Discurso, prática e poder: o Brasil na Liga das Nações

Anaís Passos, Camilla Corá, Igor Amazarray

Resumo


O presente artigo aborda a participação do Brasil na Liga das Nações, contextualizando internamente e internacionalmente as razões da formulação da busca de um assento permanente como linha definidora da política externa do período, bem como os motivos do fracasso dessa pretensão. A política externa brasileira é orientada por uma busca de coesão social face à instabilidade interna política. O fortalecimento dos EUA, a reconversão econômica europeia pós-1ª Guerra e o fracasso dos ideais wilsonianos, por outro lado, colaboram para a manutenção do status periférico brasileiro e a não obtenção do assento desejado. A situação remete à atual atuação brasileira em relação ao Conselho de Segurança da ONU, hoje um ator regional e internacional relevante.

Palavras-chave


Política externa; Política Interna; Pós-Guerra; Liga das Nações.

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DOI: https://doi.org/10.5902/2357797512695

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