Chagas Disease in Serra Geral – Minas Gerais: Profile and Knowledge of "Health Agents"
DOI:
https://doi.org/10.5902/2236583488498Keywords:
Community Health Agents, Agents to Combat Endemic Diseases, Chagas disease, Prevention & controlAbstract
Chagas disease (CD) is still a public health problem in Brazil, especially in the north of Minas Gerais, a region that has one of the highest epidemiological indicators related to chronic CD. This work aimed to characterize the knowledge about CD and vectors in health agents (community health agents - ACSs - and agents to combat endemic diseases - ACEs), correlating the level of knowledge to the sociodemographic profile of the agents. The research was approved by the Research Ethics Committee of the Federal University of Jequitinhonha and Mucuri Valleys (UFVJM). In January 2023, a questionnaire was sent, via Google Forms, to 519 agents working in six municipalities in the north of Minas Gerais. The instrument was structured into 14 multiple-choice questions about CD and vectors, and seven about the sociodemographic profile of the agents. Descriptive and inferential analyzes of the data were carried out using non-parametric statistical tests. At the time of the study, it was observed that the majority of agents were women between 30 and 50 years old, with complete secondary education. Most agents knew someone affected by CD (91.79%). Around 45.52% of agents were unable to identify the etiological agent of CD. On the other hand, 84.33% said they had already seen the vector and 100% of them identified it correctly among the images presented. In relation to CD, 41.04% of agents considered that there were no other forms of infection, besides vector transmission. The variables gender and professional performance showed a significant correlation with the number of correct answers for questions related to CD and vectors, indicating that men and ACEs had more correct answers than women and ACSs, respectively. The agents demonstrated gaps in knowledge about CD and vectors, pointing to the need for greater dissemination and awareness on the topic, as well as the development of continued educational actions aimed at them.
Downloads
References
World Health Organization (WHO). Chagas disease (also known as American trypanosomiasis). 2023. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/chagas-disease-(american-trypanosomiasis)
Trouiller, P. et al . Drug development for neglected diseases: a deficient market and a public-health policy failure. The Lancet. 2002; 359: 2188-2194. https://doi.org/10.1016/S0140-6736(02)09096-7
Camargo M. E., Silva G. R. D., Castilho E. A. D., Silveira A. C. Inquérito sorológico da prevalência de infecção chagásica no Brasil, 1975/1980. Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. 1984; 26(4): 192-204. https://doi.org/10.1590/S0036-46651984000400003
Brasil, Ministério da Saúde. Territorialização e vulnerabilidade para doença de Chagas crônica. Boletim Epidemiológico. Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília, número especial, Abr. 2022. ISSN 9352-7864. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2022/boletim-especial-de-doenca-de-chagas-numero-especial-abril-de-2022
Fahel M., Teles L. R. Measuring multidimensional poverty in the state of Minas Gerais, Brazil: looking beyond income. Rev. Adm. Pública. 2018; 52(3): 386-416 . https://doi.org/10.1590/0034-7612154852
Brasil, Lei nº 11.350 de 5 de outubro de 2006. Regulamenta o § 5º do art. 198 da Constituição, que dispõe sobre o aproveitamento de pessoal amparado pelo parágrafo único do art. 2º da Emenda Constitucional nº 51, de 14 de fevereiro de 2006, e dá outras providências. Diário Oficial da União - Seção 1 - 6/10/2006, Página 1. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11350-5-outubro-2006-545707-publicacaooriginal-58977-pl.html
BRASIL, Lei nº 14.536 de 20 de janeiro de 2023. Altera a Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, a fim de considerar os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Combate às Endemias como profissionais de saúde, com profissões regulamentadas, para a finalidade que especifica. Diário Oficial da União - Edição Extra de 20/01/2023 - nº 15-C (p. 1, col. 1). Disponível em:https://legis.senado.leg.br/norma/36812023#:~:text=Altera%20a%20Lei%20n%C2%BA%2011.350,para%20a%20finalidade%20que%20especifica
García G. S. M., Souza E. A., Araújo V. M., Macedo M. S. S., Andrade R. M. A., Ferreira P. R., et al. Território, doenças negligenciadas e ação de agentes comunitários e de combate a endemias. Rev Saúde Pública. 2022; 56:27. https://doi.org/10.11606/s1518-8787.2022056003730
Rodrigues F. C. S., Souza I. C. A., Araújo A. P., Souza J. M. B, Diotaiuti L. G., Ferreira R. A. Agentes comunitários de saúde: percepção sobre os serviços de saúde relacionados à doença de Chagas. Cadernos de Saúde Coletiva. 2020; 28(1):130-139. https://doi.org/10.1590/1414-462X202000280458
Colosio R. C., Falavigna-Guilherme A. L., Gomes M. L., Marques D. S. O., Lala E. R. P., Araújo S. M. Conhecimentos e atitudes sobre a doença de chagas entre profissionais de saúde–paraná, Brasil. Ciência, Cuidado E Saúde. 2007; v. 6: 355–363. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v6i0.5328
Souza ICA, Rodrigues F. C. S., Souza J. M. B., Vieira A. P. A., Diotaiuti L. G., Ferreira R. A. Vigilância à saúde da doença de Chagas em municípios endêmicos de Minas Gerais: percepção e conhecimento de profissionais da vigilância entomológica. Physis: Revista de Saúde Coletiva. 2023; 33: e33011. https://doi.org/10.1590/S0103-7331202333011
Villela M. M., Souza J. M. B., Melo V. P., Dias J. C. P. Vigilância epidemiológica da doença de Chagas em programa descentralizado: avaliação de conhecimentos e práticas de agentes municipais em região endêmica de Minas Gerais, Brasil. Cad. Saúde Pública. 2007; 23(10): 2428-2438. https://doi.org/10.1590/S0102-311X2007001000018
Corder G. W., Foreman D. I. Nonparametric Statistics, A Step-by-Step Approach. 2. ed. New Jersey: John Wiley & Sons. 2014.
