A entrevista como operação comunicacional de contraconduta:

um diálogo com Michel Foucault

Autor/innen

DOI:

https://doi.org/10.5902/2175497796015

Schlagworte:

Entrevistas, Contracondutas, Heterotopias, Foucault

Abstract

O artigo tem como objetivo refletir acerca da maneira como as pesquisadoras feministas Margareth Rago (2013), Mariléa de Almeida (2022), Sueli Carneiro (2023) e Carolina Ramkrapes (2017) se apropriam de conceitos de Michel Foucault para elaborarem desenhos metodológicos que evidenciem insurgências e contracondutas. A entrevista é utilizada pelas autoras como método que potencialmente permite a criação de espacialidades e experiências heterotópicas voltadas à coragem de dizer a verdade, à valorização da ética da amizade e à autodefinição pela valorização de saberes corporificados sobre os quais os sujeitos constroem as bases de sua autonomia e as rotas que valorizam a responsabilidade e o cuidado como prática de transformação de si das relações de interdependência com os outros.

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Autor/innen-Biografien

Laura Adler Lara de Oliveira, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UFMG. 

Ângela Cristina Salgueiro Marques, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutora em Comunicação Social pela UFMG e professora do Programa de Pós-graduação dessa mesma instituição. Pós-doutora em Ciências da Comunicação pela Université Stendhal - Grenoble 3.

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Veröffentlicht

2026-10-15

Ausgabe

Rubrik

Dossiê - O centenário de Michel Foucault (1926-2026) e suas contribuições para a Comunicação