https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/issue/feed Saúde (Santa Maria) 2022-04-25T22:03:49-03:00 Rosmari Horner rosmari.ufsm@gmail.com Open Journal Systems <p style="text-align: justify;">Saúde (Santa Maria), eISSN 2236-5834, é uma revista acadêmico-científica em formato online que visa divulgar a produção científica na área da saúde. Foi criada em 1978, ISSN 0103-4499 versão impressa, passando a versão online em 2004 e ingressando no SEER em 2010. Editada e publicada pelo Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM, RS, Brasil). A sua missão é a publicação de resultados originais de pesquisas na área da saúde abrangidos pelas seções do periódico, em português, e/ou inglês e/ou espanhol. Publicada com periodicidade de <strong>fluxo contínuo.</strong></p> https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/65754 Adesão dos profissionais de enfermagem à antissepsia das mãos na Atenção Primária à Saúde 2021-05-13T10:10:57-03:00 Ernandes Gonçalves Dias ernandesgdias@yahoo.com.br Deborah Natália da Silva Rodrigues deborahsilva2010@gmail.com Aleandra Dias de Souza aleandradias18@gmail.com Lyliane Martins Campos lyliport@gmail.com Rondinele Antunes de Araújo rondineliantunes@yahoo.com.br <p>Objetivo: Verificar a adesão dos profissionais de enfermagem à antissepsia das mãos nas Unidades de Saúde da Família urbanas da Atenção Primária à Saúde de Mato Verde, Minas Gerais, Brasil. Método: Trata-se de um estudo descritivo, observacional, censitário e quantitativo realizado com 12 profissionais de enfermagem de quatro Unidade de Saúde da Família. Os dados foram coletados em agosto de 2020 a partir de observações diretas no local de trabalho dos profissionais e analisados mediante recursos de epidemiologia descritiva. Resultados: Os técnicos de enfermagem tiveram mais oportunidades e ações de antissepsia das mãos em relação aos enfermeiros. Observou-se 481 oportunidades de antissepsia das mãos e 267 ações realizadas, as ações que ocorreram com maior frequência foi antes e após ter contato com o paciente. A taxa global de higienização das mãos foi 55,51%. Conclusão: Recomenda-se que o enfermeiro protagonize ações de melhoria do cuidado, incluindo em sua atividade de gerente da assistência o monitoramento da adesão à antissepsia das mãos pela equipe de enfermagem para o alavanque da segurança do paciente.</p> 2022-06-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/66495 Análise da qualidade do ar e a associação com as doenças respiratórias na população exposta a fumaça de carvão vegetal 2021-11-02T18:21:20-03:00 Katiúscia Volkart Panassal katipanassal@yahoo.com.br Daniela Montanari Migliavacca Osório danielamigliavacca@hotmail.com Cássia Cinara da Costa cassiac@feevale.br Alessa Maria Ceratti alessaceratti@hotmail.com Aline Belem Machado linebmachado@hotmail.com Daiane Bolzan Berlese daianeb@feevale.br <p>Objetivo: A presente pesquisa analisou a qualidade do ar e associou com as doenças respiratórias da população exposta à fumaça de carvão na região de Barão do Triunfo/RS. Métodos: Foram analisados os prontuários de todos os pacientes que buscaram atendimento nas unidades de saúde da cidade possuindo queixas de origem respiratória, de maio a dezembro de 2019. As coletas do MP foram realizadas entre abril e dezembro de 2019. Resultados: Identificamos que a população apresentou os sintomas: tosse (80,3%), falta de ar (17%), sibilância (8,1%), e doenças respiratórias como infecção de vias aéreas superiores (58,3%), asma (5,2%), DPOC (2,9%) e bronquite (2,3%). Os resultados do MP encontraram-se acima dos valores recomendados pela OMS. Considerações Finais: É importante que regiões de produção de carvão vegetal adotem medidas para redução da poluição atmosférica, a fim de melhorar a qualidade de vida de sua população, além de ser de extrema relevância para a saúde pública, pois os investimentos em saúde respiratória podem levar a excelentes resultados em longevidade, vida saudável e economias públicas.