Analysis of the obstetric assistance provied to high risk pregnant women at the obstetric center of an university hospital

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5902/2236583468749

Keywords:

Gravidez de alto risco, Parto, Medicalização, Saúde Materno-Infantil

Abstract

To characterize the obstetric interventions that high-risk pregnant women are submitted to in the obstetric center of a university hospital. Methods: Research with a quantitative approach and cross-sectional character, with analysis of 420 medical records of high-risk pregnant women who had their birth performed between January and March 2020 at a university hospital in the south of the country. As a tool for obtaining data collection, a questionnaire was used that addressed: data on the pregnant woman, data on hospitalization, monitoring of labor, data on delivery, data on newborns, postpartum data, sentinel events. Results: Regarding labor, 37.14% underwent some type of induction. Most women underwent a cesarean delivery (62.14%), 82.32% of which were for elective cesarean delivery and in 16.98% of those who had vaginal deliveries (37.86%), an episiotomy was performed. Final remarks: This study identified high rates of obstetric interventions, the most frequent being episiotomy and cesarean section. Despite the great advances made in the area of ​​obstetrics, there are still aspects to be improved, considering that good practices are not carried out in a homogeneous way and excesses of interventions during assistance are registered.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Giulliane Ramos Londero, Federal University of Santa Maria

Fisioterapeuta. Pós-graduada em Gestão e Atenção Hospitalar com ênfase em Atenção à Saúde da Mulher e da Criança pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.

Tamiris Leal Tonetto, Federal University of Santa Maria

Terapeuta Ocupacional. Pós-graduada em Gestão e Atenção Hospitalar com ênfase em Atenção à Saúde da Mulher e da Criança pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.

Bianca Balbueno Ferreira, Universidade Federal de Santa Maria

Assistente Social. Pós-graduada em Gestão e Atenção Hospitalar com ênfase em Atenção à Saúde da Mulher e da Criança pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.

Amanda Francesquet Melchior, Universidade Federal de Santa Maria

Fonoaudióloga. Pós-graduada em Gestão e Atenção Hospitalar com ênfase em Atenção à Saúde da Mulher e da Criança pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.

Melissa Medeiros Braz, Federal University of Santa Maria

Fisioterapeuta. Doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

Graciela Dutra Sehnem, Universidade Federal de Santa Maria

Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil.

References

Martins-Costa SH, Ramos JGL, Magalhães JA, Passos EP, Freitas F. Rotinas em obstetrícia. 7a. Artmed. 2017. 912 p.

Fernandes JA, Campos GW de S, Francisco PMSB. Perfil das gestantes de alto risco e a cogestão da decisão sobre a via de parto entre médico e gestante. Saúde em Debate. 2019;43(121):406–16. DOI: https://doi.org/10.1590/0103-1104201912109

Brasil. Ministério da Saúde. Gestação de Alto Risco - Manual Técnico [Internet]. 5a. Gestação de Alto Risco - Manual Técnico. 2012. 302 p. Available from: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/gestacao_alto_risco.pdf

Sampaio AFS, Rocha MJF da, Leal EAS. Gestação de alto risco: perfil clínico-epidemiológico das gestantes atendidas no serviço de pré-natal da maternidade pública de Rio Branco, Acre. Rev Bras Saúde Mater Infant. 2018;18(3):567–75.

Brasil. Ministério da Saúde. Portaria No 1.459, de 24 de junho de 2011 Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS - a Rede Cegonha. 2011.

World Health Organization. Intrapartum care for a positive childbirth experience [Internet]. 2018. 201 p. Available from: http://www.who.int/reproductivehealth/publications/intrapartum-care-guidelines/en/

Brasil. Ministério da Saúde. Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal. 2017. 53 p.

