À luz do candeeiro e o constructo do ‘eu’ fonte: educação pela arte, ciência e política

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2318133866773

Palavras-chave:

Autobiografia, itinerário, vida acadêmica, habitus negro, memórias, constructo do ‘eu’ fonte.

Resumo

Esta tese de natureza autobiográfica intenta responder ao seguinte questionamento: Qual é a percepção que tenho da minha trajetória de vida desde as séries iniciais à universidade, em relação aos campos artístico e acadêmico-científico e as disposições políticas decorrentes entre 1975 e 2020? Para tanto, a temporalidade autobiográfica corresponde ao início do processo de escolarização numa instituição pública, Escola Municipal de 1º Grau Marechal Arthur da Costa Silva, na cidade de Jaboatão dos Guararapes/PE, com o fechamento correspondendo a um ciclo político experimentado na Universidade Federal de Pernambuco - UFPE - e o processo de ritual de passagem para o estágio mais elevado na carreira docente no Brasil: o de professor titular, motivação central deste estudo. A trajetória é demarcada por campos que envolvem a educação, a arte, o ambiente acadêmico, a ciência e a política, cuja hipótese diz respeito a minha transmigração do campo artístico ao acadêmico-científico. Para confirmação dessa hipótese, estabeleci três objetivos, sendo: 1) contribuir com o debate acerca do método (auto)biográfico enquanto instrumento de pesquisa e seu impacto em memoriais discursivos; 2) construir e analisar a autonarrativa, focando nas ações que perpassaram a minha ambientação escolar, artística, acadêmico-científica e política e 3) levantar e analisar diferentes tipologias de fontes que evidenciam a minha mudança de trajetória e a imersão nas atividades científicas e participação na política institucional. Considerando o método (auto)biográfico, em momentos diferentes, gravei 5h20min. de áudio, mediante roteiro por mim previamente estabelecido, e utilizei da entrevista que havia concedido anteriormente ao Laboratório de História Oral e da Imagem, em 2009, com tempo aproximado de 2h14min. Além disso, trouxe para análise massa documental e iconográfica do arquivo pessoal e de diferentes acervos institucionais - escolas, universidades, plataforma do CNPq/currículo Lattes, blogs e jornais online -, bem como a minha produção acadêmica: livros, capítulos de livros, artigos em periódicos científicos e anais de congressos. A análise foi realizada a partir dos seguintes marcos conceituais: configuração, sublimação, campo de produção, habitus, individualização, outsider, estratégia e tática, objetivação e subjetivação; que corroboraram a autonarrativa, cujo resultado é o diagrama constructo do ‘eu’ fonte desenvolvido por meio da linguagem científica na transmigração que consegui realizar no itinerário entre a escola, a arte e a vida acadêmica.

Biografia do Autor

Edilson Fernandes de Souza, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco

Edilson Fernandes de Souza é pós-doutor em Sociologia pela Universidade do Porto-Portugal (2010); Doutor em Educação Física/Estudos do Lazer pela Universidade de Campinas (1998); Mestre em Educação Física/ Imaginário Social e Atividades Corporais pela Universidade Gama Filho (1995). Como docente na UFPE participa do Programa de Pós-Graduação em Educação/Identidades e Memórias; Programa de Pós-Graduação em Gerontologia/Envelhecimento, Cultura e Sociedade/UFPE e coordena os grupos de pesquisa Teoria e História da Educação e de Sociologia do Esporte/UFPE/CNPq.

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-8842-4304.

Endereço: Rua Presidente Washington Luiz, 85 - 50.720 630 - Recife - PE - Brasil.

E-mail: edilson.souza@ufpe.br.

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SUASSUNA, Dulce Figueira. Prefácio à terceira edição. In: SOUZA, Edilson Fernandes de. Entre o fogo e o vento: as práticas de batuques e o controle das emoções. Recife: UFPE, 2010.

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VELANDIA MORA, Manuel Antônio. De la autobiografia a la autoetnografia como herramienta para el estudio de sí mesmo. España: Universidad del País Vasco, 2010. 159f. Tesis (Douctorado em Psicopedagogía). Universidad del País Vasco.

Arquivos institucionais

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Escola de 1º Grau Professor Pedro Augusto Carneiro Leão. Sala de Administração. Pasta Individual de Aluno. Letra E, 1977-1979. Requerimento de matrícula (5ª 8ª), histórico escolar, ficha individual de aluno e documentos da Escola Centro Educativo Operário Agamenon Magalhães, 1976.