</p> 2022-07-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/68477 O papel da universidade no enfrentamento da pandemia de Covid-19: contribuições do Departamento de Saúde Coletiva de uma instituição do Sul do Brasil 2022-04-25T22:03:49-03:00 Edi Franciele Ries edi.ries@ufsm.br Verginia Margareth Possatti Rocha verginia.rocha@ufsm.br Marinel Mór Dall’Agnol marinel@ufsm.br Rosangela da Costa Lima rosangela.lima@ufsm.br Liane Beatriz Righi liane.righi@ufsm.br Valéria Maria Limberger Bayer valeriamlbayer@gmail.com Laura Ferreira Cortes laurafc@politecnico.ufsm.br Ricardo Souza Heinzelmann ricardo.dab@gmail.com Fabiane Budel fabianebudel@gmail.com Marcos Antônio de Oliveira Lobato marcos.lobato@ufsm.br A Saúde Coletiva, assim como as universidades, possui papel importante frente às situações de emergência de saúde pública. Nesse contexto, buscou-se relatar as experiências de servidores do Departamento de Saúde Coletiva de uma universidade do Sul do país no enfrentamento da pandemia de Covid-19 no período de março a setembro de 2020. A articulação da universidade com a vigilância epidemiológica municipal foi a base de atividades que possibilitaram o monitoramento imediato de casos, ações para redução do número de suspeitos e disponibilização de dados diários à comunidade. A pesquisa trouxe evidências sobre a prevalência comunitária do SARS-Cov-2 e as divulgações em <em>lives,</em> <em>web</em>conferências e publicações expandiram reflexões sobre a temática para diferentes públicos. O acolhimento e orientação às mulheres em situação de violência doméstica por meio de teleatendimento auxiliou na minimização dos seus impactos. Por fim, o ensino de Saúde Coletiva na modalidade remota, planejadas a partir do cenário epidemiológico e Sistema Único de Saúde, contribuíram para métodos ativos de aprendizagem, aplicação de conhecimentos e resolubilidade de urgências. As vivências constatam as contribuições da Saúde Coletiva no enfrentamento da pandemia e alertam para a necessidade de continuidade de ações. 2022-05-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/63774 Fatores associados ao câncer da pele em indivíduos de meia idade e idosos 2021-11-04T17:52:50-03:00 Rafael Garani rafaelgarani@hotmail.com Daniel Vicentini de Oliveira d.vicentini@hotmail.com Soraya Andrea Delefrafe Muradas Serviuc sorayadelefrati@gmail.com Mateus Dias Antunes mateusantunes03@hotmail.com Eraldo Schunk Silva eraldoschunk@gmail.com Sonia Maria Marques Gomes Bertolini sonia.bertolini@unicesumar.edu.br <p><strong>Objetivo</strong>: verificar os fatores associados à neoplasia cutânea de indivíduos de meia idade e idosos. <strong>Métodos: </strong>trata-se de um estudo do tipo caso-controle. Foram selecionados prontuários clínicos dos pacientes atendidos em um ambulatório de dermatologia, no período de janeiro a dezembro de 2012. Participaram do estudo 38 casos e 120 controles. Foram coletadas informações quanto ao horário de exposição ao sol no período de trabalho, história familiar de neoplasia cutânea, tabagismo, etilismo e fotoproteção. <strong>Resultados: </strong>câncer da pele foi diagnosticado em 5,16% dos pacientes. Houve associação significativa entre a idade, histórico familiar e tabagismo com o câncer da pele (p=0,028; 0,023; 0,001 respectivamente). Os pacientes com tendência a serem acometidos por câncer da pele apresentam 16,41% de risco a mais, mesmo quando submetidos à exposição solar leve (p=0,026). <strong>Considerações Finais: </strong>no contexto da promoção da saúde os resultados deste estudo reafirmam a importância de se intensificar as ações preventivas, principalmente no que se refere à fotoproteção e ao autocuidado.</p> 2022-03-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/66366 Sodium risedronate-loaded poly(ε-caprolactone) nanoparticles: Development, physicochemical characterization, and in vitro drug release study 2021-10-13T21:28:42-03:00 Felipe Pereira Gomes felipe.pereiragomes@gmail.com Letícia Cruz leli.cs@gmail.com Luana Mota Ferreira luana.ferreira@ufsm.br <p>Population in all over the world is affected by bone diseases, such as osteoporosis and loss bone tissue. Sodium risedronate (Na-Ris) is one of the most used drugs to its treatment. However, it has low oral bioavailability and exhibits many side effects. In order to overcome these limitations, the search for new dosage forms is necessary. One of these alternatives is the development of nanoparticles, which are able to transport the drug to its target directly, promoting maximization of the therapeutic