Uso de tecnologias na promoção de alta hospitalar segura entre idosos – uma revisão integrativa da literatura

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2236583486583

Palavras-chave:

Alta do Paciente, Segurança, Idoso, Tecnologia em Saúde

Resumo

Introdução: A hospitalização é um fator de agravo à saúde dos idosos. O momento da alta hospitalar é um divisor de águas, no qual idosos que recebem alta são mais propensos a eventos adversos. O emprego de tecnologias na promoção de alta hospitalar segura para o paciente idoso pode ser positivo. Objetivo: avaliar o uso de tecnologias (leves, leves-duras e duras) aplicadas ao paciente idoso, durante o internamento ou na alta hospitalar. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. Metodologia: revisão foi realizada na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), nas bases/bibliotecas virtuais Medical Literature Analyses and Retrieval System Online (MEDLINE), Web of Science, Cochrane Library e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Artigos que incluíssem pacientes que estiveram hospitalizados, com idade igual ou superior a 65 anos, que abordassem tecnologias utilizadas na alta hospitalar e que fossem relativos às internações clínicas foram incluídos. Os critérios de exclusão foram: artigos de revisão, dissertações, teses, textos que não abordassem pacientes com idade igual ou superior a 65 anos, que não abordassem tecnologias utilizadas na alta hospitalar e que fossem relativos às internações cirúrgicas. Resultados: Foram incluídos 10 artigos, a maioria publicada em 2018. A comunicação na alta e o estabelecimento de protocolos por uma equipe treinada, além do treinamento da equipe, foram propostas pela maioria dos artigos. 70% relacionam tecnologias no momento da alta com o objetivo de avaliar a comunicação/satisfação/compreenção. Tecnologias relacionadas ao acompanhamento após a alta foram relacionadas em 30% dessa produção científica enquanto 40% tinham como análise correlacionar a atuação das tecnologias com possíveis casos de reinternação ou óbito. Conclusão: Em nenhum deles foi citado o emprego de tecnologia dura na promoção de alta segura. Os artigos não apresentaram uma padronização havendo condutas diferentes em cada serviço. Houve evidências de que intervenções melhoraram as experiências no momento da alta hospitalar.

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Biografia do Autor

Rafaella Lígia Roque Cordeiro, Universidade Federal da Paraíba

Graduação em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Residência Médica em Clínica Médica pelo Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Residência Médica em Geriatria pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo (IAMSPE), Mestranda em Gerontologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Cláudio Emmanuel Gonçalves da Silva Filho, Universidade Federal da Paraíba

Graduação em medicina pela Universidade Estadual de Campinas, pós-graduando em Medicina Paliativa pela Universidade Estadual de Pernambuco, professor da Faculdades de Medicina Nova Esperança, atuando nas áreas de Semiologia e preceptor do internato e da residência de clínica médica, coordenador clínico do pronto socorro do Hospital São Vicente de Paula/Instituto Walfredo Guedes Pereira, Mestrando em Gerontologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Luciana Maranhão Medeiros de Sousa, Universidade Federal da Paraíba

Graduação em medicina pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Residência Médica em Clínica Médica pelo Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Especialização em Geriatria e Gerontologia pela Faculdade Integrada do Recife (FIR), perita médica federal e médica da Prefeitura Municipal de Campina Grande, Mestranda em Gerontologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Francisco Rasiah Ladchumananandasivam, Universidade Federal da Paraíba

Graduação em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Residência Médica em Clínica Médica pelo Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Residência Médica em Nefrologia pelo Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUEC), Mestrado em Saúde da Família pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Médico do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Islânia Gisélia Albuquerque Araújo, Universidade Federal da Paraíba

Graduação em Farmácia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), mestrado (2007), doutorado (2011) e pós-doutorado (2012) em Farmacologia de Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Professora Adjunto III vinculada ao Departamento de Ciências Farmacêuticas do Centro de Ciências da Saúde/Universidade Federal da Paraíba (CCS/UFPB) e docente do Programa de Mestrado Profissional em Gerontologia da Universidade Federal da Paraíba (PMPG/UFPB)

Maria Lúcia do Carmo Cruz Robazzi, Universidade de São Paulo

Graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade de São Paulo (USP), Especialização em Enfermagem do Trabalho pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Mestrado em Enfermagem pela Universidade de São Paulo (USP), Doutorado em Enfermagem pela Universidade de São Paulo (USP), Professora Titular Sênior da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP), Professora Visitante no Programa Mestrado Profissional em Gerontologia - PMPG da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) de 2020-2022, Professora Visitante no Programa de Pòs-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Alfenas - (UNIFAL) a partir de 2023, coordenadora do projeto contemplado CAPES/COFEN - 2021 - Projetos de Cooperação entre Instituições PCI, entre a UFPB por meio do PMPG e a Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário do Araguaia, membro do Grupo Regional de Implantação e acompanhamento da RENAST - Rede Nacional de Assistência à Saúde do Trabalho da DIR de Ribeirão Preto (2004); Membro do Grupo de Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, responsável pela elaboração da Norma Regulamentadora 32; Membro da Comissão de Avaliação dos Programas de Pós-Graduação em Enfermagem da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES, (2009-2011); Assessorias às Universidades para implantação de Programas de Pós-Graduação em Enfermagem; em processos de avaliação de bolsistas de Projetos PIBIC. Membro efetivo da REDENSO Rede Internacional de Enfermería em Salud Ocupacional desde 2014.

Mariana Albernaz Pinheiro de Carvalho, Universidade Federal de Campina Grande

Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba (2010), com Licenciatura Plena em Enfermagem pela UFPB (2013). Especialista em Saúde da Família pela Faculdade Integrada de Patos (FIP) (2012). Especialista Residente pelo Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde Hospitalar do Hospital Universitário Lauro Wanderley com ênfase em Atenção ao Paciente Crítico (RIMUSH-HULW-UFPB) (2012). Mestrado na área de Concentração Cuidado em Enfermagem e Saúde pela Universidade Federal da Paraíba (2013). Doutorado na área de Concentração Cuidado em Enfermagem e Saúde pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba (2018), na linha de Políticas e Práticas do Cuidar em Enfermagem e Saúde. Professora Adjunto I no Curso de Bacharelado em Enfermagem do Departamento de Enfermagem Clínica da Universidade Federal da Paraíba (DENC/CCS/UFPB) Professora do Programa de Mestrado Profissional em Gerontologia da Universidade Federal da Paraíba (PMPG-UFPB), nas linhas de Políticas e Práticas na Atenção à Saúde e Envelhecimento e Envelhecimento e Tecnologias Inovadoras para o Cuidado à Pessoa Idosa. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Saúde e Enfermagem (GEPISE-UFCG).

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Publicado

2026-10-07