O Ensino de Filosofia e cinema: uma possibilidade de abordagem filosófico-pedagógica a partir da experiência estética deweyana
Teaching Philosophy and Cinema: a possibility of a philosophical-pedagogical approach based on the Deweyan aesthetic experience
Universidade Estadual de Londrina, Londrina – PR, Brasil.
Universidade Estadual de Londrina, Londrina – PR, Brasil.
Recebido em 06 de novembro de 2025
Aprovado em 25 de novembro de 2025
Publicado em 06 de março de 2026
RESUMO
Este trabalho de pesquisa tem como tema o uso do cinema como ferramenta didática para o ensino de Filosofia, alinhado à BNCC e à filosofia de John Dewey. O principal objetivo é desenvolver o pensamento crítico e a autonomia intelectual em estudantes do Ensino Médio. A proposta visa capacitar os alunos a analisar e debater dilemas existenciais e sociais, muito próximos às experiências dos jovens, utilizando a Filosofia como uma ferramenta para a compreensão de si e do mundo, ao invés de se prenderem à mera memorização de conteúdos históricos. A metodologia sugerida é inspirada na pedagogia progressista de Dewey, que defende uma educação conectada à experiência do estudante. Nesse sentido, o professor poderia atuar como mediador, utilizando produções cinematográficas como, por exemplo, Matrix ou O Show de Truman para ilustrar e contextualizar conceitos filosóficos complexos, como ceticismo, liberdade e ética. Essa abordagem transforma a linguagem audiovisual em um "texto filosófico" a ser interpretado, quebrando a barreira entre a teoria e a prática. Os resultados vislumbrados através desses materiais podem permitir observar que o uso do cinema torna a Filosofia mais acessível e relevante, engajando os alunos em discussões dinâmicas. A capacidade de identificar questões filosóficas em filmes fortalece o olhar crítico dos estudantes sobre a mídia e o cotidiano. Conclui-se que essa estratégia pedagógica não apenas revitaliza o ensino de Filosofia, mas também poderia inseri-los no contexto contemporâneo, contribuindo para a formação de cidadãos mais reflexivos e participativos, conforme as diretrizes da BNCC.
Palavras-chave: Ensino de Filosofia; BNCC; Cinema; Dewey.
ABSTRACT
This research project focuses on the use of cinema as a teaching tool for philosophy, in line with the BNCC (National Common Core Curriculum) and John Dewey's philosophy. The main objective is to develop critical thinking and intellectual autonomy in high school students. The proposal aims to enable students to analyze and debate existential and social dilemmas that are very close to the experiences of young people, using philosophy as a tool for understanding themselves and the world, rather than merely memorizing historical content. The suggested methodology is inspired by Dewey's progressive pedagogy, which advocates education connected to the student's experience. In this sense, the teacher could act as a mediator, using film productions such as The Matrix or The Truman Show to illustrate and contextualize complex philosophical concepts such as skepticism, freedom, and ethics. This approach transforms audiovisual language into a “philosophical text” to be interpreted, breaking down the barrier between theory and practice. The results envisioned through these materials may allow us to observe that the use of cinema makes philosophy more accessible and relevant, engaging students in dynamic discussions. The ability to identify philosophical issues in films strengthens students' critical view of the media and everyday life. It can be concluded that this pedagogical strategy not only revitalizes the teaching of philosophy, but could also insert it into the contemporary context, contributing to the formation of more reflective and participatory citizens, in accordance with the guidelines of the BNCC.
Keywords: Philosophy Teaching; BNCC; Cinema; Dewey.
Introdução
O processo formativo que existe no Brasil referente aos componentes curriculares, apesar de suas limitações no alcance em diferentes estados e municípios, recebe, por parte das políticas públicas, normas fundamentais quanto ao formato ou recomendações para assegurar uma educação básica e de qualidade. Por esta razão, temos como documento norteador das práticas docentes, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a qual busca assegurar as aprendizagens que considera essenciais, definindo orientações para cada segmento da educação básica, a partir de uma divisão por áreas de conhecimento e, para cada qual, havendo também habilidades específicas. Neste sentido, dentre um dos componentes curriculares que entendemos possuir uma grande importância e que, por algum motivo, tem sido deixado de lado é a área da Filosofia, no campo das Ciências Humanas. Isto é visto claramente na realidade da educação básica, mais precisamente, desde a proposta de reforma do Ensino Médio (Lei 13.415), em meados do ano de 2017, reorganizando as diferentes áreas do saber por blocos temáticos.