efficiency and minimization of the toxicity. Due to its great versatility, these systems can be applied to an assorted administration routes, such as oral, pulmonary, intravenous, among others. Thus, the objective of this study was to develop and characterize Na-Ris-loaded nanoparticles, as well as determine the drug release profile. Methods: Nanoparticles were prepared by solvent emulsification/evaporation method and characterized by mean size, polydispersity index, zeta potential, granulometric distribution, drug content and encapsulation efficiency. Afterwards, in vitro drug release was performed using the dialysis bag technique as well as the release kinetics were also studied. Results: The developed system has shown mean size of 193 ± 14 nm and polydispersity index around 0.2. Zeta potential was -9.76 ± 0,52 mV and slightly acid values for pH. The granulometric distribution demonstrated nanoparticles with a narrow size distribution and the absence of particles in the micrometer range. Regarding the in vitro release, the drug was released completely from the system in 240 minutes and the release kinetics has follow the zero-order equation. Final considerations: Thus, a nanocarrier containing a water-soluble drug was successfully developed, presenting adequate physicochemical characteristics, which can be promising for biological evaluations.</p> 2022-07-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/68394 Pacientes Hospitalizados Por Sars-Cov-2 Que Evoluíram Para Ventilação Mecânica Invasiva: Características Epidemiológicas E Clínicas 2021-12-23T11:19:00-03:00 ticiane freire gomes ticifg@gmail.com André Ribeiro de Castro Júnior andrecastrorcj@gmail.com Tayná Albuquerque Tabosa taynaalbuquerquet@gmail.com Iohanna Aragão de Paiva iohannaesp@gmail.com Francisco Silvanei dos Santos Gonçalves silvanei.enfermagem@gmail.com Ana Paula Matos Porto aporto@usp.br Francisco Jadson Franco Moreira jadsonfrancomoreira@gmail.com <p dir="ltr"><span>Objetivo: </span><span>apresentar características epidemiológicas e clínicas de pacientes COVID-19 que evoluíram para ventilação mecânica invasiva</span><span>. </span><span>Métodos: </span><span>Estudo descritivo, retrospectivo, de análise documental com abordagem quantitativa, realizado em Fortaleza-Ceará. Incluídos 812 pacientes que utilizaram ventilação mecânica invasiva durante a internação. Os dados foram armazenados através da plataforma “ResCOVID”. </span><span>Resultados: </span><span>O perfil apresenta predominio de idade igual ou superior a 60 anos </span><span>534 </span><span>(</span><span>76,3%</span><span>), sexo masculino </span><span>437 </span><span>(</span><span>53,8</span><span>), cor pardo </span><span>275 </span><span>(33,8%). Do total, </span><span>128 (15,7</span><span>%) pacientes eram ex-tabagistas e 34 (4,1%) estilistas. A obesidade 159 (20%), hipertensão 440 (54%) e diabetes 283 (35%) foram as comorbidades mais frequentes. Os sintomas mais reportados foram dispneia 629 (77,4%), tosse 477 (58,7%) e febre 436 (53,6%). O óbito ocorreu em 725 (89%) dos pacientes em uso de ventilação mecânica invasiva. </span><span>Considerações Finais: </span><span> Pacientes que evoluíram para ventilação mecânica invasiva caracterizam-se por idade superior a 60 anos, portadores de comorbidades. </span></p><div><span><br /></span></div> 2022-07-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/48180 Relação entre funcionalidade, risco de quedas e medo de cair: estudo transversal com idosos 2020-07-17T11:55:14-03:00 Daniel Vicentini de Oliveira d.vicentini@hotmail.com Felipe Carmona Yamashita felipecar_mona@hotmail.com Maria do Carmo Correia Lima mariaclima@gmail.com Naelly Renata Saraiva Pivetta naellypivetta@outlook.com Matheus Amarante Nascimetno matheusamarante@hotmail.com Natalia Quevedo Santos natquevedo01@gmail.com José Roberto Andrade Nascimento Júnior jroberto.jrs01@gmail.com <strong>Objetivo</strong>: identificar a relação entre funcionalidade, risco de quedas e medo de cair em idosos. <strong>Métodos</strong>: estudo transversal, realizado com 80 idosos, de ambos os sexos, frequentadores das Academias da Terceira Idade (ATI) do município de Maringá, Paraná. Foi utilizado o WHODAS 2.0 para avaliação da funcionalidade, o teste Time Up and