Enteroparasitosis in children of a creche in the city of assis: before and after educational campaigns
DOI:
https://doi.org/10.5902/2236583423158Keywords:
enteroparasitosis, creche, prophylaxis, educational campaigns, AssisAbstract
Intestinal parasitosis are related to sanitary conditions, and children make up a group with high frequency of enteroparasitosis. The aim of this study was to survey the prevalence of enteroparasites in children of a creche in the city of Assis-SP, along with educational campaigns on prophylactic methods. Methods – Stool analyses were carried out by using Hoffman, Pons and Janer, and Faust methods. The first analysis was performed on 136 children of the creche. In the second stage of the work, sanitary and prophylactic educational campaigns were conducted among the parents and children of the creche and, after that, there was a second stool collection and analysis. Results - The overall level of parasitosis was 27.9%. There was a higher incidence in the age group of 2-6 year-olds, mainly in the age group of 5 to 6 year-olds. Sanitary and prophylactic educational campaigns were carried out among the parents, staff and children of the creche. In the second collection there was a decrease in incidence of 11.8%. Conclusions - It was concluded that educational campaigns are of great importance, but they need to be integrated into a continuous awareness process in order to control and fight enteroparasitosis.Downloads
References
Oliveira CB, Silva AS, Monteiro SG. Ocorrência de parasitas em solos de praças infantis nas creches municipais de Santa Maria – RS, Brasil. Rev FZVA. 2007; 14(1): 174-179.
Pinheiro RO, Breguêz JMM, Baptista SC, Teixeira JL, Silva GMS. Ocorrência de parasitas intestinais entre crianças do pré-escolar de duas escolas em Vassouras, RJ. Rev Bras Farm. 2007; 88 (2): 98-99.
GURGEL RQ, CARDOSO GS, SILVA AM, SANTOS LN, OLIVEIRA RCV. Creche: ambiente expositor ou protetor nas infecções por parasitas intestinais em Aracaju, SE. Rev Soc Bras Med Trop. 2005, 38(3): 267-269.
Ludwig KM, Ribeiro ALT, Conte AOC, Decleva DV, Ribeiro JTD. Ocorrência de Enteroparasitoses na População de um Bairro da Cidade de Cândido Mota – Estado de São Paulo. J Health Sci Inst. 2012; 30(3): 271-276.
Santos J, Duarte ARM, Gadotti G, Lima LM. Parasitoses intestinais em crianças de creche comunitária em Florianópolis, SC, Brasil. Rev Patol Trop. 2014, 43(3): 332-340.
Visser S, Giatti LL, Carvalho RAC, Guerreiro JCH. Estudo da associação entre fatores socioambientais e prevalência de parasitose intestinal em área periférica da cidade de Manaus (AM, Brasil). Rev. Ciênc. saúde coletiva. 2011; 16(8): 3481-3492.
Silva JC, Furtado LFV. Ferro TC, Bezerra KC, Borges EP, Melo ACF. Parasitismo por Ascaris lumbricoides e seus aspectos epidemiológicos em crianças do Estado do Maranhão. Rev Soc Bras Med Trop. 2011; 44(1):100-102.
Tashima NT, Simões MJS. Parasitas intestinais; prevalência e correlação com a idade e com os sintomas apresentados de uma população infantil de Presidente Prudente – SP. Rev Bras Anal Clin. 2005; 37(1): 35-39.
Fonseca EOL, Teixeira MG, Barreto ML, Carmo EH, Costa MCN. Prevalência e fatores associados às geo-helmintíases em crianças residentes em municípios com baixo IDH no Norte e Nordeste brasileiros. Cad Saúde Publ. 2010; 26(1): 143-152.
Ludwig KM, Frei F, Alvares-Filho F, Ribeiro-Paes JT. Correlação entre condições de saneamento básico e parasitoses intestinais na população de Assis, Estado de São Paulo. Rev Soc Bras Med Trop. 1999; 32(5): 547-555.
Busnello MI, Teixeira-Lettieri M. Prevalência de enteroparasitas em estudantes de duas escolas de ensino fundamental. Rev Fac Farm. 2009; 51(2): 33-35.
Barçante TA, Cavalcanti DV, Silva GAV, Lopes PB, Barros RF, Ribeiro GP. Enteroparasitoses em crianças matriculadas em creche pública na cidade de Vespasiano, Minas Gerais. Rev Pat Trop. 2008; 37(1): 33-42.
Teixeira ML, Flores RE, Fuentefria AM. Prevalência de enteroparasitas em crianças de uma creche na cidade de Concórdia, Santa Catarina, Brasil. Rev Newslab. 2006; 78: 110-116.
Oliveira DGBB, Oliveira, M. A importância da creche para a sociedade. [monografia]. 53f. Batatais: Centro Universitário Claretiano, 2005.