Assim, o que observamos é que a Filosofia no Ensino Médio brasileiro enfrenta o desafio para se apresentar como um campo de conhecimento vivo e relevante para a formação cidadã. A BNCC reconhece essa disciplina como fundamental para o desenvolvimento de competências críticas, como a argumentação, a autonomia intelectual e a capacidade de problematizar a realidade, mas explicitando isso de modo indireto. Ao mesmo tempo, a tradição filosófica, enfraquecida historicamente por muitas das nossas políticas educacionais dificultando o seu cultivo no ensino das nossas instituições escolares, pode parecer distante da experiência concreta dos estudantes, criando barreiras à sua aprendizagem.
Nesse cenário, o cinema emerge como recurso didático capaz de aproximar a Filosofia da vivência dos alunos, sequiosos por um material mais dinâmico e de acesso mais condizente com suas condições reais. Além disso, ao articular imagens, sons e narrativas, os filmes oferecem experiências estéticas que possibilitam interpretações filosóficas profundas. Este artigo discute como essa estratégia se alinha ao pensamento de John Dewey e pode transformar o ensino de Filosofia em uma prática investigativa muito significativa, oferecendo uma base teórica consistente e necessária à prática docente.
Filosofia e Educação em John Dewey
Para uma compreensão mais clara quanto à Filosofia de John Dewey (1859–1952), cabe ressaltar que este filósofo defendia uma educação progressista, na qual a experiência do estudante se constitui como ponto de partida para o processo de aprendizagem, conceito vinculado à sua visão antropológica pertencente ao seu Humanismo Naturalista. Para ele, a escola não deveria ser apenas transmissora de informações, mas um espaço de investigação e de construção coletiva de sentidos para sujeitos essencialmente sociais, vistos como ativos e inteligentes, e em condição de incompletude uma vez que se encontra num estado de construção e desenvolvimento contínuo vivendo num mundo em permanente mudança e renovação. Esta compreensão torna a educação necessária para o endereçamento dos indivíduos considerando suas potencialidades, assentadas em sua plasticidade e imaturidade, em vista de encontrarem juntos os elementos para a sua dinâmica formação numa vida associada e moralmente compartilhada. Em sua obra Democracia e Educação (1979), Dewey assim se pronuncia:
[...] a educação é a continuação da vida social que acontece por introjeção de valores que são transmitidos de geração a geração através da experiência e pelo processo de comunicação entre os grupos sociais. Dessa forma, educar significa transmitir às gerações mais novas os valores e as experiências vivenciadas socialmente, cuja base de transmissão efetua-se por meio da comunicação dos mais velhos para os mais novos, através dos procedimentos de pensar, de sentir e de agir humanamente (Dewey, 1979, p. 10).
Ao se fazer menção a respeito da transmissão de valores e experiências, podemos considerar alguns dos instrumentais necessários e possíveis para aprofundar as discussões filosóficas, a fim de contribuir para com a formação humana e filosófica dos estudantes, em especial, do Ensino Médio, por ser o período escolar em que o componente de Filosofia é inserido no processo formativo.
Na mesma obra citada anteriormente, Dewey enfatiza que o conhecimento adquire valor na medida em que se relaciona com a vida do estudante, promovendo reflexão e ação. Isto se reflete de forma muito contundente ao afirmar: “Quando a aquisição de conhecimentos e a aptidão intelectual técnica não influem para criar uma atitude mental social, a experiência vital ordinária deixa de ganhar maior significação” (Dewey, 1979, p. 9). Assim, a Filosofia, quando concebida como prática investigativa, não se limita ao estudo dos clássicos, mas torna-se instrumento para compreender e transformar a realidade.
Isto pode ser facilmente compreendido e assimilado ao tomarmos o documento de Orientações Curriculares para o Ensino Médio (OCEM) que afirma a importante relação dos estudos filosóficos à realidade lida e interpretada à luz das diferentes linhas de pensamento e, de modo particular, ao modo como Dewey (1979) também entende que a educação deve propiciar aos estudantes as ligações daquilo que aprende com a vida.
Há, com isso, uma importante mudança no foco da educação para o aluno, que, tomando como ponto de partida a sua formação ou em termos mais amplos a constituição de si, deve posicionar-se diante dos conhecimentos que lhe são apresentados, estabelecendo uma ativa relação com eles e não somente apreendendo conteúdos (Brasil, 2006, p. 28).
Esta posição se torna muito clara ao pensamento de Dewey, em entender que o papel do professor é o de atuar como mediador, não somente entre os textos filosóficos na interpretação que podem ser feitas à luz da realidade, mas também como iremos abordar, com relação à experiência estética proporcionada por uma produção cinematográfica que conduza, consequentemente, a uma reflexão filosófica. Caberá, pois, ao docente desenvolver roteiros de análise, orientar discussões em grupo e estimular os estudantes a elaborar sínteses que relacionem as narrativas audiovisuais com conceitos filosóficos estudados.
