Midiatização, ativismo e influência:

a presença do MST no Instagram

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2175497792700

Palavras-chave:

Influência digital, Movimentos sociais, Metodologia REATIVA

Resumo

A presença das organizações nas plataformas e o uso das tecnologias digitais têm se apresentado como compulsórias para a estratégia de comunicação corporativa no cenário contemporâneo. Com os movimentos sociais não é diferente. O presente estudo tem como objetivo investigar de que maneira o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) se beneficia da midiatização e da plataformização ao utilizar o Instagram como canal de comunicação e em que medida o MST é uma marca influenciadora. Para isso, utiliza-se a metodologia da pesquisa bibliográfica e análise do conteúdo, passando pela metodologia REATIVA de influência organizacional, a fim de identificar o grau de influência da marca. Os resultados preliminares da análise apontam que o MST está no nível intermediário de influência digital, em uma escala abaixo apenas do nível avançado. 

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Biografia do Autor

Ana Vasconcelos, Universidade de São Paulo

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade de São Paulo (USP), é mestre em Comunicação e Mercado pela Faculdade Cásper Líbero (2002) e graduada em Comunicação Social Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1994). Possui especializações em Teoria da Comunicação (2004) e em Design Gráfico (2010).Atua como parecerista da revista científica Extraprensa, vinculada ao Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Comunicação e Cultura (Celacc/USP). Desde 1997, é sócia-proprietária e diretora da ECO Editorial, produtora de conteúdo premiada com o Prêmio Aberje de melhor revista externa. Ao longo de sua trajetória, já produziu mais de 2 mil edições de revistas segmentadas, atuando em todas as etapas: pauta, edição, redação e projeto gráfico.É editora de revistas e livros, com ampla experiência em trade marketing, comunicação institucional e produção de conteúdos para sites, campanhas, manuais e materiais instrucionais. Desenvolve veículos de comunicação, guias, livros e campanhas que fortalecem o alinhamento do discurso corporativo e promovem conexões entre marcas e públicos. Atua também como redatora, diretora de arte e revisora de conteúdos técnicos e corporativos, além de roteirista de vídeos institucionais, como o minidocumentário Harald Unique Do Cacau ao Chocolate, filmado em Ilhéus (BA) e São Paulo (SP).Na área acadêmica, leciona no ensino superior desde 1999. Foi professora de cursos de extensão e pós-graduação na FMU, nas áreas de Jornalismo Cultural, Comunicação Institucional e Gestão de Revistas. Atuou como orientadora e avaliadora de TCCs em cursos de graduação e especialização. Desde 2016, leciona em cursos de graduação em diversas instituições de ensino superior. Desde 2018, é professora da Universidade São Judas, onde ministra disciplinas como Comunicação Integrada, Comunicação Pública, Informação e Projeto Gráfico, Laboratório de Projetos Editoriais, Laboratório de Produtos Jornalísticos e Imagem e Identidade Visual. Criou o novo projeto gráfico do jornal-laboratório Expressão e atua como supervisora de estágio em Jornalismo.Também desenvolve conteúdos para plataformas digitais e cursos de educação online, com foco em metodologias ativas e ensino híbrido, fundamentada no modelo do Ensino para a Compreensão (EpC). Sua pesquisa atual concentra-se em Movimentos Sociais.

Carolina Terra, Universidade de São Paulo

Pós-doutora (2018-2020), Doutora (2011) e mestre (2007) pelo Programa de Ciências da Comunicação pela ECA-USP. Possui graduação em Comunicação Social - habilitação em Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista (2001), é especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela ECA/USP (2004). Atualmente é professora na graduação e na pós-graduação da Escola de Comunicações e Artes da USP e nos cursos de especialização em Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas (GESTCORP) e Gestão da Comunicação Digital (DIGICORP). Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Relações Públicas/Comunicação Organizacional, atuando principalmente nos seguintes temas: relações públicas, comunicação organizacional, relacionamento organizacional, comunicação digital e mídias sociais. É coordenadora de conteúdo do portal Observatório da Comunicação de Crise (https://www.ufsm.br/projetos/institucional/observatorio-crise). É editora do blog RPalavreando (http://rpalavreando.com.br) dirigido à comunidade de interessados nos temas relativos à comunicação organizacional e relações públicas e autora dos livros "De funcionários a influenciadores: Por que ter programas de funcionários influencers vale a pena"(Summus, 2025), "Tópicos Avançados em Comunicação: Para Entender as Relações Públicas e a Comunicação Contemporâneas Reflexões e Tendências"(Freitas Bastos, 2025), "Insights para a Comunicação Organizacional" (UFSM, 2024), "Byung-Chul Han e a Hipercomunicação" (Paulus, 2023), "Comunicação Organizacional: práticas, desafios e perspectivas digitais" (Summus, 2021), "Marcas influenciadoras digitais: como transformar organizações em produtoras de conteúdo digital", "Mídias Sociais...e agora?" e "Blogs Corporativos - modismo ou tendência?", todos estes três pela Difusão Editora. Também é autora de diversos capítulos de livros e ebooks sobre Comunicação Digital, Relações Públicas Digitais e Mídias Sociais. É líder do grupo de pesquisa InfluCom (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/3823170183914648) e pesquisadora sênior do grupo de pesquisa Com+ (http://commais.org), registrado no CNPq (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1976722264426105).

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Publicado

21-07-2026

Como Citar

Vasconcelos, A. E. L., & Terra, C. F. . (2026). Midiatização, ativismo e influência:: a presença do MST no Instagram. Animus. Revista Interamericana De Comunicação Midiática, 25(53), e025004. https://doi.org/10.5902/2175497792700

Edição

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Artigos Livres