Go para avaliação do risco de quedas, e a Escala de Eficácia de Quedas (FES-1) para avaliar o medo de cair. Os dados foram analisados por meio dos testes <em>Kolmogorov-Smirnov</em>, Kruskal-Wallis, “U” de Mann-Whitney e coeficiente de <em>Spearman</em>. Foi adotada a significância de p &lt; 0,05. <strong>Resultados</strong>: verificou-se que o medo de quedas apresentou correlação significante (p &lt; 0,05), positiva e moderada (r &lt; 0,70) com todos os domínios e o escore total de funcionalidade, enquanto o risco de quedas apresentou correlação positiva e fraca com os domínios de mobilidade, atividades da vida diária, participação social e escore total de funcionalidade. 2022-07-22T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/65904 PERCEPÇÃO DOS PACIENTES A RESPEITO DO ATENDIMENTO RECEBIDO EM UMA UNIDADE DE REFERÊNCIA EM INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS 2021-12-02T17:28:40-03:00 Arthur Leônidas Accordi-Bittencourt arthurlab@hotmail.com Luiza Caroline Netto Zanette luizacnettozanette@gmail.com Kristian Madeira kristian@unesc.net Liliana Maria Dimer lilidimer@unesc.net <strong><span>Objetivo:</span></strong><span> Avaliar a percepção dos usuários com o atendimento ofertado por um programa de atenção municipal às DST/HIV/AIDS no extremo sul catarinense. <strong>Metodologia:</strong> <a name="_Hlk44698399"></a>Estudo descritivo, com coleta de dados a partir da aplicação de questionário em usuários do Programa de Atenção Municipal às DST/HIV/AIDS com 251 pacientes durante um período de oito meses. <strong>Resultados: </strong>Usuários com média de idade de 37,86, brancos (78,1%), mulheres (50,6%), heterossexuais (64,9%) e não solteiros (66,1%). O principal motivo de comparecer ao serviço de mais da metade dos usuários entrevistados é para buscar medicação para HIV/AIDS (54,6%) e de modo geral tem sua demanda solucionada completamente (98,4%). A maior parte dos usuários acham a maioria dos quesitos sobre a avaliação do serviço e da estrutura muito bom e bom. <strong>Considerações finais:</strong> Com o presente estudo foi possível traçar o perfil epidemiológico dos pacientes que utilizam o serviço, sendo um perfil de uma mulher, de meia idade, branca, heterossexual, sem estar solteira e portadora de HIV/AIDS. Por meio de indicadores foi possível analisar a satisfação dos usuários, a qual de modo geral é muito boa. Também foi visto que dos quesitos avaliados sobre pré e pós teste rápido, existem itens preconizados em um manual do ministério da saúde que não são realizados. Além disso, foi analisado que os usuários de modo geral não sentem preconceito dentro do programa.</span> 2022-04-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/66908 Afeto, satisfação com a vida e ansiedade de escolares durante a pandemia do COVID-19 2022-01-18T11:43:26-03:00 Tania Maria Gomes Silva tania.gomes@unicesumar.edu.br Daniel Vicentini de Oliveira d.vicentini@hotmail.com Natália Quevedo Santos natquevedo01@gmail.com José Roberto Andrade Nascimento Júnior jroberto.jrs01@gmail.com Marcelo Picinin Bernuci marcelo.bernuci@unicesumar.edu.br <p><strong>Objetivo</strong>: analisar o afeto, a satisfação com a vida e a ansiedade de adolescentes escolares durante a pandemia do COVID-19 de uma escola estadual em um município do Paraná. <strong>Métodos</strong>: estudo transversal o qual participaram 27 adolescentes de ambos os sexos. Foi utilizado um questionário sociodemográfico, a Escala de Afeto, a Escala de Satisfação de Vida e a Escala de Ansiedade Manifesta para Crianças e Adolescentes. Os dados foram analisados pelos testes de Shapiro-Wilk, correlação de Pearson e t de student independente. Foi adotada a significância de p &lt; 0,05. <strong>Resultados</strong>: o afeto positivo apresentou associação diretamente proporcional com a satisfação com a vida e inversamente proporcional com a ansiedade. O afeto negativo se associou positivamente com a ansiedade e negativamente com a satisfação com a vida. Os adolescentes entre 12 e 13 anos apresentaram maior satisfação com a vida e menor escore de ansiedade quando comparados com os adolescentes com mais de 13 anos. Os do ensino fundamental II apresentaram maior escore de satisfação com a vida. Os que reportaram usar medicamentos e não estarem dormindo bem apresentaram maior escore de afeto negativo. Os que reportaram estar dormindo bem apresentaram maior escore de satisfação com a vida. Os que se perceberam com saúde regular e que reportaram não estar dormindo bem apresentaram maior escore de ansiedade. <strong>Conclusão</strong>: diferentes fatores sociodemográficos parecem atuar como intervenientes na satisfação com a vida, ansiedade, afeto positivo e afeto negativo dos adolescentes durante a pandemia da COVID-19.