007910.5902/2357797590079Pobreza, fome e desenvolvimento: uma crítica estrutural aos ODS no contexto brasileiro
https://periodicos.ufsm.br/interacao/article/view/90590
<p>O presente artigo analisa criticamente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ODS 1 "Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares" e o ODS 2 “Erradicar a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável”, no contexto brasileiro, com foco nos desafios estruturais e conjunturais do subdesenvolvimento. Embora a Constituição Federal de 1988 tenha garantido direitos sociais, muitos desses direitos ainda não foram plenamente efetivados, especialmente devido às fragilidades econômicas históricas do Brasil, como endividamento, instabilidade cambial e desigualdade social. A Agenda 2030 enfrenta contradições significativas por ignorar a realidade da estrutura dependente e desigual da economia global. Este estudo qualitativo utiliza-se de uma revisão bibliográfica e documental, bem como da técnica de análise de conteúdo, para interpretar as metas dos ODS à luz da teoria da dependência e da realidade histórico-estrutural brasileira, discutindo o viés crítico da tecnologia. Além disso, o artigo discute a proposta de Tecnologia Social (TS), que busca soluções para os problemas sociais, com um enfoque mais radical e adaptado às especificidades do Brasil. Por fim, o artigo explora as limitações da Agenda 2030 e aponta as oportunidades de TS no Brasil, destacando a necessidade de problematizar o subdesenvolvimento como um fator central na implementação dessas agendas globais.</p>Giovanna AngelotiEdnalva Felix das Neves
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2025-02-282025-02-28161e90590e9059010.5902/2357797590590O papel da extensão universitária no enfrentamento à pobreza e à fuga de cérebros no Brasil
https://periodicos.ufsm.br/interacao/article/view/90708
<p>Este trabalho explora dois temas importantes: a fuga de cérebros e a pobreza no Brasil. Em primeiro lugar, analisa a “disfuncionalidade” da universidade brasileira, especialmente, frente a desafios crônicos, como a pobreza no Brasil. Diante da hipótese da disfuncionalidade, é exposta a clara preocupação de (alguns) governos brasileiros com a ampliação da formação de novos pesquisadores, que refletem no aumento no número de titulados mestres e doutores entre 1996 e 2021. Contudo, por não encontrar trabalho no Brasil, estes pesquisadores (cérebros) deixam o país em busca de oportunidades. Por outro lado, a formação de novos pesquisadores não está orientada para a solução das questões sociais, que, por sua vez, perduram no mesmo período - uma significativa parcela da população enfrenta desemprego, subemprego, pobreza e exclusão, como evidenciado pela análise de dados referentes à pobreza e extrema pobreza no Brasil. O trabalho aponta que essa parcela da sociedade brasileira passa a se integrar em diversas experiências de economia solidária buscando sua sobrevivência, experiências que demandam ciência e tecnologia voltadas para suas necessidades específicas. Compreendendo que as universidades públicas têm um papel vital no desenvolvimento, junto a essas experiências sociais, de Tecnologias Sociais (ou Tecnociência Solidária) capazes de apoiar e transformar a realidade brasileira, propõe-se a realização de pesquisa com base nos problemas sociais, do ensino conectado à realidade social e extensão voltada para grupos vulneráveis.</p>Ednalva Felix das NevesGustavo Luis Ramos SantosBassel Moh’d Khalil Salameh Ahmad
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2025-02-282025-02-28161e90708e9070810.5902/2357797590708Expediente
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José Renato Ferraz da Silveira
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2025-02-282025-02-28161e90955e90955Ficha Catalográfica
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Central de Periódicos da UFSM
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