CABO VERDE: A ROTA AFRICANA DE FLORA TRISTAN

Maria Inês Amarante

Resumo


Este trabalho, fruto de pesquisa pós-doutoral em curso, contempla a passagem de Flora Tristan por Cabo Verde em 1833, o contexto histórico local e apresenta uma análise dos relatos memoriais da escritora, de cunho jornalístico e literário, do capítulo La Praya de sua obra autobiográfica Peregrinações de uma pária. Durante a travessia marítima que a levaria ao Peru, o navio em que viajava faz uma escala forçada na cidade da Praia, então sob o domínio colonial e escravocrata português. As cenas de violência e miséria que nunca dantes presenciara despertam a sensibilidade de Flora, que expressa sua revolta contra a exploração humana, sobretudo de mulheres, em seu livro. O tema será recorrente nos relatos de viagens que escreveria tempos depois.


Palavras-chave


Flora Tristan; Cabo Verde; Jornalismo Literário, Memória; Mulheres

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DOI: http://dx.doi.org/10.5902/2175497735111 ';





 

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PRÓ-REVISTAS 2017 nº 11/2017

 

ANIMUS - Revista Interamericana de Comunicação Midiática

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Classificação Qualis-CAPES: A3

Temática classificada CNPQ: Comunicação: 6.09.00.00-8

DOI: 10.5902/21754977

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