Escola de Referência em Ensino Médio de Beberibe. Livro ata dos resultados finais da 8ª série “B” do turno 2º do 1° Grau. Recife/PE

Escola Epitácio Pessoa. Sala arquivo de documentação. Caixa -64, de 3902 a 3969 - Arquivo 3945. E-05. Vários documentos. Cabo de Santo Agostinho/PE

Escola Técnica Estadual Almirante Soares Dutra. Sala de apoio técnico. Ata de resultados finais do rendimento escolar do ano de 1983. 3ª série. Auxiliar de Enfermagem “E”. Turno da Tarde do 2º Grau. Recife/PE.

Escola Santo Inácio de Loyola. Arquivo permanente. Ficha individual curso de 2º Grau. Vários documentos, 1981-1982.

Escola Municipal de 1º Grau Marechal Arthur da Costa e Silva. Registro de frequência, Classe 3ª. novembro, 1975. Jaboatão dos Guararapes/PE.

Arquivo pessoal

Procuração ao Sr. Ademir Schimidt para realizar matrícula no Programa de Pós-graduação em Educação Física Estudos do Lazer da Unicamp. Americana/SP. 1997.

Diploma de Graduação em Educação Física. Universidade Castelo Branco/RJ. 1998.

Diploma de Doutorado em Educação Física/Estudos do Lazer. Universidade Estadual de Campinas, 1999.

Declaração de Término do Curso com Disciplinas Cursadas. Grupo Palestra Sport. Faculdade de Educação Física de Arapongas/PR, 1991.

Portaria de Nomeação de Chefe de Setor. Universidade Federal de Uberlândia/MG, 1993.

Certificado de Conclusão do Mestrado em Educação Física. Universidade Gama Filho/RJ, 1995.

Declaração de Conclusão do Estágio Pós-Doutoral. Faculdade de Letras. Universidade do Porto, 2010.

Crachá da Associação dos Cronistas de Pernambuco (ACDP), 2010.

Monografia de Dança Afro Primitivo (DAP). Edilson Sheriff. Rio de Janeiro. (mimeogr.), 1991.

Carteira de estudante da Associação Pernambucana de Serviços Educacionais. Escola Santo Inácio de Loyola. 2ª Série “C” do 2º Grau, 1982.

Fotografia Dança Afro. Edilson Sheriff (Fernandes de Souza). Fotógrafa Cleidimar do Studio Baila. Apresentação Pública. Praça Rui Barbosa- Uberaba/MG, 1989.

Fotografia Dança Afro. Edilson Sheriff (Edilson Fernandes de Souza). Fotógrafo Desconhecido. Apresentação no Painel de Dança. Faculdades Integradas Castelo Branco/RJ, 1989.

Fotografia de Formatura. Licenciatura em Educação Física. Fotógrafa Dulcinéa Silva. Teatro João Caetano, Rio de Janeiro/RJ, 1991.

Fontes orais

Edilson Fernandes de Souza. Autonarrativa. Gravação em 30 de dezembro de 2018, na residência, cidade do Recife. Captação do áudio realizado pelo autobiógrafo. Título: Primeira gravação. Tempo de 00:52:08,16.

Edilson Fernandes de Souza. Autonarrativa. Gravação em 31 de dezembro de 2018, na residência, cidade do Recife. Captação do áudio realizado pelo autobiógrafo. Título: Biografia, fala 2. Tempo de 00:44:11,34.

Edilson Fernandes de Souza. Autonarrativa. Gravação em 02 de janeiro de 2019, na residência, cidade do Recife. Captação do áudio realizado pelo autobiógrafo. Título: Biografia, fala 3. Tempo de 00:53:05,47.

Edilson Fernandes de Souza. Autonarrativa. Gravação em 11 de janeiro de 2019, na residência, cidade do Recife. Captação do áudio realizado pelo autobiógrafo. Título: Escola, gravação 1. Tempo de 00:55:18,71.

Edilson Fernandes de Souza. Autonarrativa. Gravação em 12 de janeiro de 2019, na residência, cidade do Recife. Captação do áudio realizado pelo autobiógrafo. Título: Escola e política. Tempo de 00:41:13,73.

Edilson Fernandes de Souza. Autonarrativa. Gravação em 23 de janeiro de 2019, na residência, cidade do Recife. Captação do áudio realizado pelo autobiógrafo. Título: Para Inaldete Pinheiro - Memória da Negritude Pernambucana. Tempo de 00:42:25,62.

Edilson Fernandes de Souza. Autonarrativa. Gravação em 19 de julho de 2019, na residência, cidade do Recife. Captação do áudio realizado pelo autobiógrafo. Título: Largaram a mão 1. Tempo de 00:13:57,82.

