Aversão ao risco em profissionais do setor financeiro
DOI:
https://doi.org/10.5902/1983465916344Resumen
O estudo das finanças comportamentais é fundamental para a complementação da teoria moderna de finanças, pois fatores comportamentais exercem influência nas decisões de investimento. Diante disso, este trabalho teve como objetivo analisar a aversão ao risco de profissionais do setor financeiro, verificando as diferenças existentes entre indivíduos que efetivamente investem seus recursos e os que gostariam de investir, segregando os resultados conforme gênero, escolaridade, idade, tempo de trabalho e número de dependentes. Os resultados obtidos baseiam-se em dados coletados por meio de questionários, elaborados de acordo com a metodologia proposta por Kahneman e Tversky em 1979 e aplicados a funcionários de 18 agências de quatro instituições financeiras de Santa Maria, Rio Grande do Sul. Concluiu-se que os respondentes do sexo masculino são mais propensos ao risco e que o aumento do número de dependentes aumenta a aversão ao risco. Percebeu-se, também, um perfil fortemente avesso ao risco, em que poucos respondentes se aventuram em investimentos que não são livres de risco. Verificou-se, ainda, que, embora exista a intenção de realizar investimentos mais arriscados, os respondentes de fato não o fazem, o que pode estar ligado ao medo de reportarem seus erros.
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