La sucesión en las cooperativas de crédito: gobernanza, construcción de sentido y prácticas organizativas
DOI:
https://doi.org/10.5902/2359043295006Palabras clave:
Sucesión organizacional, Cooperativas de crédito, Sensemaking, Gobernanza cooperativa, Recursos humanosResumen
La Resolución del CMN n.º 5.131/2024, al limitar el tiempo de permanencia en los consejos de administración, refuerza la sucesión como instrumento de renovación en las cooperativas de crédito. Ante el crecimiento del sector y las exigencias regulatorias, la sucesión de CEOs adquiere centralidad, aunque muchas cooperativas aún enfrentan dificultades para institucionalizar prácticas sucesorias consistentes. Este artículo investiga cómo el sensemaking de los CEOs influye en la gestión de la sucesión en cooperativas de crédito. La investigación adopta un enfoque cualitativo y exploratorio, con 22 entrevistas semiestructuradas realizadas a CEOs y gestores de RR. HH. de cooperativas singulares del sistema Sicoob. El análisis temático de contenido identificó cuatro dimensiones interdependientes: contexto organizacional, sentidos atribuidos por los CEOs, papel del área de RR. HH. y prácticas sucesorias implementadas. Los resultados indican que los significados atribuidos a la sucesión afectan su legitimidad y efectividad, pudiendo favorecer la continuidad estratégica o reforzar resistencias al cambio. El estudio contribuye a la gobernanza cooperativa y a la profesionalización de la gestión.
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