Saúde (Santa Maria) https://periodicos.ufsm.br/revistasaude <p style="text-align: justify;">Saúde (Santa Maria) é uma revista acadêmico-científica em formato online que visa divulgar a produção científica na área da saúde. Foi criada em 1978, ISSN 0103-4499 versão impressa, passando a versão online em 2004 e ingressando no SEER em 2010. Editada e publicada pelo Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM, RS, Brasil). A sua missão é a publicação de resultados originais de pesquisas na área da saúde abrangidos pelas seções do periódico, em português, e/ou inglês e/ou espanhol. Publicada com periodicidade de <strong>fluxo contínuo.</strong></p> <p style="text-align: justify;"><strong>eISSN 2236-5834 | Qualis/CAPES (2021-2024) = B1</strong></p> pt-BR <p>Direito autoral (Copyright): todo o conteúdo do periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0) <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR" target="_blank">https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR</a>/.</p><p> A Declaração de Direito Autoral e os itens a serem observados podem ser visualizados abaixo:</p><p> <strong>1. Política para Periódicos de Acesso Livre</strong> </p><p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p><p> a) Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p><p> b) Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p><p> c) Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).</p><p>Todo o conteúdo do periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0) <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR" target="_blank">https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR</a>/.</p> revistasaude.ufsm@gmail.com (Revista Saúde (Santa Maria)) revistasaude.ufsm@gmail.com (Revista Saúde (Santa Maria)) Thu, 18 Jun 2026 09:53:21 -0300 OJS 3.3.0.10 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Perfil clínico de idosos atendidos em uma unidade básica de saúde em Minas Gerais - MG https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/69389 <p>Objetivo: Identificar o perfil clínico dos idosos atendidos em uma Unidade Básica de Saúde, na região do Triângulo Sul Mineiro. Métodos: Trata-se de um estudo quantitativo, de caráter descritivo, retrospectivo, realizado em uma Unidade Básica de Saúde da macrorregião Triângulo Sul de Minas Gerais. Para a coleta de dados foi elaborado um instrumento abrangendo dados demográficos e clínicos (comorbidades) e submetido à validação aparente e de conteúdo por três juízes especialistas. Após a realização de um levantamento sobre o número de atendimentos, foi realizada uma amostragem estratificada por aleatorização. A coleta de dados ocorreu entre os meses de março e maio de 2021 e a análise dos dados foi realizada por meio de estatística descritiva, onde as variáveis categóricas e quantitativas foram analisadas empregando medidas de frequências absolutas e as relativas. Resultados: Foram analisados os 448 prontuários, cuja a maioria era de idosos do sexo feminino, que possuíam doenças crônicas não transmissíveis, e as comorbidades mais prevalentes foram a hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e a obesidade; e os diagnósticos mais presentes eram o hipotireoidismo e a dislipidemia/ hiperlipidemia. Contudo, para cada variável avaliada, foram encontrados muitos prontuários incompletos ou com faltas de informações. Considerações finais: A falta de informação nos prontuários pode refletir em um déficit no cuidado, o que torna imprescindível a capacitação da equipe de saúde sobre o correto preenchimento, visando o planejamento da assistência de enfermagem integral e humanizada a esta população.</p> Mariana Donadon Caetano, Gabriela Garcia Soares, Isabela Aparecida Gonçalves Prada, Joyce Mara Gabriel Duarte, Adriana Cristina Nicolussi Copyright (c) 2026 Mariana Donadon Caetano, Gabriela Garcia Soares, Isabela Aparecida Gonçalves Prada, Joyce Mara Gabriel Duarte, Adriana Cristina Nicolussi https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/69389 Fri, 26 Jun 2026 00:00:00 -0300 Características clínico-radiográficas, histopatológicas e modalidades terapêuticas do ameloblastoma unicístico: uma revisão integrativa de casos clínicos https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/87933 <p>O ameloblastoma unicístico (AU) é um tumor odontogênico benigno com aspectos clínicos e radiográficos semelhantes a um cisto. Embora o tratamento indicado seja a enucleação, não há na literatura um consenso sobre o tratamento mais adequado. O objetivo deste trabalho é revisar as características clínico-radiológicas e histopatológicas, a fim de direcionar o o diagnóstico e o tratamento mais adequado para o AU. