De la revolución inconclusa a la guerra ética: Bensaïd como defensor y crítico de los derechos humanos.

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/2236672542338

Palabras clave:

Daniel Bensaïd, Derechos humanos, Universalidad, Revolución francesa, Guerra ética.

Resumen

Este artículo intenta abordar el trabajo de Daniel Bensaïd exponiendo los principales inductores de reflexión y contribuciones críticas al uso instrumental de los Derechos Humanos. Utilizando el repertorio deductivo, y basado en la revisión textual del filósofo militante, el artículo (i) demuestra cómo el tema de los Derechos Humanos cruza el trabajo de Bensaïd, marcado por la coyuntura y la articulación con otros grandes temas de su vida, exponiendo las bases elementales de su formulación; (ii) muestra cuánto se perciben los Derechos Humanos en su trabajo como una promesa burguesa inacabada, que exige su reconocimiento como un hito progresivo, al mismo tiempo limitado, de la disputa política en la modernidad; (iii) destaca cómo se manifestó en el curso de la Revolución francesa, en particular con respecto a las e los no propietarios, esclavos y mujeres; señalando también (iv) la forma en que en diferentes momentos sociohistóricos la defensa de los derechos humanos se instrumentaliza como una forma de afirmación imperialista, exigiendo enfoques particulares y cuidadosos en los tiempos contemporáneos, especialmente en vista de la escalada de lo que él llamó “guerra ética”.

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Biografía del autor/a

Gustavo Seferian, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Doutor em Direito do Trabalho; Professor do Departamento de Direito do Trabalho da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG

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Publicado

2020-10-15

Cómo citar

Seferian, G. (2020). De la revolución inconclusa a la guerra ética: Bensaïd como defensor y crítico de los derechos humanos. Século XXI: Revista De Ciencias Sociales, 10(1), 103–144. https://doi.org/10.5902/2236672542338