Arte minha, tua, nossa? Convenção e empatia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2595523371614

Palavras-chave:

Arte, Idiossincrasia, Vaidade, Símbolo, Convenção, Empatia

Resumo

Este texto tem como objetivo o compartilhamento de um conjunto de indagações e reflexões sobre a importância, a potência e o lugar da arte em primeira pessoa no âmbito coletivo. Pergunta-se: por quê e a quem podem interessar memórias pessoais e biografias se elas tratam de universos particulares, subjetividades e idiossincrasias? Como dar visibilidade a memórias e histórias pessoais e conseguir fazer delas amplificadores socioculturais? Como narrar idiossincrasias sem incorrer na prática confessional estrita, ou no exibicionismo? A reflexão funda-se na experiência pessoal, docente, investigativa e criadora da/o autora/o e no diálogo, no campo sociocultural, com autores como Carl G. Jung, Gregory Bateson, Edgar Morin, Francesca Alinovi e Néstor García Canclini e levando em consideração, no campo psicossocial, ao legado de Sigmund Freud e Jacques Lacan. Tem como hipótese de que a chave para que narrativas artísticas em primeira pessoa sejam potentes e consigam ressonância no âmbito ampliado do social, se encontra na conexão consenso simbólico e empatia social.

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Biografia do Autor

Teresa de Jesus Paz Martins Lenzi, Universidade Federal do Rio Grande

Pós-doutorado pela Universidade de Barcelona/Facultad de Geografia i história. Doutorado em Arte Contemporáneo e Investigación pela Universidade de Castilla La Mancha.

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Publicado

2026-04-30

Como Citar

Lenzi, T. de J. P. M. (2026). Arte minha, tua, nossa? Convenção e empatia. Contemporânea - Revista Do PPGART/UFSM, 5(8), e71614. https://doi.org/10.5902/2595523371614

Edição

Seção

Artigos