Guerra de drones: vantagens, limites, níveis e o Exército Brasileiro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2357797597361

Palavras-chave:

Drones, Guerra na Ucrânia, Exército Brasileiro

Resumo

Este artigo objetiva analisar a centralidade do emprego de drones nos combates contemporâneos, a partir das lições colhidas do front ucraniano, bem como a posição do Exército brasileiro com relação à aquisição dessa capacidade. Num primeiro momento, o estudo descreveu as principais vantagens e limitações da plataforma não tripulada e, a seguir, discutiu a utilização dos drones nos três níveis de guerra, a saber, o tático, o operacional e o estratégico. Adotou-se abordagem metodológica de cunho qualitativa, baseada em revisão de literatura e análise documental. Os resultados mostraram um crescente ganho de relevância dos drones no campo de batalha, bem como uma atualização doutrinária do Exército brasileiro com relação ao emprego desses artefatos em todos os níveis de guerra. Por outro lado, quanto ao desenvolvimento de capacidades, os documentos analisados revelaram uma priorização da aquisição de drones de uso tático pelo Exército brasileiro, o que também confirma o alinhamento doutrinário com a tendência mais atual colhida da literatura, no sentido da migração dos meios maiores para os menores. Conclui-se, portanto, pela centralidade dos drones para as Forças terrestres de todo o mundo, inclusive do Sul Global.

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Biografia do Autor

Viviane Machado Caminha, Escola Superior de Defesa

Graduada em História, Bacharelado e Licenciatura Plena, pela Universidade Federal Fluminense; Mestre em História Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Doutora em História das Ciências, das Técnicas e Epistemologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Professora, Escola Superior de Defesa, Brasília, DF, Brasil.



Nádia Xavier Moreira, Escola Superior de Defesa

Graduação em Serviço Social pela Universidade Estadual do Ceará; Mestrado em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Doutorado em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Pós-Doutorado em Antropologia Social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Pesquisadora do Laboratório de Estudos em Economias e Globalização do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília; Oficial Superior da Marinha do Brasil (Capitão de Fragata); Doutoranda em Antropologia Social pela Universidade de Brasília; Professora, Escola Superior de Defesa, Brasília, DF, Brasil.

André Barros de Oliveira, Escola Superior de Defesa

Graduação em Direito pela Universidade de Brasília, Especialização no Curso de Altos Estudos em Defesa pela Escola Superior de Defesa; Mestrando em Segurança, Desenvolvimento e Defesa, Escola Superior de Defesa, Brasília, DF, Brasil.

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Publicado

2026-10-02