"Work for what?" the meaning and the sense of work for the bankers

Henrique Bertosso, Paula Ebert, Angela Maria Ortolan Bonemberger, Andressa Centenaro, Eliana Andréa Severo

Abstract


The work of the banking sector has been affected by several transformations, especially by the insertion of the technological equipment in the agencies and integrated information systems, to control the time, the work and the productivity of the bankers. In this context, the purpose of this study is to understand the meaning and meaning of the work for bankers. The research characterized by the quantitative method, and the data collection was carried out through a survey applied to 65 bankers, who answered a questionnaire with closed questions. Data were analyzed using descriptive statistics techniques (mean and standard deviation) and factorial analysis. The main meanings pointed out by the bankers are that the work is something that allows the improvement, that adds value to life, as well as offers a contribution to the community. In this sense, work means a set of relevant activities to meet professional needs, personal values and contribute to society. It was found that the main factors that give meaning to the work in the banking sector is the guarantee of a quiet future, respect in the work environment, transparency and, its influence and social utility in what comprises justice and equality, corresponding to the desires Interests of the worker.


Keywords


Work. Meaning of work. Meaning. Banking.

Full Text:

PDF

References


Alberton, D. M. (2008). Os sentidos atribuídos ao trabalho pelos profissionais do ramo publicitário de Porto Alegre. Dissertação de mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, RS, Brasil.

Alberton, D. M., & Piccinini, V. C. (2009). O sentido do trabalho em agências de publicidade. Anais do XXXIII Encontro da ANPAD-EnANPAD, 1-16.

de Andrade, S. P. C., da Rosa Tolfo, S., & Dellagnelo, E. H. L. (2012). Sentidos do trabalho e racionalidades instrumental e substantiva: interfaces entre a administração e a psicologia. Revista de Administração Contemporânea, 16(2), 200-216.

Antunes, R., & Praun, L. (2015). A sociedade dos adoecimentos no trabalho. Serviço Social, 123, 407-27.

Assaf Neto, A. (2011). Mercado financeiro. 10. ed. Atlas: São Paulo.

Babbie, E. (1999). Métodos de pesquisa surveyEd. UFMG, Belo Horizonte. Banco Central do Brasil. BACEN. (2014). Recuperado em 30 janeiro, 2014 de http://www.bcb.gov.br/?RED-RELAGPAB

Belás, J. (2012). Social responsibility and ethics in the banking business: myth or reality? A case study from the slovak republic. Economic Annals, 57(195), 115-137.

Bendassolli, P. F. (2012). Reconhecimento no trabalho: perspectivas e questões contemporâneas. Psicologia em Estudo, 17(1), 36-46.

Bendassolli, P. F., & Borges-Andrade, J. E. (2011). Significado do trabalho nas indústrias criativas. RAE-Revista de Administração de Empresas, 51(2), 143-159.

Bitencourt, B. M., Gallon, S., Batista, M. K., & Piccinini, V. C. (2011). Para além do tempo de emprego: o sentido do trabalho no processo de aposentadoria. Revista de Ciências da Administração, 13(31), 30-57.

Braga, J. C. M., & Zille, L. P. (2015). Estresse no trabalho: estudo com taxistas na cidade de Belo Horizonte. Contextus-Revista Contemporânea de Economia e Gestão, 13(1), 34-59.

Braverman, H. (2014). Trabalho e capital monopolista: A degradação do trabalho no Século XX. 7. ed. LTC, Rio de Janeiro Camargo, P. O. (2009). A evolução recente do setor bancário no Brasil. Cultura Acadêmica, São Paulo.

Cervo, A. L., Bervian, P. A., &Da Silva, R. (2007). Metodologia Científica. 6. ed. Pearson Prentice Hall, São Paulo.

Clot, Y. (2008). Travail et pouvoir d’agir. PUF, Paris.

Dejours, C. (2004). Subjetividade, trabalho e ação. Revista Produção, 14(3), 27-34.

______, C. (1992). A loucura do Trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. 5. ed.: Cortez, Oboré, São Paulo.

______, C. (2007a). Prefácio. In: MENDES, Ana Magnólia. Psicodinâmica do Trabalho: teoria, método e pesquisas. Casa do Psicólogo, São Paulo.

______, C., Abdoucheli, E., & Jayest, C. (2007b). Psicodinâmica do Trabalho: Contribuições da Escola Dejouriana à análise da relação prazer, sofrimento e trabalho. Atlas, São Paulo.

Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. DIEESE. (2015). Desempenho dos Bancos. Recuperado em 30 janeiro, 2015, de http://www.dieese.org.br/desempenhodosbancos/2014/desempenhoBancos1Semestre.pdf

Dourado, D. C. P., de Holanda, L. A., da Silva, M. M. M., & de Araújo Bispo, D. (2009). Sobre o sentido do trabalho fora do enclave de mercado. Cadernos Ebape. BR. 7(2), 349-367.

Enriquez, E. (2001). Instituições, poder e “desconhecimento”. Cenários sociais e abordagem clínica, 49-74.

