Escrita e prática docente em Arte Indígena Contemporânea

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/1983734895468

Palavras-chave:

Prática docente, História da arte não-europeia, Arte Indígena Contemporânea, Jaider Esbell

Resumo

O presente ensaio narra a docência como um espaço privilegiado para a experimentação teórica, no qual a demanda dos estudantes por uma abordagem não-europeia das artes visuais tensiona categorias fundamentais do campo da Teoria e História da Arte, como as noções de autoria e de originalidade. A Arte Indígena Contemporânea, elaborada por Jaider Esbell, insere um deslocamento estratégico nessa conjuntura: não se trata de assimilar a produção indígena às categorias ocidentais já existentes, mas de colocar o próprio conceito de arte em um lugar desconfortável. A intenção é impulsionar, a partir das cosmologias indígenas, a criação de novas possibilidades interpretativas.

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Biografia do Autor

Paula Amparo, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Doutora e mestra em Teoria Literária pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Bacharela em História da Arte pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

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Publicado

2026-07-29

Como Citar

Amparo, P. (2026). Escrita e prática docente em Arte Indígena Contemporânea. Revista Digital Do LAV, 19(1), e20/01–19. https://doi.org/10.5902/1983734895468

Edição

Seção

Dossiê – Artes Indígenas Contemporâneas: acontecimentos de uma década anunciada