CINEMA, IDEOLOGIA E CONSUMO: UMA REFLEXÃO SOBRE O FILME QUE HORAS ELA VOLTA

Dorama Miranda Carvalho, Beatriz Braga Bezerra

Resumo


O presente trabalho tem como objetivo compreender de que forma o cinema pode funcionar como instrumento ideológico sob o ângulo dos Estudos Culturais. Os aportes teóricos utilizados perpassam conceitos de hegemonia e ideologia trabalhados por Ana Carolina Escosteguy (2001) e Stuart Hall (1997); os fundamentos dos Estudos Culturais por meio de Jesús Martín-Barbero e Germán Rey (2004); o debate sobre a cultura da mídia levantado por Douglas Kellner (2001); e as contribuições sobre o processo de identificação que ocorre no cinema a partir de Béla Baláz (1945) e sobre a construção da diegese fílmica caracterizada por Étienne Souriau (1953), entre outros. Discutimos ainda, a partir de Néstor García Canclini (2008; 2012), as dinâmicas de comunicação e consumo apresentadas no filme Que horas ela volta? (Anna Muylaert, 2015), buscando evidenciar como se configura o papel do cinema frente às lutas ideológicas e mediante um universo de representações sociais oriundas do ato de consumir.

Palavras-chave


Comunicação e Consumo; Estudos Culturais; Que horas ela volta?

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DOI: http://dx.doi.org/10.5902/2175497724885 ';





 

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PRÓ-REVISTAS 2017 nº 11/2017

 

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Classificação Qualis-CAPES: A3

Temática classificada CNPQ: Comunicação: 6.09.00.00-8

DOI: 10.5902/21754977

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