Aprimorando a educação matemática: técnicas interativas para otimizar a compreensão e o desempenho dos alunos no Ensino Básico

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2357797588870

Palavras-chave:

Educação matemática, Técnicas interativas, Desempenho escolar, Equidade educacional

Resumo

Este artigo explora o uso de técnicas interativas, tais como a tecnologia social, no ensino de matemática básica, visando melhorar as habilidades dos alunos. Inicialmente, destacamos a necessidade de aprimorar o ensino de matemática em escolas públicas e comunidades com baixo desempenho, enfatizando as técnicas interativas como ferramentas inclusivas e acessíveis. O estudo avalia a eficácia dessas metodologias na otimização do aprendizado matemático e no desenvolvimento social dos alunos. Para isso, revisamos a literatura sobre educação interativa e tecnologia social, identificando lacunas que este estudo busca preencher. Descrevemos a aplicação das técnicas interativas em sala de aula e os métodos de coleta e análise de dados, focando no impacto educacional e social. Os resultados mostram um aumento significativo na compreensão dos conceitos matemáticos, melhorando o desempenho acadêmico e a motivação dos alunos. Comparamos nossas descobertas com pesquisas anteriores, discutindo as implicações sociais e educacionais e reconhecendo as limitações do estudo. Concluímos que as técnicas interativas são eficazes para melhorar o aprendizado matemático e promover a inclusão e equidade educacional, recomendando sua integração sustentável no currículo escolar. Sugere-se, também, pesquisas futuras para explorar mais o potencial dessas técnicas como ferramentas de transformação social.

Downloads

Biografia do Autor

Sarah Jane Souza da Silva, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina

Graduada em Matemática Licenciatura pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), complementou sua formação com uma especialização em Matemática Financeira e Estatística e um mestrado em Matemática pelo PROFMAT - UFAL. Minha trajetória acadêmica é marcada por um forte foco em práticas pedagógicas e metodologias de ensino inovadoras. Iniciei a carreira docente em 2013, atuando como professora de Matemática na educação básica em Alagoas. Meu compromisso com a educação e o desejo de promover a qualidade no ensino me levaram a assumir, em setembro de 2021, o cargo de Professora de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). Inicialmente lotada no Câmpus Caçador, atualmente desempenho minhas funções no Câmpus Tubarão. No IFSC, além de atuar como docente, também exerci a função de coordenadora pedagógica, destacando-me pelo envolvimento em trabalhos de extensão e pesquisa, com ênfase em práticas pedagógicas e no papel do docente na promoção de uma educação de qualidade

Isnaldo Isaac Barbosa, Universidade Federal de Alagoas

Possui graduação em Matemática Bacharelado pela Universidade Federal de Alagoas (2007), mestrado em Matemática pelo Instituto de Matemática UFAL (2009) e doutorado em Matemática, Associação UFAL-UFBA pelo Instituto de Matemática UFAL (2015). Atualmente é professor da Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Equações Diferenciais Parciais, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino de matemática, educação matemática, equações diferenciais parciais, licenciatura em matemática e matemática. 

Referências

BASSANEZI, R. C. Modelagem como Metodologia de Ensino de Matemática. In: VII CIAEM. Santiago, 1987.

BASSANEZI, R. C. Ensino-Aprendizagem com Modelagem Matemática: Uma Nova Estratégia. 3 ed. São Paulo: Contexto, 2009.

BIEMBENGUT, M. S.; FARIA, T. M. Modelagem Matemática na Formação de Professores: Possibilidades e Limitações. In: IX Congresso Nacional de Educação. Curitiba, Anais. Curitiba, PUC-PR, 2009.

BURAK, D. Matemática e Ludicidade: Uma abordagem interativa no ensino. Rio de Janeiro: Editora Campus. 2009.

DEMO, P. Professor de Futuro e Reconstrução do Conhecimento. Petrópolis: Vozes, 2004.

DEMO, P. Educação e qualidade. São Paulo: Papirus Editora, 2015.

DEMO, P. Plano Nacional de Educação: Uma visão crítica. 7.ed. São Paulo: Papirus Editora, 2016.

DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 14.ed. São Paulo: Cortez Editora, 2017.

DEMO, P. Atividades de aprendizagem: sair da mania do ensino para comprometer-se com a aprendizagem do estudante. Campo Grande, MS: Secretaria de Estado de Educação do Mato Grosso do Sul – SED/MS, 2018.

HATTIE, J. Visible Learning: A Synthesis of Over 800 Meta-Analyses Relating to Achievement. London e Nova York: Routledge, 2009.

HATTIE, J. Visible Learning for Teachers: Maximizing Impact on Learning. London e Nova York: Routledge. 2012.

KISHIMOTO, T.M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 14ª Ed. São Paulo: Cortez Editora, 2011

LIMA, J.; COSTA, M. A Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL) na Educação Matemática: Impactos na Resolução de Problemas e Interesse dos Alunos. Revista Brasileira de Educação Matemática, São Paulo, v. 12, n. 3, p. 45-60, 2020.

ROSÁRIO, P; POLYDORO, S. A. J. Capitanear o aprender: promoção da autorregulação da aprendizagem no contexto escolar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2014. v. 1.

SAVIANI, D. Escola e democracia. 39.ed. Campinas: Autores Associados, 2007.

SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica: Primeiras aproximações. São Paulo: Cortez Editora, 2008.

SILVA, S. J. S. Modelagem Matemática Aplicada a Engenharia de Produção: Proposta Metodológica para o Ensino e Aprendizagem de Matemática do Ensino Médio Integrado. Maceió: PROFMAT, 2023.

VYGOTSKY, L. A Formação Social da Mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1984

VYGOTSKY, L. Uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.

VYGOTSKY, L. A formação social da mente. 7.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

Downloads

Publicado

2025-03-31

Como Citar

Silva, S. J. S. da, & Barbosa, I. I. (2025). Aprimorando a educação matemática: técnicas interativas para otimizar a compreensão e o desempenho dos alunos no Ensino Básico. InterAção, 16(1), e88870. https://doi.org/10.5902/2357797588870