Scipy, Python, Statistics (scipy.stats). Disponível em: https://docs.scipy.org/doc/scipy/tutorial/stats.html
The Jamovi project (2022), jamovi, (version 2.3) [Computer Software]. Disponível: https://www.jamovi.org.
Bornstein V. J., Stotz E. N. Concepções que integram a formação e o processo de trabalho dos agentes comunitários de saúde: uma revisão da literatura. Ciência & Saúde Coletiva. 2008; 13(1): 259-268.
Georges I., Santos Y. G. As ‘novas’ políticas sociais brasileiras na saúde e na assistência: produção local do serviço e relações de gênero. Belo Horizonte: Fino Traço. 2016; 355.
Simas P. R. P., Pinto I. C. D. M. Trabalho em saúde: retrato dos agentes comunitários de saúde da região Nordeste do Brasil. Ciência & Saúde Coletiva. 2017; 22: 1865–1876. https://doi.org/10.1590/1413-81232017226.01532017
Rezende C. N., Ferreira R. A., Santos L. P., Nogueira M. J. Perfil e condições de trabalho de agentes comunitários de saúde em município mineiro endêmico para doenças negligenciadas transmitidas por vetores. Revista Saúde (Sta. Maria). 2020; 46(2). https://doi.org/10.5902/2236583444457
Nunes J. The everyday political economy of health: community health workers and the response to the 2015 Zika outbreak in Brazil, Review of International Political Economy. 2020; 27(1): 146-166. https://doi.org/10.1080/09692290.2019.1625800
Barbosa R. H. S., Menezes C. A. F. D., David H. M. S. L., Bornstein V. J. Gênero e trabalho em Saúde: um olhar crítico sobre o trabalho de agentes comunitárias/os de Saúde. Interface - Comunicação, Saúde, Educação. 2012; 16(42): 751–765. https://doi.org/10.1590/S1414-32832012000300013
Mota R. R. A., David H. M. S. L. A crescente escolarização do agente comunitário de saúde: uma indução do processo de trabalho? Trabalho, Educação e Saúde. 2010; 8(2): 229-248. https://doi.org/10.1590/S1981-77462010000200004
Lima J. C., Cockell F. F. As novas institucionalidades do trabalho no setor público: os agentes comunitários de saúde. Trabalho, Educação e Saúde. 2008; 6(3): 481–502. https://doi.org/10.1590/S1981-77462008000300005
Baraldi S. Supervisão, flexibilização e desregulamentação no mercado de trabalho: antigos modos de controle, novas incertezas nos vínculos de trabalho da enfermagem. Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo. 2005.
Lima M. M.; Costa V. M., Palmeira S. L., Castro A. P. B. Estratificação de territórios prioritários para vigilância da doença de Chagas crônica:análise multicritério para tomada de decisão em saúde Cad. Saúde Pública. 2021; 37(6):e00175920. https://doi.org/10.1590/0102-311X00175920
Ávila-Montes G., Martinez M., Ponce C., Ponce E., Rosales R., Orellana L., Quintana M. Participación comunitaria para el control de la enfermedad de Chagas: experiencia en una área de Honduras. Rev. méd. hondur, 1996; 64(2): 52-59.
Villela M. M., Pimenta D. N., Lamounier P. A., Dias J. C. P. Avaliação de conhecimentos e práticas que adultos e crianças têm acerca da doença de Chagas e seus vetores em região endêmica de Minas Gerais, Brasil. Cadernos de Saúde Pública. 2009; 25(8): 1701-1710. http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2009000800006
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Welyson Tiano dos Santos Ramos, Max Pereira Gonçalves, Fernanda Guerra Lima Medeiros Borsagli, Elém Patrícia Alves Rocha, Fidel Edson de Souza, Dorgivan Tayno dos Santos Ramos, Rita de Cássia Moreira de Souza, Raquel Aparecida Ferreira

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
A Declaração de Direito Autoral e os itens a serem observados podem ser visualizados no seguinte link: http://cascavel.ufsm.br/revistas/ojs-2.2.2/index.php/seculoxxi/information/sampleCopyrightWording
