Indigenous Cosmopolitics in Contemporary Art: Ontological Tensions, Regimes of Visibility and the Destabilization of the Artistic Field

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5902/1983734894802

Keywords:

Contemporary indigenous art, Cosmopolitics, Decoloniality, Territory, Curatorship

Abstract

This article analyzes contemporary Indigenous art as a cosmopolitical force that tensions curatorial devices and hegemonic regimes of visibility. A qualitative, critical, and documentary approach examines an empirical corpus with paradigmatic cases, such as the presence of the MAHKU collective at Documenta Fifteen and works by artists like Denilson Baniwa and Daiara Tukano, articulating decolonial and Indigenous theoretical perspectives. The results demonstrate that these artistic practices operate an ontological rupture, destabilizing modern categories of artwork, authorship, and archive by reinscribing art as an extension of territorial struggle and living memory. It concludes that Indigenous aesthetic insurgency confronts the coloniality of cultural institutions and projects futures that reconfigure the very concept of art in the present.

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Author Biographies

Tiago Negrão Andrade, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Mídia e Tecnologia da FAAC – Universidade Estadual Paulista (Unesp). Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, pela Universidade de Sorocaba (Uniso).

Maria Cristina Gobbi, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Pesquisadora Livre-Docente em História da Comunicação e da Cultura Midiática pela UNESP pela Unesp. Chefa no Departamento de Jornalismo e professora dos cursos de Graduação e de Pós-Graduação da mesma instituição. Bolsista de Produtividade do CNPq e Bolsista Fapesp (Processo 22/08397-6). Diretora Administrativa da ALAIC. Integra o INCT Caleidoscópio.

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Published

2026-08-28

Issue

Section

Dossiê – Artes Indígenas Contemporâneas: acontecimentos de uma década anunciada