Jaider, um encantado
DOI:
https://doi.org/10.5902/1983734896516Palavras-chave:
Arte Indígena Contemporânea, Jaider Esbell, Cosmologia indígena, História da arte, DecolonialidadeResumo
O texto aborda a trajetória e a produção de Jaider Esbell a partir da perspectiva do artista autor, destacando sua atuação na arte indígena contemporânea (AIC) como uma forma de atravessar o sistema da arte. A AIC é desenvolvida como um movimento coletivo e prático, que propõe outras formas de ver, produzir e pensar a arte, colocando em questão os parâmetros da história da arte ocidental. A partir de experiências diretas com o artista, o texto enfatiza a importância da cosmovisão de Esbell para compreender sua obra. Também são discutidas as presenças de Kanaimé e Makunaima como parte de um panorama que integra diferentes dimensões da vida.
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Referências
CARVALHO, Agnaldo Teixeira de. Canaimé, a personificação do mal. 2016. Dissertação (Mestrado em Letras) - Universidade Federal de Roraima, Boa Vista, [S. l.], 2016.
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