Associação entre interações medicamentosas e polimedicação de pacientes com infarto agudo do miocárdio em um hospital do Rio Grande do Sul

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2236583485394

Palavras-chave:

Infarto do miocárdio, Fatores de risco, Tratamento farmacológico, Saúde do idoso

Resumo

Objetivo: Avaliar os medicamentos, as potenciais interações medicamentosas e a polifarmácia de pacientes que tiveram infarto agudo do miocárdio e verificar a associação da polifarmácia com os fatores de risco. Métodos: Pesquisa do tipo transversal, descritiva e analítica realizada no Instituto de Cardiologia de um Hospital de Alta Complexidade no Sul do Brasil. A coleta de dados ocorreu entre maio e dezembro de 2017. Foram incluídos pacientes admitidos no hospital com infarto do miocárdio com supra desnivelamento do segmento ST. As variáveis do estudo foram: Medicação utilizada para identificar as interações medicamentosas, uso de polifarmácia e os fatores de risco para doenças cardiovasculares como tabagismo, etilismo, dislipidemias, diabetes mellitus (DM), hipertensão arterial sistêmica (HAS) e histórico familiar de doenças cardiovasculares (HF). Resultados: 191 pacientes participaram da pesquisa. Constatou-se que 52% das prescrições continham pelo menos uma interação medicamentosa potencial, sendo que 89% das interações potenciais foram consideradas moderadas e 11% graves. A polifarmácia esteve correlacionada com HF (p=0,025), DM (p=0,047), HAS (p≤0,001) e Interação Medicamentosa (p≤0,001). Considerações finais: A polifarmácia está associada com diabetes, hipertensão e histórico de doença cardiovascular familiar.

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Biografia do Autor

Emelli Fin Hermann, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul

Graduação em Farmácia do Departamento de Ciências da Vida – DCVida da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ., Ijuí, RS, Brasil.

Karine Raquel Uhdich Kleibert, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul

Graduação em Farmácia -   Departamento de Ciências da Vida – DCVida da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ., Ijuí, RS, Brasil. Mestranda em Atenção Integral à Saúde Unijuí/Unicruz/URI.

Paula Lorenzoni Nunes, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul

Graduação em Farmácia do Departamento de Ciências da Vida – DCVida da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ, Ijuí, RS, Brasil.

Leila Gisleide Sehn Heck, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul

Enfermeira, Associação do Hospital de Caridade de Ijui -HCI; Mestre em Atenção Integral à Saúde Unijuí/Unicruz.

Eliane Roseli Winkelmann, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul

Fisioterapeuta, Doutora em Ciências Cardiovasculares (UFRGS), Docente do Departamento de Ciências da Vida – DCVida da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ, do Programa Scricto Sensu Mestrado em Atenção Integral à Saúde UNICRUZ/UNIJUI; Líder do Grupo de Pesquisa Atenção em Saúde - GPAS.

Christiane de Fátima Colet, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul

Farmacêutica, Doutora em Ciências Farmacêuticas (UFRGS) Docente do Departamento de Ciências da Vida – DCVida da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ, do Programa Scricto Sensu Mestrado em Atenção Integral à Saúde UNICRUZ/UNIJUI/URI.

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Publicado

2026-09-22

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