Sistema previdenciário sob a ótica das finanças comportamentais
DOI:
https://doi.org/10.5902/198346592015Resumo
http://dx.doi.org/10.5902/198346592015
A decisão de como e onde investir o dinheiro está ligada ao nível de risco que se deseja assumir em relação ao retorno esperado. Assim, este artigo buscou demonstrar a influência do comportamento humano quanto ao crescimento dos fundos de investimentos no Brasil, por meio de um levantamento de dados pertinentes à previdência. A presente pesquisa é exploratória, prática, com fonte de dados primária e secundária. O estudo é qualitativo-quantitativo e de natureza indutiva. Os resultados demonstraram que: a maioria das pessoas ou não faz planejamento em longo prazo (63%) ou o faz para, no máximo, os próximos cinco anos (40%); 37% esperam ganhar de 9 a 12 salários; 40,0% dos respondentes investem em planos de previdência ou pretendem fazer outros investimentos (43%); 77% dos respondentes investiriam num plano de previdência e 80,0% manifestaram a crença de que haveria o recebimento da aposentadoria; 67,0% dos respondentes não contribuiriam com o INSS caso este fosse facultativo; em relação às denúncias de fraude no INSS, 73% acham que estas vão interferir em sua aposentadoria futura. Como conclusão, observa-se que, embora as pessoas acreditem que não receberiam seu benefício futuramente, a maioria tem mais segurança no INSS do que nos planos de previdência privada.
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