Movimento sindical argentino: revitalização e protagonismo de Kirchner a Macri

Autores

Palavras-chave:

Sindicalismo, Governo, Relações de Trabalho, Relações Industriais, Argentina

Resumo

Por definição este trabalho busca pontuar a forma de organização e a estrutura sindical argentina, abordando sua instituição e atores e também a revitalização vivenciada neste setor nas últimas duas décadas no País. Abordaremos a reorganização e protagonismo vivenciado a partir de 2002 com a chegada ao poder de um governo progressista, inicialmente no governo interino de Eduardo Duhalde e após na figura de Néstor e Cristina Kirchner, e o aprofundamento da atuação política do sindicalismo argentino. A guinada à direita ao final de 2015, com a posse de Maurício Macri, inicia a fase de ajustes econômicos severos no intuito de conter a crise econômica aguda vivenciada no País. O mercado de trabalho é afetado e inicia-se uma nova fase de troca e protagonismo entre governo e forças sindicais.

Biografia do Autor

Bruna Stephanie Miranda dos Santos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Pós-graduada em Direito do Trabalho pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Mestranda em Ciência Política na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Santiago Duhalde, Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnica e Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires

Pesquisador do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnica (CONICET) e Professor da Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires (UNCPBA)

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Publicado

2021-12-20

Como Citar

Miranda dos Santos, B. S., & Duhalde, S. (2021). Movimento sindical argentino: revitalização e protagonismo de Kirchner a Macri. Século XXI: Revista De Ciências Sociais, 10(2), 65–85. Recuperado de https://periodicos.ufsm.br/seculoxxi/article/view/40981

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Artigos