Turco é a mãe! O imaginário na formação cultural libanesa do Rio Grande do Sul da primeira metade do século XX

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DOI:

https://doi.org/10.5902/2175497785022

Schlagworte:

Diáspora, Imaginário, Imigração

Abstract

A partir dos conceitos de diáspora de Hall (2009) e de imaginário de Silva (2020) e Durand (2021), esta pesquisa aborda como tais perspectivas se relacionam a partir do estudo de caso dos imigrantes libaneses que chegaram ao Rio Grande do Sul na primeira metade do século XX. No lugar comum, muitos brasileiros chamavam todos os ex-integrantes do Império Otomano de turcos, no entanto, cada nação tem as suas próprias características e identidade cultural, como no caso libanês. Assim, após a chegada destes imigrantes alguns elementos aparecem como fundadores do imaginário da diáspora libanesa no sul do Brasil, tais como a atividade econômica, a língua, os clubes e redes de apoio, matrimônio e a família, além da relação com as pessoas que já viviam no Rio Grande do Sul anteriormente.

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Autor/innen-Biografie

Eduardo Ritter, Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)

Eduardo Ritter é professor do curso de Jornalismo do Centro de Letras e Comunicação (CLC) da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). É doutor em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com estágio doutoral (Bolsa PDSE/Capes) na New York University (Estados Unidos). Graduado em Jornalismo, além de experiência em rádio, jornal e assessoria de imprensa, também foi professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Frecerico Westphalen, e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa). É autor de A tribo jornalística de Erico Verissimo (Unijuí, 2016), Jornalismo gonzo: mentiras sinceras e outras verdades (Insular, 2018) e Dançando valsa no pagode (Insular, 2022).

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Veröffentlicht

2026-07-21