Essa mediação rompe com a dicotomia entre teoria e prática, promovendo um aprendizado ativo, em que o aluno não é mero receptor, mas sujeito que constrói sentidos a partir de suas próprias experiências.
O Ensino de Filosofia na BNCC
Ao analisarmos as competências que são destinadas aos componentes da área de Ciências Humanas, nos deparamos com a seguinte compreensão:
[...] no Ensino Médio, a BNCC da área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas propõe que os estudantes desenvolvam a capacidade de estabelecer diálogos – entre indivíduos, grupos sociais e cidadãos de diversas nacionalidades, saberes e culturas distintas –, elemento essencial para a aceitação da alteridade e a adoção de uma conduta ética em sociedade. Para tanto, define habilidades relativas ao domínio de conceitos e metodologias próprios dessa área (Brasil, 2018, p. 561).
Por outro lado, no documento Orientações Curriculares para o Ensino Médio (OCEM), encontramos a seguinte definição que diz “[...] a Filosofia deve ser tratada como disciplina obrigatória no ensino médio, pois isso é condição para que ela possa integrar com sucesso projetos transversais e, nesse nível de ensino, com as outras disciplinas, contribuir para o pleno desenvolvimento do educando” (Brasil, 2006, p. 15).
Deste modo, a BNCC orienta que o ensino de Filosofia no Ensino Médio vá além da simples memorização de conceitos, destacando a importância de desenvolver competências que permitam ao estudante interpretar dilemas existenciais, sociais e culturais.
Obviamente, para destoarmos do enrijecimento de práticas docentes que pouco influenciam o ensino de Filosofia, percebemos possibilidades de aprimorar modos em que a Filosofia pode contribuir para a análise crítica da realidade, com o uso de metodologias inovadoras, como o uso do cinema, que permite articular a dimensão histórica da disciplina com questões contemporâneas vivenciadas pelos jovens, além de promover a interdisciplinariedade.
Isto posto, nos detemos a uma compreensão trazida pelas OCEM[1], ao entender o papel formativo da Filosofia de forma ampla, com uso de várias ferramentas disponíveis e acessíveis, mas unicamente, com a preocupação em formar para a cidadania e o senso crítico na leitura da realidade, como vemos a seguir no documento já citado:
Cabe, então, especificamente à Filosofia a capacidade de análise, de reconstrução racional e de crítica, a partir da compreensão de que tomar posições diante de textos propostos de qualquer tipo (tanto textos filosóficos quanto textos não filosóficos e formações discursivas não explicitadas em textos) e emitir opiniões acerca deles é um pressuposto indispensável para o exercício da cidadania (Brasil, 2006, p.26).
Com base nesta afirmação, recordamos o que está presente na BNCC (2018), ao nos debruçarmos na visão que coloca sob a responsabilidade das escolas, garantir aos jovens estudantes do Ensino Médio, especialmente, “[...] as aprendizagens necessárias para a leitura da realidade, o enfrentamento dos novos desafios da contemporaneidade (sociais, econômicos e ambientais) e a tomada de decisões éticas e fundamentadas” (Brasil, 2018, p. 463) a fim de que estes mesmos jovens venham a ser vistos respeitados como cidadãos e sujeitos críticos, criativos, autônomos e responsáveis. Contudo, é importante lembrar que não se pode delegar de maneira arbitrária esta responsabilidade única e exclusivamente às escolas e sim, a todo um aparato governamental a fim de se atingir as seguintes finalidades:
[...] é necessário, em primeiro lugar, assumir a firme convicção de que todos os estudantes podem aprender e alcançar seus objetivos, independentemente de suas características pessoais, seus percursos e suas histórias. Com base nesse compromisso, a escola que acolhe as juventudes deve:
• favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;
• garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;
• valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;
• assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado;
• promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e
• estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação (Brasil, 2018, p. 465).
Por essa razão, entendemos que a variedade de ferramentas para estimular o aprendizado de Filosofia pode levar o estudante a uma compreensão de seu papel enquanto cidadão que pode também experimentar o processo de construção do pensamento e reflexão filosófica através, por exemplo, do cinema, enquanto uma outra possibilidade de leitura por meio de imagens e falas, promovendo uma capacidade mais próxima dos conceitos que venham a ser trabalhados em sala de aula.
O cinema como experiência estética e estratégia didática
Dentre as possibilidades de se analisar, após, os estudos em livros didáticos e obras filosóficas, entendemos que outro instrumento de estudo e compreensão de conceitos filosóficos pode vir a ser o cinema. No sentido de que o cinema é uma linguagem artística que mobiliza emoções, sentidos e reflexões, configurando-se como uma experiência estética, nos termos de Dewey (2010). Para o filósofo, a arte se distingue por integrar teoria e prática, proporcionando vivências significativas que ampliam a percepção humana.