</p> 2022-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/41763 Consumo de água e fontes de fibras, estado nutricional, conhecimento sobre prebióticos e hábito intestinal de adolescentes e adultos jovens 2020-07-05T00:43:20-03:00 Marina Rezende de Oliveira marinarezende3@gmail.com Beatriz Vicentini Silva beatrizvicentini08@gmail.com Mai Iijima Matsui mai.iijimatsui@gmail.com Paulo Rogério Fernandes honsei.fernandes@gmail.com DANIELA MARIA ALVES CHAUD daniela.chaud@mackenzie.br <p>Os benefícios das fibras alimentares são discutidos no meio científico e acadêmico como <br />precursoras de bem-estar físico ao indivíduo que consome. Estão associadas, entre outros aspectos, <br />como reguladoras de algumas desordens gastrointestinais já que as fibras são responsáveis também <br />pela estimulação peristáltica. Devido ao cenário do consumo de alimentos processados, principalmente <br />por adolescentes e adultos jovens, muitos não alcançam a ingestão recomendada de fibras, o que pode <br />prejudicar o potencial de crescimento e desenvolvimento. O presente estudo busca avaliar o consumo <br />e a frequência de fontes de fibras e prebióticos por adolescentes e adultos jovens de 18 a 21 anos no <br />estado de São Paulo sendo maioria universitários e o hábito intestinal destes. O estudo foi realizado por <br />delineamento transversal. O tipo de amostra utilizado foi o por conveniência. Resultados: o estudo avaliou <br />um total de 52 participantes. A maioria, 71,1%, encontra-se em eutrofia e possui um consumo alto de <br />água. A maior parte da amostra não sabe ou desconhece os benefícios sobre prebióticos, porém possuem <br />consumo semanal dos alimentos fonte. Quanto à frequência de evacuações, 43,6% das mulheres <br />evacuam de uma a duas vezes por dia, enquanto 53,8% dos homens possuem esta mesma frequência. <br />Conclusão: O consumo de água, frutas, legumes, leguminosas, cereais integrais e verduras é alto entre a <br />maioria dos adolescentes participantes. O estudo demonstrou que os adolescentes pouco sabem sobre a <br />importância e os benefícios dos prebióticos.</p> 2022-07-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/63782 Perfil das gestações após os 35 anos de idade, Bahia, 2019 2021-12-10T14:27:28-03:00 Ana Claudia da Silva anasilvafsa@hotmail.com Érica dos Santos Evangelista ericasevangelista2@gmail.com Técia Maria Santos Carneiro e Cordeiro teciamarya@yahoo.com.br <strong>Objetivo:</strong> Descrever a frequência de gestações acima de 35 anos, características individuais maternas, das gestações, partos e dos recém-nascidos na Bahia, em 2019. <strong>Métodos:</strong> Trata-se de um estudo epidemiológico de caráter descritivo, realizado por meio de dados secundários do Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC). <strong>Resultados:</strong> Foram registrados 31.543 nascimentos de mulheres com 35 anos ou mais, predominância na faixa etária entre 35 a 44 anos (98,6%), com 8 a 11 anos de instrução (48,2%), 64,4% tiveram 1 a 3 filhos nascidos vivos, 69,5% das pacientes foram a 7 ou mais consultas de pré-natal e os recém-nascidos nasceram com peso de 3.000 a 3,999 g. (61,5%) e índice de Apgar de 8 a 10 no 1º minuto de vida (82,4%) e no 5º minuto (94,6%). <strong>Considerações finais:</strong> A frequência de gestações acima de 35 anos na Bahia foi maior entre mulheres pardas, casadas com maior escolaridade, dentre as características gestacionais, gravidez única, a termo, com 7 ou mais consultas pré-natal, dados relevantes para o levantamento do perfil da gestação tardia na Bahia o que contribui para direcionar ações de saúde pública, em específica na melhoria da assistência à saúde da mulher. 