Jugar es (co)vivir: relato de experiencia en un proyecto de extensión
DOI:
https://doi.org/10.5902/2447115189116Palabras clave:
Juego, Pantallas, Espacio público, ExtensiónResumen
Este artículo relata la experiencia de un grupo de académicos en un proyecto de extensión universitaria titulado “jugar es (co)vivir”, abordando el tema del uso de pantallas por parte de los niños y proponiendo una alternativa lúdica. En cinco plazas diferentes de una ciudad mediana del interior del estado de Mato Grosso, se desarrollaron juegos tradicionales a lo largo de un semestre con niños de diferentes edades, mediados por académicos de diferentes carreras. Los datos presentados consisten en demostraciones de algunos de los juegos y declaraciones de académicos sobre sus experiencias. El proyecto es innovador y ha tenido un impacto positivo tanto en los niños y sus familias, como en los propios académicos. Se sugiere una amplia difusión de propuestas como esta, debido a la importancia que tienen este tipo de acción para el desarrollo infantil, ya que permiten conectar a niños y adultos a través del juego.
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