Reflexões sobre sindicalismo e as expressões da questão social: a resistência histórica e os desafios contemporâneos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/2317175895437

Palabras clave:

Sindicato, Reforma trabalhista, Justiça social

Resumen

O presente artigo realiza uma análise crítica sobre a importância dos sindicatos no Brasil, especialmente após o impeachment de Dilma Rousseff, ocorrido em 2016. Para tanto, se enfatiza o percurso histórico existente na mediação entre capital e trabalho e na defesa de direitos sociais. Reflete-se sobre os impactos da Reforma Trabalhista de 2017, a precarização do trabalho, o avanço da informalidade e a perda de representatividade sindical. O texto discute ainda a influência do pensamento marxista na concepção do sindicalismo como instrumento de luta de classes. Resgata-se a trajetória do sindicalismo brasileiro, desde o período imperial até os dias atuais e inclui-se fases de repressão, institucionalização e resistência. Propõe-se que os sindicatos ampliem sua atuação com políticas inclusivas, formação cidadã, diálogo com novos perfis de trabalhadores e compromisso com a justiça social. Conclui-se que, apesar dos retrocessos, os sindicatos continuam fundamentais na construção de uma sociedade mais igualitária e na promoção da dignidade da classe trabalhadora.

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Biografía del autor/a

Edison Luciano Becher Costa, Universidade Federal de Santa Maria

Estudante de Graduação em Serviço Social pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Eliana Mourgues Cogoy, Universidade Federal de Santa Maria

Graduação em Escola de Serviço Social pela Universidade Católica de Pelotas (UCPEL). Mestrado e doutorado em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Doutorado em ciências sociais pela Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO), Argentina.

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Publicado

2026-09-03

Número

Sección

Artigos Livres