Expropiación territorial, capitalismo y los “sin derechos”: luchas sociales en américa latina/Abya Yala
DOI:
https://doi.org/10.5902/2317175897601Palabras clave:
Expropiación territorial, Justicia social, Sin derechosResumen
Este artículo presenta un análisis de la categoría "sin derechos", relacionándola con las luchas sociales y territoriales en América Latina/Abya Yala frente a la crisis socioambiental contemporánea. A partir de una investigación bibliográfica de autores latinoamericanos, analiza cómo el sistema mundial colonial-moderno, bajo la lógica capitalista y neocolonial, ha sostenido históricamente procesos de expropiación territorial, epistémica y existencial que afectan especialmente a los pueblos indígenas, las comunidades tradicionales y los sectores marginados. Argumenta que estas luchas no son meras reacciones sectoriales, sino proyectos políticos emancipadores que resisten la racionalidad instrumental del capitalismo, reivindicando otras formas de vivir, conocer y relacionarse con la naturaleza. Desde esta perspectiva, la categoría "sin derechos" permite comprender las luchas por la justicia social y ambiental como un compromiso ético y político con horizontes civilizatorios alternativos, originados en la periferia del Sur Global. Para profundizar en estas reflexiones, hemos organizado el argumento en tres secciones: la primera desarrolla la categoría de "privados de derechos" basándose en la filosofía política de Dussel y su relación con las luchas socioambientales; la segunda se centra en los procesos de expropiación territorial en América Latina/Abya Yala como expresión concreta de esta exclusión estructural; y la tercera sección ofrece algunas consideraciones finales sobre los desafíos y horizontes desde los márgenes del sistema, propuestos por la justicia social y ambiental.
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