Recomendações em auditoria operacional: uma prospecção de fragilidades, com base na inteligência competitiva
DOI:
https://doi.org/10.5902/198346592333Resumo
A sociedade brasileira vem se apercebendo da importância de exigir a utilização responsável dos recursos públicos, postos à disposição de seus representantes eleitos, revertendo-os em benefícios que atendam às necessidades dos cidadãos. Os órgãos de controle externo começam a se preocupar com o atingimento de metas e melhoria de padrões de desempenho das políticas públicas e passam a realizar auditorias de natureza operacional, que buscam avaliar a gestão do ponto de vista da economicidade, eficiência e eficácia, bem como da efetividade das despesas governamentais. Esta pesquisa verificou se era possível identificar fragilidades que comprometessem a eficácia das recomendações emitidas pelas auditorias operacionais realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado de PE, a partir do conceito de inteligência competitiva e com vistas a subsidiar uma atuação preventiva e/ou contingencial. Utilizou-se do método dedutivo com pesquisa bibliográfica e documental, com a análise de todas as recomendações das auditorias operacionais realizadas e julgadas pelo TCE/PE de 2003-2007. Concluiu-se, com base na inteligência competitiva, que há fragilidades que podem comprometer a eficácia da implementação das recomendações emitidas pela auditoria operacional, que uma vez identificadas permitirão o estabelecimento de uma estratégia preventiva e uma estratégia contingencial, para fazer face aos fatores de risco, caso se concretizem.
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