2022-06-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/66376 BEHAVIOR OF HEALTH INDICATORS OF RURAL WORKERS AFTER HEALTH EDUCATION ACTIONS 2021-12-10T13:57:35-03:00 Marcelo Henrique Glänzel marceloglanzel8@hotmail.com Patrik Nepomuceno patrik.np@hotmail.com Analie Nunes Couto analiecouto@hotmail.com Carine Muniz dos Santos carine.muniz91@gmail.com Cassiano Severgnini cssevergnini@yahoo.com Polliana Radtke dos Santos polly_radtke@hotmail.com William Vinicius Kleinpaul williamenfermagem@windowslive.com Miriam Beatrís Reckziegel miriam@unisc.br Hildegard Hedwig Pohl hpohl@unisc.br <p><strong>INTRODUCTION: </strong>In Brazil, 16 of 90 million workers perform their work activities in rural areas, which is the country's economy closely associated with rural production. However, health care provided to rural areas is less than that offered to the urban population. The diseases that affect these populations are similar, but, there is higher mortality in the rural environment. <strong>PURPOSE:</strong> This study aimed to identify the behavior of the metabolic, morphologic, and physical fitness parameters of rural workers after health education. <strong>METHODS: </strong>Metabolic, morphologic, and physical fitness parameters of seventeen rural workers were assessed. After health education, the subjects returned to the laboratory three years later and repeated the assessments. <strong>RESULTS: </strong>Reductions in metabolic variables: total cholesterol (-8.0%; p = 0.031), LDL-c (-19.1%; p = 0.005), and triglycerides (-19.1%; p = 0.044); while increases in HDL-c (18.1%; p = 0.001), resting heart rate (9.5%; p = 0.046), and body fat (14.5%; p = 0.001) also has been founded. <strong>FINAL CONSIDERATIONS: </strong>Health education promotes positive changes in the lipid profile, but not in the morphologic and physical fitness parameters of the rural workers. It is suggested that less frequent education actions can minimize health risks, contributing to improving the health of rural workers.</p> 2022-05-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/68473 Investigação sintomatológica e complicações por Covid-19 de pacientes pós-internamento entre os anos de 2020 e 2021 em um estado brasileiro 2022-02-01T10:22:28-03:00 André Ribeiro de Castro Júnior andrecastrorcj@gmail.com Camila Campos Colares das Dores camilacamposcolares@gmail.com Francisco Aislan da Silva Freitas aislansf@gmail.com Fabiola Monteiro de Castro fabiola27castro@gmail.com Ana Paula Matos Porto aporto@usp.br Francisco Jadson Franco Moreira jadsonfrancomoreira@gmail.com <p class="western" align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O objetivo do estudo foi descrever vestígios sintomatológicos relacionados a sequelas e complicações de Covid-19 em pacientes pós-internamento entre os anos de 2020 e 2021. Trata-se de um estudo descritivo analítico do tipo transversal com abordagem quantitativa realizado no período de maio a agosto de 2021. A amostra foi constituída de 470 pacientes, sendo 275 referentes a primeira onda corrida no ano de 2020 e 195 na segunda no ano de 2021. O estudo foi desenvolvido por meio do método de telepesquisa via ligações telefônicas. O preenchimento dos dados ocorreu via Google Forms, contando de questionário estruturado desenvolvido para a pesquisa. Os dados foram tabulados em planilha Excel® para geração de gráfico e tabelas e analisados conforme estatística descritiva. Na investigação de sintomas físicos desse estudo, nota-se que fadiga/cansaço mostrou maior destaque, principalmente na comparação entre a 1ª onda com 27,30% e 2ª em torno de 40%, seguido de alopecia 1ª com 20,70% e 2ª 40,5%, e por último, falta de ar 1ª com percentual de 18,9% e 2ª equivalente a 11,3%. A pesquisa revelou um acometimento da amostra em sintomas de caráter físico e psicológico logo após o internamento por Coronavírus. Dessa forma, uma investigação mais detalhada e minuciosa com a mesma população permitirá o aprofundamento de causas e fatores que podem estar relacionados com o surgimento dessas alterações.