Copa para Quem? Objetivos da Resistência à Copa do Mundo de 2014

Autores/as

  • Amanda Pruski Yamim Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Marília Bonzanini Bossle Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Sabrina da Rosa Pojo Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Carlos Alberto Vargas Rossi Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.5902/1983465910703

Resumen

As relações de consumo que permeiam um megaevento esportivo são amplas, devendo ser consideradas desde o momento do consumo dos jogos, bem como toda a modificação de consumo contextual causada direta ou indiretamente. De grande abrangência, sabe-se que a Copa do Mundo impacta o consumo internacional, nacional e local, alcançando inclusive o público não adepto ao futebol. No entanto, nos últimos anos, pode-se observar nos países sedes deste megaevento correntes de consumo contrárias. Diante desta constatação, este estudo tem como propósito central conhecer os objetivos relacionados aos movimentos de resistência à Copa do Mundo de 2014. Para tanto, foi realizada uma pesquisa com abordagem qualitativa, por meio de entrevistas em profundidade e análise de dados secundários. A importância deste estudo está ligada ao contexto vivido no Brasil em 2014, principalmente nas cidades-sede. Conclui-se que a resistência está direcionada às relações de poder existentes no mercado e não ao evento propriamente dito, o que deixa de ser associado ao aspecto simbólico do futebol e passa a ter como pressuposto a oportunidade para o maior diálogo entre consumidor, empresa e governo.

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Publicado

2016-10-02

Cómo citar

Yamim, A. P., Bossle, M. B., Pojo, S. da R., & Rossi, C. A. V. (2016). Copa para Quem? Objetivos da Resistência à Copa do Mundo de 2014. Revista De Administração Da UFSM, 9(3), 372–390. https://doi.org/10.5902/1983465910703

Número

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