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. Dentre 324 estudos identificados, apenas 17 artigos foram selecionados para a construção desta revisão, totalizando 18 casos de AU devidamente diagnosticados mediante análise histopatológica. O AU apresenta uma variedade de características clínicas, radiológicas e histopatológicas, que devem ser consideradas durante a escolha do tipo de tratamento. A partir desta revisão, nota-se que, no geral, o AU não tem predileção por sexo e acomete indivíduos mais jovens, usualmente na 1ª e 2ª década de vida. Geralmente, localiza-se na região posterior de mandíbula e causa um aumento de volume indolor. Radiograficamente, possui frequentemente aparência radiolúcida unilocular. Histologicamente, o AU se assemelha ao padrão morfogenético do órgão do esmalte, contudo, não é capaz de sintetizar a proteína matriz de esmalte. Nesse contexto, o AU é classificado em três subtipos histopatológicos de proliferação: luminal (subtipo 1), intraluminal (subtipo 2) e mural (subtipo 3). Conclui-se que o patologista deve reconhecer os subtipos histológicos, os quais influenciam no comportamento biológico da lesão. Infere-se, portanto, que tratamentos conservadores são apropriados para os subtipos luminal e intraluminal, mas, caso haja invasão mural, são necessários manejos mais radicais devido à chance de recidiva.</p> Josivaldo Bezerra Soares, Paulo Rogério Ferreti Bonan, Katia Caetana Pereira, Carlos Eduardo de Oliveira Góes, Victor Samuel de Almeida Lopes, Danielle Araújo Izidio Carvalho de Azevedo, Yann Cecchetti Vaz Cardoso, Edmundo Junio Rodrigues de Almeida, Bianca Gomes Teixeira, Hélder Domiciano Dantas Martins Copyright (c) 2026 Josivaldo Bezerra Soares, Paulo Rogério Ferreti Bonan, Katia Caetana Pereira, Carlos Eduardo de Oliveira Góes, Victor Samuel de Almeida Lopes, Danielle Araújo Izidio Carvalho de Azevedo, Yann Cecchetti Vaz Cardoso, Edmundo Junio Rodrigues de Almeida, Bianca Gomes Teixeira, Hélder Domiciano Dantas Martins https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/87933 Fri, 03 Jul 2026 00:00:00 -0300 Ação de plantas medicnais brasileiras com atividade antii-Inflamatória e cicatrizante: uma revisão integrativa https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/89630 <p>Inúmeras plantas possuem propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes, contudo, muitas ainda não foram efetivamente estudadas, sendo voltadas, principalmente, à etnofarmacologia. Diante desta questão, a presente pesquisa busca efetuar o levantamento de informações acerca dos últimos estudos voltados às plantas medicinais brasileiras no âmbito do processo inflamatório e de cicatrização. Em termos metodológicos, a pesquisa é uma revisão de literatura integrativa, sendo que foi utilizada a base PubMed para o levantamento. Foram utilizados os descritores “planta medicinal AND cicatrização AND mecanismo de ação AND anti-inflamatório AND planta brasileira” nos idiomas português, inglês e espanhol. A pesquisa foi restrita aos últimos 10 anos. Foram pré-selecionados 42 artigos, sendo que destes, 20 foram submetidos a leitura total. De acordo com os critérios de inclusão, 10 artigos foram selecionados para compor o corpus final do estudo. Dentre os testes in vitro mais utilizados nos artigos para avaliar a ação terapêutica das plantas destaca-se o MTT com linhagens celulares de macrófagos e o ensaio de fator nuclear kB luciferase. Para os testes in vivo foram utilizados o edema de pata induzido por carragenina, peritonite induzida por lipopolissacarídeo, pleurisia, migração de leucócitos para a cavidade peritoneal e a inflamação induzida por cristais de urato monossódico. Todos os autores obtiveram resultados satisfatórios com os modelos testados. Os principais mediadores inibidos nos testes para avaliar a atividade anti-inflamatória da planta foram o NO, TNF-α, IL-1β, IL-4, IL-5, MCP-1 e neutrófilos. Os artigos confirmam o potencial significativo da flora brasileira na produção de novos medicamentos pertencentes à classe dos anti-inflamatórios e cicatrizantes. Mais pesquisas são necessárias para avaliar a toxicidade e segurança dos compostos avaliados.</p> Thalia de Oliveira, Maria Helena Toni Santos, Isadora de Jesus Mariano Lacerda, Juliane Nadal Dias Swiech Copyright (c) 2026 Thalia de Oliveira, Maria Helena Toni Santos, Isadora de Jesus Mariano Lacerda, Juliane Nadal Dias Swiech https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/view/89630 Thu, 18 Jun 2026 00:00:00 -0300