Uma década do movimento de Arte Indígena Contemporânea no Brasil: um caminho transgeracional coletivo em rede

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/1983734896559

Palabras clave:

Acervos, História da Arte, Coletivos, Pedagogia

Resumen

O artigo analisa a consolidação da Arte Indígena Contemporânea no Brasil na última década, destacando seu caráter coletivo, transgeracional e politicamente engajado. A partir de exposições, projetos institucionais e articulações internacionais, evidencia a ampliação da presença de artistas, curadores e coletivos indígenas em circuitos nacionais e globais, bem como as tensões que isso produz nas estruturas institucionais e narrativas históricas. Originado do podcast AIC, no âmbito do projeto A North-South Dialogue in Afro-Indigenous Art (2022–2024), o texto reconhece avanços, mas também aponta contradições e alerta para possíveis capturas pelo mercado de arte brasileiro e internacional. Conclui que a Arte Indígena Contemporânea se afirma como um campo crítico em expansão, no qual estética, política e cosmologia se articulam para questionar o universalismo e as lógicas competitivas do conhecimento ocidental.

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Biografía del autor/a

Laura Burocco, Centro em Rede de Investigação em Antropologia

Investigadora del Centro de Investigación en Antropología (CRIA) en ISCTE, en Lisboa, su trabajo examina la intersección entre cultura y poder como eje central de la descolonización del conocimiento, abordando críticamente la academia y las artes.

Tiene un doctorado en Comunicación y Cultura por la Escuela de Comunicación de la UFRJ; y estudios posdoctorales en Historia y Teoría Visual en el Centre for Humanities Research de la UWC, así como en Artes Visuales en la Escuela de Bellas Artes de la UFRJ.

Entre 2022 y 2024 organizó el proyecto A South–North Dialogue in Afro-Indigenous Art, que dio lugar a varias publicaciones y al pódcast Arte Indígena Contemporánea (disponible en portugués e inglés), así como el proyecto Southern Thoughts on a Northern Biennale, que también resultó en una serie de pódcast sobre la presencia africana en la Bienal de Venecia.

Vive entre Sudáfrica, Portugal y Brasil.

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Publicado

2026-08-14

Número

Sección

Dossiê – Artes Indígenas Contemporâneas: acontecimentos de uma década anunciada