Edilson Fernandes de Souza. Autonarrativa. Gravação em 24 de julho de 2019, na residência, cidade do Recife. Captação do áudio realizado pelo autobiógrafo. Título: UFU, Eleição diretor. Tempo de 00:10:08,00.

SOUZA, Edilson. Edilson Fernandes de Souza (depoimento, 2009). Recife, Laboratório de História Oral e da Imagem - Lahoi. Entrevistadores: Isabel Guillen e Ivaldo Marciano. Gravação realizada no Núcleo de Educação Física e Desportos/NEFD/UFPE. Tipo da entrevista: história oral de vida/temática. Tempo de 02:14:13,00.

Fontes escritas

Edilson Fernandes de Souza. Currículo Lattes. http://lattes.cnpq.br/3329563140947244. print realizado em 24/11/2018.

Edilson Fernandes de Souza. Entrevista à Isabel Guillen e Ivaldo Marciano. Projeto Ritmos, Cores e Gestos da Negritude Pernambucana. 22/06/2009. Disponível em https://www3.ufpe.br/negritude/index.php?option=com_content&view=article&id=332%3Aedilson-fernandes-de-souza&catid=30&Itemid=244. Acesso em 06/12/2018, às 07h30.

Blog Inaldo Sampaio. A Política com “P” Maiúsculo. Disponível em: http://www.inaldosampaio.com.br/professor-de-origem-negra-entra-na-disputa-pela-reitoria-da-ufpe/ 23/02/2015. Acesso em 15/12/2018. Às 6h37

PAZ, Jailson. Menino negro e pobre tornou-se doutor quando afrodescendentes não entravam no ensino superior. Diário de Pernambuco, Pernambuco, 17 de nov. 2015. Disponível em: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2015/11/17/interna_vidaurbana,610680/menino-negro-e-pobre-tornou-se-doutor-quando-afrodescendentes-nao-entravam-o-ensino-superior.shtml. Acesso em 06/12/2018.

Agência de Notícia/UFPE/Clipping/Diário de Pernambuco. UFPE tem disputa histórica ao cargo de reitor. 2015, p. a7. Disponível em: https://www3.ufpe.br/agencia/clipping/index.php?option=com_content&view=article&id=21764:ufpe-tem-disputa-historica-pelo-cargo-de-reitor&catid=732&Itemid=228. Acesso em 22/07/2019.

Fontes iconográficas

Ritmos, cores e gestos da negritude pernambucana. Laboratório de história oral e da imagem. Lahoi/UFPE. Balé Primitivo de Arte Negra. Várias fotografias. Disponível em: https://www3.ufpe.br/negritude/images/galeria/bale_primitivo/foto%2027.jpg. Acesso em: 09/08/2019. Dessa plataforma utilizei as fotografias de número 27, 31, 48 e 50.

Fotografia Solo de dança afro. Painel de Dança. Faculdades Integradas Castelo Branco. Rio de Janeiro, 1998. Acervo pessoal.

Fotografia de Formatura em Educação Física. Teatro João Caetano/RJ, 1991. Acervo pessoal.

Fotografia com professores no pátio das Faculdades Clarentianas, Batatais/SP, 1991. Acervo pessoal.

Fotografia no campus da UFPE. Fotógrafo Paulo Paiva. 2015. Acervo do Diário de Pernambuco.

Fotografia na sala de aula da Pós-Graduação em Educação, 2018. Fotógrafo e acervo Paulo Pergentino.

Fotografia de apresentação de dança afro. Praça Rui Barbosa, Uberaba/MG, 1989. Fotógrafa Cleidimar Studio Baila. Acervo pessoal.

Fotografia/retrato dos meus pais - Montagem de 2002. Fotógrafo desconhecido. Acervo de Lídia Pinto de Souza.

Fotografia aos 12 anos de idade, 1977. Fotógrafo desconhecido. Acervo da Escola de 1º grau professor Pedro Augusto Carneiro Leão.

Fotografia aos 17 anos de idade, 1982. Fotógrafo desconhecido. Acervo da Escola Epitácio Pessoa.

Fotografia no estúdio. Ensaio. Rio de Janeiro, 1986. Acervo pessoal.

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Publicado

29-10-2021

Como Citar

Souza, E. F. de. (2021). À luz do candeeiro e o constructo do ‘eu’ fonte: educação pela arte, ciência e política. Regae - Revista De Gestão E Avaliação Educacional, e66773, p. 1–325. https://doi.org/10.5902/2318133866773