Monteiro AMC, Silva EF, Almeida KS, Souza JJN, Mathias LA, Baptista F. Parasitoses intestinais em crianças de creches públicas localizadas em bairros periféricos do município de Coari, Amazonas, Brasil. Rev Patol Trop. 2009; 38(4): 284-290.
Gelatti, LC, Pereira ASS, Mendes APS, Jasem DFA, Nascimento FS, Bastos HL, et al. Ocorrência de parasitos e comensais intestinais numa população de escolares do município de Uruaçu, Goiás. Rev Fasem Ciên. 2013; 3(1): 55-65.
Lima MS, Damázio SM, Soares AR, Prado GP, Souza MAA. Intestinal parasites in institutionalized children enrolled in early childhood education centers of São Mateus, state of Espírito Santo, Brazil. Rev. Ciênc. Méd. Biol. 2014, 13(2): 147-151.
Silva RR, Siqueira RV, Andrade GF, Monteiro MRP, Grasselli CSM. Prevalência de parasitoses e estado nutricional de pré-escolares de centros educacionais municipais no sul de Minas Gerais. Rev Soc Bras Alim Nutr. 2010; 35(1): 59-72.
Hoffman NA, Pons JA, Janer JL. The sedimentation concentration method in Schistosomiase mansoni, Puerto Rico. J Trop Med Public Health. 1934; 9:283-291.
Saúde (Santa Maria), Vol. 43, n. 2, p. 265-345, maio./ago, 2017 9 ENTEROPARASITOSIS IN CHILDREN OF A CRECHE IN THE CITY OF ASSIS: BEFORE AND AFTER EDUCATIONAL CAMPAIGNS CIÊNCIAS BIOLÓFICAS
Faust EC, D’Antonio JS, Odom V, Miller MJ, Peres C, Sawitz W et al. A critical study of clinical laboratory techniques for the diagnosis of protozoan cyst and helminth egg in feces. Am J Trop Med. 1938; 18:169-183.
Jansen-Cilag. Campanha de Combate a Verminose – Pantelmin [DVD]. Design e Storyboard: Haroldo Guimarães, Modelagem e animação: Alexandre Camargo. São Paulo: HGN produções; 200-?.
Menezes AL, Lima VMP, Freitas MTS, Rocha MO, Silva EF, Dolabella SS. Prevalence of intestinal parasites in children from public daycare centers in the city of Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. Rev Inst Med Trop. 2008; 50(1): 57-59.
Pupullin ART, Gomes ML, Dias MLGG, Araujo SM, Guilherme ALF, Kuhl JB. Giardíase em creches do Município de Maringá-PR. Rev Bras Anál Clín. 2004; 36(3): 147-149.
Baptista SC.; Breguez JMM, Baptista MCP, Silva GMS, Pinheiro RO. Análise da incidência de parasitoses intestinais no município de Paraíba do Sul, RJ. Rev Bras Anal Clin. 2006; 38(4): 271-273.
Bencke A, Artuso GL, Reis RS, Barbieri NL, Rott MB. Enteroparasitoses em escolares residentes na periferia de Porto Alegre, RS, Brasil. Rev Pato Trop. 2006; 35(1): 31-36.
Mamus CNC, Moitinho ACC, Grube CC, Melo EM, Weiler EB, Abreu CA. Enteroparasitoses em um Centro de Educação Infantil do Município de Iretama/PR. Rev Saúde e Biol. 2008; 3(1): 39-44.
Ponciano A, Borges AP, Muniz HA, Garcia JS, Peret JC. Ocorrência de parasitoses intestinais em alunos de 6 a 12 anos em escolas de ensino fundamental na cidade de Alfenas, MG. RBAC. 2012; 44(2): 107-111.
Kim, FJP, Mousquer F, Gomes AM, Santos LJL, Nascimento RA. Prevenção de Parasitoses Intestinais Através da Educação Ambiental em Escolas Públicas de Barreiros – PE. 2010. 9 f. Projeto de Pesquisa (Programa Institucional de Bolsas de Extensão PROEXT 2010 – IFPE) - Instituto Federal de Ciência e Tecnologia, Pernambuco, 2010.
Kaliberda FC, Buschini MLT, Pittner E, Monteiro MC. Enteroparasitas presentes no Arroio do Engenho no município de Guarapuava, Paraná. Rev Ambiência. 2008; 4(3): 383-395.
Ferreira GR, Andrade CFS. Alguns aspectos socioeconômicos relacionados a parasitoses intestinais e avaliação de uma intervenção educativa em escolares de Estiva Gerbi, SP. Rev Soc Bras Med Trop. 2005; 38(5): 402-405.

