Educação e neoliberalismo: a pedagogia da precarização e a formação da força de trabalho para a lógica do capital

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2317175895558

Palavras-chave:

Reforma do ensino médio, Neoliberalismo, Precarização trabalhista, Juventude

Resumo

O presente artigo tem como objetivo geral analisar como a reforma do Ensino Médio, guiada pela racionalidade neoliberal, opera como instrumento de precarização do trabalho da juventude trabalhadora brasileira. Para a elaboração do artigo, foi realizada revisão de literatura que versa sobre a temática Educação e Neoliberalismo, assim como pesquisa documental das legislações educacionais do ensino médio, principalmente a Lei n° 13.415/2017. As lentes teóricas que sustentam este artigo, amparam-se na teoria social crítica. A Educação para fins mercadológicos de atendimento aos interesses do capital, perde sua função como valor intrínseco de direito humano, caracterizando-a a uma lógica da pedagogia da precarização, sendo, portanto, mais uma evidente expressão da questão social. Frente aos desafios contemporâneos, o Serviço Social, como profissão interventiva e que tem como objeto de trabalho, a questão social, reforça seu posicionamento ético-político em contribuir para (re) pensar formas de resistências coletivas que valorizem o direito à educação plena, universal e crítica.

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Biografia do Autor

Lorenzo Batista de Souza Ribeiro, Universidade Federal de Santa Maria

Graduação em andamento em Serviço Social pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Carin Otilia Kaefer Lisbôa, Universidade Federal de Santa Maria

Graduação Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Mestrado e doutorado em Serviço Social pela PUCRS.

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Publicado

03-09-2026

Edição

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Artigos Livres