Arte minha, tua, nossa? Convenção e empatia
DOI:
https://doi.org/10.5902/2595523371614Palavras-chave:
Arte, Idiossincrasia, Vaidade, Símbolo, Convenção, EmpatiaResumo
Este texto tem como objetivo o compartilhamento de um conjunto de indagações e reflexões sobre a importância, a potência e o lugar da arte em primeira pessoa no âmbito coletivo. Pergunta-se: por quê e a quem podem interessar memórias pessoais e biografias se elas tratam de universos particulares, subjetividades e idiossincrasias? Como dar visibilidade a memórias e histórias pessoais e conseguir fazer delas amplificadores socioculturais? Como narrar idiossincrasias sem incorrer na prática confessional estrita, ou no exibicionismo? A reflexão funda-se na experiência pessoal, docente, investigativa e criadora da/o autora/o e no diálogo, no campo sociocultural, com autores como Carl G. Jung, Gregory Bateson, Edgar Morin, Francesca Alinovi e Néstor García Canclini e levando em consideração, no campo psicossocial, ao legado de Sigmund Freud e Jacques Lacan. Tem como hipótese de que a chave para que narrativas artísticas em primeira pessoa sejam potentes e consigam ressonância no âmbito ampliado do social, se encontra na conexão consenso simbólico e empatia social.
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