Metropolis – A Distopia Urbana do cinema expressionista alemão e sua influência nos filmes de ficção científica

José D'Assunção Barros

Resumo


Este artigo examina, no quadro das cidades imaginárias produzidas pelas distopias futuristas encaminhadas pelo Cinema, a cidade futurista Metropolis, elaborada pelo filme de mesmo nome na primeira metade do século XX. Examina-se elementos de sua arquitetura, espacialidade, organização social, e buscando perceber a sua articulação com o roteiro do filme. A hipótese de trabalho apresentada é a de que as cidades imaginárias sempre expressam, de alguma forma, os medos, angústias, anseios, esperanças ou demandas da sociedade que as produziu. Neste sentido, operacionaliza-se aqui a postura metodológica que considera o real e o imaginário não como dimensões separáveis, mas complementares e constituintes de uma unidade complexa

Palavras-chave


Cinema, Ficção Científica, Cidade, Linguagem Fílmica

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.5902/2175497715918 ';





 

Apoio

Universidade Federal de Santa Maria

Programa de Pós-graduação em Comunicação

Animus recebe apoio financeiro do edital

PRÓ-REVISTAS 2019 nº 046/2019

 

ANIMUS - Revista Interamericana de Comunicação Midiática

e-mail: revistaanimus@ufsm.br

Classificação Qualis-CAPES: A3

Temática classificada CNPQ: Comunicação: 6.09.00.00-8

DOI: 10.5902/21754977

Creative Commons License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.


Indexada em:

Compartilhe Revista Animus