</span></span></p> 2022-07-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/53280 AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DOS MUNICÍPIOS DA 17ª COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL 2021-01-13T20:33:09-03:00 Renata Felisberto da Silva renatarenatasilva31@hotmail.com Vanessa Adelina Casali Bandeira vanessa.acbandeira@yahoo.com.br <p><strong>Objetivo: </strong>Avaliar o perfil da assistência farmacêutica quanto a recursos humanos, estrutura, organização e gastos com medicamentos dos municípios da área de abrangência da 17ª Coordenadoria Regional de Saúde do Rio Grande do Sul. <strong>Métodos:</strong> Delineamento transversal, descritivo e quantitativo, realizado nos 20 municípios que compõe a área em estudo. A coleta foi realizada no mês de maio de 2020, por meio de um questionário eletrônico semi-estruturado. <strong>Resultados:</strong> Entre 20 municípios participantes, metade tem população menor que cinco mil habitantes (10 – 50%). Todos os municípios tinham profissional farmacêutico e em quatro (20,0%) dos municípios mais que um profissional farmacêutico, a média de funcionários na assistência farmacêutica municipal foi de 4,3±3,3 e na maioria dos municípios tem apenas um local de dispensação (15 – 75,0%). 60,0% (12) realizaram capacitação no último ano e 35% algum investimento em infraestrutura e 25,0% (5) tem sala destinada a realização de serviços farmacêuticos. A maioria (14 – 70%) tem lista padronizada de medicamentos e seis (30%) tem Comissão de Farmácia e Terapêutica. O consórcio intermunicipal é o principal mecanismo para a compra de medicamentos (16 - 80%) e 65% (13) referiram que o Programa Farmácia Popular do Brasil influencia na aquisição. O gasto anual com medicamentos apresentou mediana de R$ 260.000,00, com média de R$56,00±34,14 habitante/ano, o número de processos administrativos a cada mil habitantes apresentou média de 29,89±21,15 e 11,24±8,56 para processos judiciais. <strong>Considerações finais:</strong> Evidenciou-se a presença do profissional farmacêutico em todos os municípios. No entanto, identificam-se desafios para a garantia do acesso e estruturação dos serviços, tais como investimentos em infraestrutura física e pessoal para a qualificação dos serviços relacionados a assistência farmacêutica, efetivação da Comissão de Farmácia e Terapêutica e de serviços farmacêuticos com vistas a melhorar o acesso a medicamentos e qualidade no seu uso.</p> 2022-06-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/66030 ANÁLISE DA PRESCRIÇÃO E DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM UM HOSPITAL ESPECIALIZADO EM TUBERCULOSE 2021-12-03T09:45:26-03:00 Flaviane Capistrano Gomes Fernandes flaviane-fernandes@hotmail.com André Teixeira Pontes atpontes@id.uff.br Selma Rodrigues de Castilho selmarc@id.uff.br Objetivo: analisar o processo de prescrição e dispensação de medicamentos em um hospital público especializado em tuberculose através do uso de indicadores de segurança do paciente propostos pelo Ministério da Saúde, visando identificar os pontos mais críticos em relação à segurança do processo. Métodos: Tratou-se de estudo descritivo, prospectivo e quantitativo onde foram analisadas 1361 prescrições e 1715 processos de dispensação, ocorridos entre os meses de maio e julho de 2018. Resultados: Foi encontrada uma taxa de erro de prescrição de 65,38%. O erro mais recorrente foi erro/ausência de dose (40,22%). O uso de abreviaturas contraindicadas ocorreu 2961 vezes e 26 prescrições apresentaram problemas de identificação do prescritor. Em relação à dispensação foram encontrados 145 (1,54%) erros, com destaque para omissão de medicamentos, que correspondeu 60% das dispensações. Considerações finais: Do ponto de vista prático, essa pesquisa aponta oportunidades de melhoria nos processos de prescrição e dispensação do hospital estudado e auxilia os gestores locais na busca por processos mais seguros. Do ponto de vista teórico, reforça a relevância dos indicadores de segurança do paciente na avaliação de processos relacionados aos medicamentos no ambiente hospitalar e no auxílio para uma gestão que garanta maior segurança dos processos. 