Conexiones territoriales entre las políticas públicas de las Escuelas de Aprendices y Artesanos y de los Institutos Federales de Educación, Ciencia y Tecnología

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/2236499494766

Palabras clave:

Geografía de la Educación, Escuelas de Aprendices y Artífices, Institutos Federales de Educación

Resumen

Este ensayo propone un análisis acerca de la educación profesional en Brasil, examinando la conexión territorial entre las Escuelas de Aprendices y Artesanos (EAA), creadas por el Decreto 7.566 de 1909, y los Institutos Federales de Educación, Ciencia y Tecnología (IFs), instituidos por la Ley 11.892 de 2008, bajo la perspectiva de la Geografía de la Educación. La problemática central cuestiona si existe una conexión territorial entre estas instituciones, si las EAA constituyen el origen geográfico de la actual Red Federal de Educación Profesional, Científica y Tecnológica (RFEPCT) y si las EAA configuraron una red de instituciones de enseñanza. El análisis cualitativo, fundamentado en documentos históricos y fuentes bibliográficas, revela que existe clara continuidad territorial entre las EAA y los IFs, evidenciada por la permanencia de sedes históricas, campus centenarios y por el mantenimiento de los lugares originales como núcleos institucionales. Se comprende que, desde el punto de vista geográfico, las EAA constituyen el origen territorial de la RFEPCT, aunque la noción de “red”, dado el contexto de 1909, debe ser problematizada, ya que las EAA representaron una dispersión geográfica planificada por el Estado, sin embargo, sin articulación funcional entre sí, una característica esencial de una red geográfica.

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Biografía del autor/a

Eduardo Carissimi, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense

Máster en Desarrollo Regional por la Universidad de Santa Cruz do Sul.

Cesar De David, Universidade Federal de Santa Maria

Doctor en Geografía por la Universidad Federal de Santa Catarina.

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Publicado

2026-09-04

Número

Sección

Ensino e Geografia