Morfometria de sementes, emergência de plântulas, crescimento inicial e aclimatação de mudas de baru ( Dipteryx alata Vog.)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2316980X88209

Palavras-chave:

Alocação de biomassa, Cerrado, Rustificação de mudas, Sobrevivência de plantas

Resumo

O objetivo foi analisar a morfometria de sementes, emergência de plântulas, crescimento inicial e aclimatação de mudas de baru (Dipteryx alata Vog.). Foram determinadas as dimensões e a massa individual das sementes, a porcentagem (E%) e velocidade de emergência (IVE) das plântulas, bem como o crescimento inicial das mudas mantidas em casa de vegetação e submetidas à aclimatação. As sementes apresentaram massa individual de 1,27 ± 0,19 g e comprimento, largura e espessura de 24,67 ± 1,57 mm, 10,52 ± 0,62 mm e 8,33± 0,68 mm. Após 14 dias da semeadura, E% e IVE foram de 75,33% e 0,75 respectivamente. As mudas apresentaram 16,31 cm de altura, 3,69 mm de diâmetro e 3,85 folhas por muda após 35 dias da emergência das plântulas. A aclimatação luminosa afetou os parâmetros de crescimento, reduzindo o número de folhas e mantendo a altura e o diâmetro das mudas ao longo de 60 dias. Por outro lado, não houve influência da irrigação (diária, semanal ou a cada três dias) sobre os parâmetros mencionados. A aclimatação promovida leva à ajustes fisiológicos que promovem alterações morfológicas das mudas.

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Biografia do Autor

Daniela Pereira Dias, Universidade Federal de Jataí

Professor Associado (Ciências Agrárias/Engenharia Florestal)  

Iracelia Tavares dos Santos, Universidade Federal de Jataí

Engenheira Florestal, Universidade Federal de Jataí

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Publicado

2026-09-23

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Artigos