2022-05-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/67893 Reaproveitamento de medicamentos para COVID-19: uma visão geral 2021-11-02T19:01:27-03:00 Milena Kerber Incerti milenakincerti@gmail.com Taciéli Fagundes da Rosa tacielifagundesdarosa@gmail.com Vitória Segabinazzi Foletto vitoria_sfoletto@yahoo.com.br Laísa Nunes Franco laisa.franco@hotmail.com Rosmari Hörner rosmari.ufsm@gmail.com <p><span>O vírus SARS-CoV-2 pode ocasionar infecções tanto em animais como em humanos. A COVID-19 é uma doença infecciosa causada por esse vírus e conhecida na atualidade por gerar grande preocupação à nível mundial, visto que possui altas taxas de transmissibilidade e patogenicidade. Por este motivo, estratégias terapêuticas potenciais são analisadas para combater a pandemia de COVID-19. Algumas dessas estratégias terapêuticas são realizadas por meio do reposicionamento de medicamentos. Para este estudo de opinião foram utilizados artigos científicos, que trouxeram como assunto abordado o reposicionamento de fármacos na COVID-19 e a utilização de vitaminas e minerais no tratamento. Pode-se observar que o reaproveitamento de fármacos possui diversas vantagens sobre a implementação de um novo medicamento, como redução de tempo e de investimento financeiro para o desenvolvimento, assim como menor risco de falha no tratamento. Até o momento, não há recurso terapêutico regularizado e amplamente divulgado à população, no entanto, mais estudos sobre esse tema são incentivados.</span></p> 2022-05-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/41784 EDUCAÇÃO EM SAÚDE: estratégias interdisciplinares visando a segurança do paciente no ambiente hospitalar 2020-03-24T00:25:27-03:00 Betina Brixner betinabrixner@yahoo.com.br Karine Zenatti Ely karine-ely@saude.rs.gov.br Jane Dagmar Pollo Renner janerenner@unisc.br Lia Gonçalves Possuelo liapossuelo@unisc.br Hildegard Hedwig Pohl hpohl@unisc.br Suzane Beatriz Frantz Krug skrug@unisc.br <p>Identificar estratégias interdisciplinares de educação em saúde, no contexto de trabalho hospitalar, com foco na segurança do paciente. Revisão de literatura nas bases de dados PubMed e LILACS, utilizando os descritores: “Educação em Saúde”; “Pesquisa Interdisciplinar” e “Segurança do Paciente”. Os critérios de inclusão foram: artigos publicados entre 2015 e 2019 nos idiomas português e/ou inglês; foram excluídos os artigos duplicados, artigos de revisão, os que não representavam o tema pesquisado, os desenvolvidos fora do ambiente hospitalar, os desenvolvidos por acadêmicos em formação e que tratavam exclusivamente da técnica de comunicação. Foram selecionados oito artigos caracterizados em três temáticas: tecnologia e simulação, na qual todos os artigos selecionados apontam melhorias na qualidade do atendimento ofertado ao paciente e no trabalho em equipe; farmácia e medicamentos, que possibilitaram a diminuição de erros de prescrição e administração; e prevenção de quedas, que problematizou a mudança de comportamento a partir da conscientização e educação. As estratégias interdisciplinares de educação em saúde, no contexto de trabalho hospitalar, com foco na segurança do paciente, podem reduzir lesões decorrentes do tratamento e melhorar o cuidado hospitalar para o paciente.<strong></strong></p><p>Identificar estratégias interdisciplinares de educação em saúde, no contexto de trabalho hospitalar, com foco na segurança do paciente. Revisão de literatura nas bases de dados PubMed e LILACS, utilizando os descritores: “Educação em Saúde”; “Pesquisa Interdisciplinar” e “Segurança do Paciente”. Os critérios de inclusão foram: artigos publicados entre 2015 e 2019 nos idiomas português e/ou inglês; foram excluídos os artigos duplicados, artigos de revisão, os que não representavam o tema pesquisado, os desenvolvidos fora do ambiente hospitalar, os desenvolvidos por acadêmicos em formação e que tratavam exclusivamente da técnica de comunicação. Foram selecionados oito artigos caracterizados em três temáticas: tecnologia e simulação, na qual todos os artigos selecionados apontam melhorias na qualidade do atendimento ofertado ao paciente e no trabalho em equipe; farmácia e medicamentos, que possibilitaram a diminuição de erros de prescrição e administração; e prevenção de quedas, que problematizou a mudança de comportamento a partir da conscientização e educação. As estratégias interdisciplinares de educação em saúde, no contexto de trabalho hospitalar, com foco na segurança do paciente, podem reduzir lesões decorrentes do tratamento e melhorar o cuidado hospitalar para o paciente.<strong></strong></p> 2022-07-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Saúde (Santa Maria)