Filmes e séries oferecem narrativas complexas que permitem explorar temas filosóficos de maneira envolvente. Ao discutir obras como Matrix, que problematiza a natureza da realidade e o ceticismo, ou O Show de Truman, que suscita reflexões sobre liberdade e controle social, os professores podem criar debates dinâmicos em sala de aula, aproximando os conceitos filosóficos da vivência cotidiana dos alunos. Nesse particular, ressaltamos os momentos fecundos para as articulações da atividade com os textos filosóficos propriamente. Dessa forma, o cinema deixa de ser mero recurso ilustrativo e passa a funcionar como um fator impulsionador ao texto filosófico, sendo ainda ele mesmo capaz de provocar análises sobre ética, política, identidade, moral e metafísica, oferecendo um vasto material para a exploração de temas filosóficos de forma acessível e envolvente. A linguagem audiovisual, com sua capacidade de evocar emoções e simular realidades, permite que conceitos abstratos, como os da metafísica, ética e política, se tornem mais concretos.
Entre alguns exemplos clássicos de sua aplicação podemos incluir, para fins de observação de alguns textos ou abordagens filosóficas:
A análise de um filme, portanto, pode abrir caminhos para discussões sobre ética, moral, política e metafísica de uma forma que vai além do texto impresso.
Vantagens e contribuições metodológicas
A principal vantagem dessa abordagem reside na quebra da barreira entre a teoria filosófica e a prática cotidiana. O uso do cinema auxilia o estudante a perceber que a Filosofia não se restringe a livros e pensadores da História da Filosofia, mas faz parte da cultura e do dia a dia. A capacidade de identificar questões filosóficas em uma obra audiovisual fortalece o olhar crítico sobre a mídia e a própria realidade.
A intenção pedagógica não é apenas usar o cinema como um recurso didático, mas integrá-lo ao processo de aprendizagem como um texto filosófico a ser interpretado e debatido. Acreditamos que essa estratégia não apenas revitaliza o ensino de Filosofia, mas também o insere no contexto contemporâneo, mostrando sua relevância na formação de jovens preparados para os desafios do século XXI e para a construção de uma cidadania mais reflexiva e participativa.
Considerações Finais
Após as observações feitas com base na leitura dos documentos do Ministério da Educação como também de obras de Dewey, entendemos que o uso do cinema no ensino de Filosofia, sem desqualificar os materiais didáticos, pode representar uma estratégia eficaz para revitalizar a disciplina no Ensino Médio, no sentido de torná-la mais atraente ao perfil dos jovens. Ao integrar a experiência estética com a investigação crítica, essa abordagem se alinha, em certa medida, à concepção progressista de Dewey e às orientações da BNCC, ajudando na defesa e fortalecimento da disciplina, tornando-a mais palatável aos gostos da juventude, e ampliando assim o seu alcance como prática formativa.
Mais do que um recurso didático, o cinema constitui-se em texto filosófico a ser interpretado, capaz de estimular o pensamento crítico, formar cidadãos reflexivos e participativos e, sobretudo, estudantes mais interessados por uma disciplina guiada pelas suas predileções. Nesse sentido, o ensino de Filosofia se mostra não apenas relevante, mas indispensável à formação de jovens preparados para os desafios do século XXI.
Referências
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: Ministério da Educação, 2018.
BRASIL. Ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, 2006. (Orientações curriculares para o ensino médio; volume 3)
CABRERA, Júlio. O cinema pensa: Uma introdução à filosofia através dos filmes. Rio de Janeiro: Rocco, 2006.
DEWEY, John. Arte como experiência. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
DEWEY, John. Democracia e educação: Introdução à Filosofia da Educação. 4. ed. São Paulo: Nacional, 1979.
NASCIMENTO, Edna Maria Magalhães. A epistemologia pragmatista de John Dewey: uma filosofia da experiência. Filos. e Educ., Campinas, SP, v.14, n.2, p.119-144, maio/ago. 2022
NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema em sala de aula. 4. ed. 2. reimpressão. São Paulo: Contexto, 2009.
ORTIZ, Carlos Manuel Montenegro. Arte y experiencia estética: John Dewey. Revista Nodo, n. 17, Vol. 9: 95-105 Julio - Diciembre 2014.
YASHINISHI, Bruno José. O uso do cinema em aulas de filosofia: roteiro didático para a aprendizagem de conceitos através de filmes. Ensino & Pesquisa, União da Vitória, v. 21, n.2, p. 251-263, abr./ago., 2023.
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