Cuidados paliativos em idosos à luz da Teoria do Conforto: perspectivas dos profissionais do cuidado
DOI:
https://doi.org/10.5902/2179769293334Palavras-chave:
Instituição de Longa Permanência para Idosos, Equipe de Assistência ao Paciente, Cuidados Paliativos, Conforto do Paciente, Teoria de EnfermagemResumo
Objetivo: analisar a compreensão e a atuação dos cuidados paliativos pelos profissionais de uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) à luz da Teoria do Conforto. Método: estudo descritivo com abordagem qualitativa, realizado em uma ILPI com 17 profissionais do cuidado. Os dados foram coletados por entrevistas semiestruturadas e analisados por meio da análise temática reflexiva. Resultados: emergiram três categorias temáticas: a insipiência do conhecimento acerca dos cuidados paliativos pelos profissionais do cuidado: senso comum x senso científico; parâmetros aplicados para iniciar os cuidados paliativos e medidas de conforto ofertadas aos idosos correlacionadas às necessidades propostas na Teoria do Conforto. Conclusão: evidenciou-se uma escassez de conhecimento acerca dos cuidados paliativos, como também a ausência de ferramentas que validem o início destes cuidados aos idosos institucionalizados. Constatou-se que as práticas de conforto habituais dentro da instituição se relacionam com a Teoria do Conforto, porém demonstram ser insuficientes na abordagem paliativista.
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