ENTRE O COGITO PARTIDO E A CONSCIÊNCIA DE SI

Adelar Conceição dos Santos

Resumo


O objetivo do presente texto é fazer um contraponto entre duas perspectivas da crítica das “filosofias do sujeito” modernas. Toma-se como ponto de partida a crítica de Ricoeur à significação filosófica do Cogito enquanto fundamento, na figura do “cogito partido”. Em seguida busca-se indagar em que medida a posição ricoeuriana representa um avanço com relação à crítica do sujeito moderno e em que medida permanece ainda tributária desta posição. Finalmente, como contraponto, apresenta-se a abordagem de Sartre ao problema na figura do Eu transcendental da fenomenologia husserliana.


Palavras-chave


Cogito; Consciência de si; Fenomenologia transcendental.

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