Fassin, Y., & Gosselin, D. (2011). The collapse of a European bank in the financial crisis: An analysis from stakeholder and ethical perspectives. Journal of Business Ethics, 102(2), 169-191.

Federação Brasileira de Bancos. FEBRABAN. (2013). Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2013. Recuperado em 13 março, 2015, de http://www.febraban.org.br/Febraban.asp?modulo=Pesquisa%20e%20Conhecimento

Ferreira, M. C., & Seidl, J. (2009). Mal-estar no trabalho: análise da cultura organizacional de um contexto bancário brasileiro. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 25(2), 245-254.

Freitas, H., Oliveira, M., Saccol, A. Z., & Moscarola, J. (2000). O método de pesquisa survey. Revista de Administração, 35(3), 105-112.

Góes, A. O. S., & de Souza, M. E. A. (2008). A Transformação da Prática do Bancário e a Exigência de Múltiplas Competências. RAC-Eletrônica, 2(1), 123-140.

Graafland, J. J., & Van de Ven, B. W. (2011). The credit crisis and the moral responsibility of professionals in finance. Journal of Business Ethics, 103(4), 605-619.

Grisci, C. L. I., & Bessi, V. G. (2004). Modos de trabalhar e de ser na reestruturação bancária. Sociologias, 6(12), 160-200.

Hair, J., F., Jr., Babin, B., Money, A., & Samouel, P. (2005). Fundamentos de métodos de pesquisa em administração. Bookman Companhia Ed, Porto Alegre.

Harpaz, I., & Fu, X. (2002). The structure of the meaning of work: A relative stability amidst change. Human Relations, 55(6), 639-667.

Harrod, S., & Kanet, J. J. (2013). Applying work flow control in make-to-order job shops. International Journal of Production Economics, 143(2), 620-626.

Lavarda, R. A. B., Canet-Giner, M. T., & Peris-Bonet, F. J. (2010). Integrative strategy formation process and the management of complex work–a microorganizational analisys. Brazilian Business Review, 7(3), 108-129.

Lima, M., Tavares, N., Brito, M., & Capelle, M. (2013). O sentido do trabalho para pessoas com deficiência. Revista de Administração Mackenzie, 14(2), 42-68.

Malhotra, N. K. (2012). Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 6. ed. Bookman, Porto Alegre.

Monnet, C., & Sanches, D. R. (2015). Private money and banking regulation. Journal of Money, Credit and Banking, 47(6), 1031-1062.

Morin, E. M. (2001). Os sentidos do trabalho. Revista de Administração de Empresas, 41(3), 08-19.

______. (2002). Fator humano: os sentidos do trabalho. RAE Executivo, 1(1), 71-75.

______. (2006). A saúde dá trabalho. Milênio, 4 (14).

Morin, E., Tonelli, M. J., & Pliopas, A. L. V. (2007). O trabalho e seus sentidos. Psicologia & Sociedade, 19(1), 47-56.

______. (2008). Sens du Travail, Santé Mentale et Engagement Organisationnel. Montréal: IRSST. Recuperado em 10 maio, 2015, de http://www.irsst.qc.ca/-publication-irsst-sens-du-travail-sante-mentale-et-engagement-organisationnel-r-585.html

Mow. (1987). International Research Tean. The Meaning of Working. Academc Press, London.

Damasceno Lucena de Paiva, C. S., & de Oliveira Borges, L. (2009). O ambiente de trabalho no setor bancário e o bem-estar. Psicologia em Estudo, 14(1), 57-66.

Pennella, I. (2000). LER: uma jornada de sofrimento no trabalho bancário. Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

Pereira, C. L., Segre, L. M., & Nascimento, R. P. (2013). A ampliação das estruturas de controle por meio das tecnologias de informação e comunicação: a onipresença do “pan-óptico eletrônico” no setor bancário. Cadernos EBAPE. BR, 11(1), 65-84.

Pestana, M. H., & Gageiro, J. N. (2008). Análise de dados para ciências sociais: a complementaridade do SPSS. Europress, Lisboa.

Tavares, E., & Thiry-Cherques, H. R. (2011). Interaction between information systems and work in the Brazilian banking sector. Revista de Administração de Empresas, 51(1), 84-97.

Teixeira, F. L. C., & Cavalcante, L. R. M. T. (2005). Relações entre tecnologia, padrões organizacionais e produtividade no setor bancário no Brasil. Revista de Administração da Universidade de São Paulo, 40(3), 213-224.

Tolfo, S. D. R., & Piccinini, V. C. (2007). Sentidos e significados do trabalho: explorando conceitos, variáveis e estudos empíricos brasileiros. Psicologia & Sociedade, 19(1), 38-46.

Yee, R. W., Guo, Y., & Yeung, A. C. (2015). Being close or being happy? The relative impact of work relationship and job satisfaction on service quality. International Journal of Production Economics, 169, 391-400.




DOI: http://dx.doi.org/10.5902/1983465921860

Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

  

  

Revista de Administração da UFSM. Brazilian Journal of Management

Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, eISSN 1983-4659