O luto e sua interpretação: ler Tal Nitzán

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/2179219490688

Palabras clave:

infância, sonho, trauma, luto

Resumen

Em intersecção com o mito da Atlântida perdida, este ensaio propõe uma leitura da obra poética de Tal Nitzán, conjugando um pensamento que se detém sobre o luto, desde o ditado da origem dos povos, até a realidade dos contextos de guerra. Considerando tratar-se de uma obra que toma posição, não sem a dificuldade de escavar os sentidos da ameaça, perscruta-se, ainda, as relações entre sonho, trauma e infância, ampliando-as do campo estrito do sujeito para um pensamento político em que pesa os paradigmas da linguagem.

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Biografía del autor/a

Carolina Anglada, UFOP

Professora Adjunta de Literatura no Departamento de Letras (UFOP) e no Programa de Pós-Graduação em Letras: Estudos da Linguagem (POSLETRAS - UFOP). Pós-doutora em Estudos Psicanalíticos (PPGPsi UFMG). Doutora em Literaturas Modernas e Contemporâneas pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Letras da UFMG. Mestre pela mesma universidade. Possui graduação em Jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (2012) e graduação em Letras - Português pela UFMG (2013). Atua principalmente nas seguintes áreas: poesia contemporânea; literaturas de língua portuguesa; relações entre literatura e filosofia e entre literatura e psicanálise.

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Publicado

2025-11-06

Cómo citar

Anglada, C. (2025). O luto e sua interpretação: ler Tal Nitzán. Fragmentum, (65), e90688. https://doi.org/10.5902/2179219490688

Número

Sección

Artigo