Leal M do C, Pereira APE, Domingues RMSM, Filha MMT, Dias MAB, Nakamura-Pereira M, et al. Intervenções obstétricas durante o trabalho de parto e parto em mulheres Brasileiras de risco habitual. Cad Saude Publica. 2014;30(1):S17–32. DOI: https://doi.org/10.1590/0102-311X00151513

Lopes GDC, Gonçalves A de C, Gouveia HG, Armellini CJ. Attention to childbirth and delivery in a university hospital: Comparison of practices developed after network stork. Rev Lat Am Enfermagem. 2019;27(e:3139). DOI: https://doi.org/10.1590/1518-8345.2643-3139

Miller S, Abalos E, Chamillard M, Ciapponi A, Colaci D, Comandé D, et al. Beyond too little, too late and too much, too soon: a pathway towards evidence-based, respectful maternity care worldwide. Lancet. 2016;388(10056):2176–92. DOI: https://doi.org/10.1016/S0140-6736(16)31472-6

Dalla Costa L, Cura CC, Perondi AR, França VF, Bortoloti DS. Perfil Epidemiológico De Gestantes De Alto Risco. Cogitare Enferm. 2016;21(2):1–8. DOI: https://doi.org/10.5380/ce.v21i2.44192

Demitto MDO, Gravena ÂAF, Dell’Agnolo CM, Antunes MB, Pelloso SM. Gestação de alto risco e fatores associados ao óbito neonatal. Rev da Esc Enferm da USP. 2017;51(e03208):1–8. DOI: https://doi.org/10.1590/s1980-220x2016127103208

Organização Mundial de Saúde. Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa. Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas [Internet]. Human Reproduction Programme. 2015. 1–8 p. Available from: http://www.who.int/about/ licensing/copyright_ form/en/index.html).

Monteschio LVC, Sgobero JCGS, Oliveira RR de, Serafim D, Mathias TA de F. Prevalência da medicalização do trabalho de parto e parto na rede pública de saúde. Ciência, Cuid e Saúde. 2016;15(4):591–8. DOI: https://doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v15i4.33420

Fernandes JA, Venâncio SI, Pasche DF, Da Silva FLG, Aratani N, Tanaka OY, et al. Assessment of care for high-risk pregnancy in four Brazilian metropolises. Cad Saude Publica. 2020;36(5):1–14. DOI: https://doi.org/10.1590/0102-311x00120519

Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Diretrizes de Atençã o à Gestante: a operação cesariana. 2015. 101 p.

Ballesteros-Meseguer C, Carrillo-García C, Meseguer-De-Pedro M, Canteras-Jordana M, Martínez-Roche ME. Episiotomy and its relationship to various clinical variables that influence its performance. Rev Lat Am Enfermagem. 2016;24(e2793). DOI: https://doi.org/10.1590/1518-8345.0334.2686

Morato MGV de A. Prática de episiotomia durante a assistência ao parto: tendência e fatores de risco em uma coorte retrospectiva de cinco anos. Dissertação (Mestrado) -Universidade Federal de Uberlândia. 2019. 52 p.

Maciel CT, Ayres LFA, Passos CM dos, Caldeira LÁ, Oliveira LVA, Rodrigues IM dos S, et al. Intervenções obstétricas realizadas no período expulsivo: um destaque para episiotomia. Brazilian J Heal Rev. 2020;3(4):10583–99. DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv3n4-320

Melo P de S, Barbieri M, Westphal F, Fustinoni SM, Henrique AJ, Francisco AA, et al. Parâmetros maternos e perinatais após intervenções não farmacológicas: um ensaio clínico randomizado controlado. Acta Paul Enferm. 2020;33:1–9. DOI: https://doi.org/10.37689/acta-ape/2020AO0136

Vargens OM da C, Silva ACV da, Progianti JM. Contribuição de enfermeiras obstétricas para consolidação do parto humanizado em maternidades no Rio de Janeiro-Brasil. Esc Anna Nery - Rev Enferm. 2017;21(1).

Prado DS, Mendes RB, Gurgel RQ, Barreto ID de B, Bezerra FD, Cipolotti R, et al. Practices and obstetric interventions in women from a state in the Northeast of Brazil. Rev Assoc Med Bras. 2017;63(12):1039–48. DOI: https://doi.org/10.1590/1806-9282.63.12.1039

Published

2024-08-25

Most read articles by the same author(s)