Formación de docentes en Lengua de Señas Angoleña y rendimiento académico de estudiantes sordos: un estudio de caso en la educación primaria en Angola
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984686X96576Palabras clave:
Educación inclusiva, Lengua de Señas Angoleña, Formación docente, Sordera, Educación primariaResumen
Este estudio analiza la relación entre la formación de docentes en Lengua de Señas Angoleña (LSA) y el rendimiento académico de estudiantes sordos de 3.º grado del Complejo Escolar de Educación Especial n.º 5116 Manuel Pedro Pacavira, en N’dalatando, Angola. La investigación adoptó un enfoque mixto, de naturaleza cuantitativa y cualitativa, basado en un estudio de caso descriptivo. La muestra estuvo constituida por 12 docentes, 5 miembros de la dirección y 10 estudiantes sordos. La recolección de datos incluyó cuestionarios estructurados, entrevistas semiestructuradas y análisis documental. Los datos fueron analizados mediante estadística descriptiva y análisis de contenido, con triangulación de fuentes. Los resultados indican que el 75% de los docentes no posee formación específica para trabajar con estudiantes sordos y solo el 25% demuestra dominio de la LSA en el contexto pedagógico. Las evidencias cualitativas revelan dificultades significativas en la comunicación docente, lo que compromete la mediación del conocimiento y la participación de los estudiantes. Se concluye que la insuficiente formación en LSA constituye un factor crítico que afecta negativamente la calidad de la educación inclusiva y el rendimiento académico de los estudiantes sordos. Se recomienda la implementación de políticas estructuradas de formación continua en Lengua de Señas Angoleña.
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