https://periodicos.ufsm.br/voluntas/issue/feedVoluntas: Revista Internacional de Filosofia2026-07-03T15:38:30-03:00Ângela Lima Calou, Felipe Durante (Editores)voluntas@ufsm.brOpen Journal Systems<p style="text-align: justify;">A <em>Voluntas: Revista Internacional de Filosofia</em>, ISSN 2179-3786, Qualis/CAPES atual A1, é um periódico da Seção Brasileira da Schopenhauer-Gesellschaft (Sociedade Schopenhauer) articulada internacionalmente com outras Seções da mesma Sociedade, em especial com as Seções alemã, italiana e japonesa. É uma revista vinculada aos Programas de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Tem como objetivo central publicar trabalhos em formato de artigos originais, resenhas, traduções e entrevistas da área de Filosofia, especialmente sobre a filosofia schopenhaueriana, em vista de promover interlocuções entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros. A revista é publicada em duas seções: (i) os Estudos Schopenhauerianos, expediente original do periódico, que publica trabalhos sobre a filosofia de Arthur Schopenhauer; (ii) os Dossiês temáticos, que publicam trabalhos sobre os mais variados temas na área da Filosofia, relacionados, de alguma forma, à filosofia de Schopenhauer. Além disso, a revista publica, eventualmente, números especiais. O periódico adota a modalidade de Publicação Contínua, com periodicidade anual. Nesse formato, os manuscritos são publicados assim que finalizados os processos de avaliação e revisão.</p> <p><strong>eISSN 2179-3786 | Qualis/CAPES (2021-2024) = A1</strong></p>https://periodicos.ufsm.br/voluntas/article/view/95054J.-K. Huysmans leitor de Schopenhauer? Negação da vontade e metafísica do belo no romance En Route2026-01-07T08:58:45-03:00André Pascoal da Silvaapascoals@usp.br<p>O romance <em>En Route</em> (1895), de Joris-Karl Huysmans narra o itinerário espiritual de Durtal, personagem frequentemente identificado como <em>alter ego do autor</em>, em direção à fé católica, como um processo ascético e reflexivo, marcado pela contemplação estética de manifestações artísticas medievais, pela reclusão monástica e pela progressiva adesão a uma ética de renúncia e penitência. Em determinado momento da narrativa, Huysmans, por meio da voz de Durtal, reconhece explicitamente a influência da filosofia de Arthur Schopenhauer, filósofo pelo qual declaradamente se interessara em sua juventude. Partindo dessa admissão, o presente ensaio investiga em que medida elementos centrais da filosofia schopenhaueriana, especialmente sua ética, a metafísica do belo e a doutrina da negação da vontade, estão presentes na obra do escritor francês.</p>2026-07-03T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 André Pascoal da Silvahttps://periodicos.ufsm.br/voluntas/article/view/96663Schopenhauer nos escritos metafísicos de Macedonio Fernández2026-05-18T20:47:48-03:00José Thomaz Brummatildelima36@yahoo.com<p>Nos seus escritos metafísicos, publicados no oitavo volume de suas obras completas, Macedonio Fernández (1874-1952) refere-se muitas vezes a Schopenhauer. Procurarei comentar essas passagens sublinhando o idealismo proposto por Macedonio, um autor que chegou a corresponder-se com William James e de quem Jorge Luis Borges se considerava discípulo.</p>2026-06-26T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 José Thomaz Brumhttps://periodicos.ufsm.br/voluntas/article/view/95552Schopenhauer e os Abismos da Liberdade2026-04-21T22:38:32-03:00Oswaldo Giacoia Juniorogiacoia@hotmail.com<p>O objetivo principal do presente trabalho consiste na apresentação de uma reflexão a respeito da relação entre a liberdade e o mal na ética de Schopenhauer, com destaque para a originalidade de sua posição relativamente à tradição da história da filosofia ocidental.</p>2026-07-03T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Oswaldo Giacoia Juniorhttps://periodicos.ufsm.br/voluntas/article/view/95031Pessimismo crítico, progresso e regressão social: o déficit schopenhaueriano da teoria crítica2026-04-01T15:08:50-03:00Vilmar Debonadebonavilmar@gmail.com<p>Ao contrário dos fundadores da Escola de Frankfurt – especialmente Horkheimer e Adorno –, a maioria dos representantes contemporâneos da teoria crítica tende a negligenciar Schopenhauer e o potencial crítico e emancipatório de seu pessimismo inconformista e antifinalista. Essa negligência não conteria implicitamente um elemento importante para a compreensão do que hoje se chama de “esgotamento da teoria crítica”, particularmente quando se trata de diagnósticos da atualidade referentes a regressão política e social? O objetivo deste artigo é desenvolver algumas considerações preliminares sobre possíveis diálogos entre premissas da filosofia schopenhaueriana e da teoria crítica contemporânea, especialmente algumas de Rahel Jaeggi em seu livro mais recente, Fortschritt und Regression (2023). Em conclusão, o artigo argumenta que, de maneira semelhante às propostas de Amy Allen e Rahel Jaeggi que propõem, respectivamente, um retorno a Foucault e Adorno, e a Benjamin e Adorno, um retorno ainda inexplorado a Horkheimer e Schopenhauer poderia contribuir com a teoria crítica frente a seus desafios atuais.</p>2026-06-26T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Vilmar Debonahttps://periodicos.ufsm.br/voluntas/article/view/96982Contribuições do XI Colóquio Internacional Schopenhauer2026-05-29T15:44:55-03:00Eduardo Ribeiro da Fonsecaeduardo.fonseca@grupomarista.org.brÂngela Lima Caloungelacalou@gmail.comFelipe Durantefg.durante@gmail.com<p>Não há.</p>2026-06-26T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Eduardo Ribeiro da Fonseca, Felipe Durante, Ângela Lima Calou