POLÍTICAS PÚBLICAS DE PATRIMÔNIO CULTURAL EM PORTUGAL: DA GÊNESE À MAIORIDADE – UMA ANÁLISE A TRÊS PROGRAMAS E DEZENOVE ANOS DE INTERVENÇÕES

Vítor Daniel Pires Ferreira

Resumo


O conceito Património Cultural sofreu uma evolução constante nas últimas décadas, conferindo-lhe uma nova centralidade no domínio das ciências sociais. A centralidade que se situava no domínio da preservação e conservação do Património, é actualmente, fruto do que alguns autores denominam de “tripla extensão do conceito”, tipológica, cronológica e geográfica, alargada a âmbitos até então inexistentes, acompanhando as funções que a sociedade contemporânea reserva para o conceito e consequentemente pela alteração do olhar que as políticas públicas lhe direccionam.

Este olhar tem vindo a incorporar questões como os seus usos. Defende-se a envolvência dos cidadãos, que é acompanhada por políticas de descentralização e desconcentração da administração central.

Mesmo sendo uma área prioritária de intervenção política, rareiam no entanto os estudos que analisam estas políticas e a sua evolução. Com o presente artigo pretende-se traçar a evolução das políticas públicas de cultura no que concerne ao Património Cultural em Portugal, mas igualmente compreender a interligação destas com outras políticas públicas.

Palavras-chave


Património Cultural; Políticas Públicas; Cultura; Evolução; Portugal

Texto completo:

PDF




 

Revista Sociais e Humanas (ISSN online 2317-1758)

Universidade Federal de Santa Maria | Centro de Ciências Sociais e Humanas

Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil.

E-mail: revistaccsh@gmail.com | Telefone: (55) 32208522


Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.