Silvicultura seminatural na região sudoeste da Alemanha.

Peter Spathelf, Irene Seling

Resumo


Um breve histórico mostra o desenvolvimento geral da silvicultura alemã e menciona o desenvolvimento acessório da silvicultura seminatural (seminatural silviculture, naturally-oriented silviculture). As motivações, para a silvicultura seminatural são discutidas com referência a seus aspectos ecológicos e econômicos. Os elementos da silvicultura seminatural do estado de Baden-Württemberg são apresentados. O conceito em si não é uma estratégia de preservação, mas visa também à produção de madeira. Alguns aspectos de florestas jardinadas, como o bem-conhecido "Plenterwald", com sua longa tradição na Floresta Negra, são discutidos. Como ainda há muitos povoamentos puros no sudoeste da Alemanha, estratégias de conversão desses povoamentos em povoamentos mistos inequiâneos são mostrados, utilizando alguns exemplos. Critérios e indicadores de silvicultura seminatural, que são desenvolvidos por regiões ou sítios, podem ser utilizados para estabelecer um processo de certificação de madeira de florestas. A silvicultura seminatural é considerada como sistema adequado e racional para cumprir necessidades futuras das florestas num mundo que muda rapidamente.


Palavras-chave


silvicultura seminatural; floresta jardinada; estratégias de transformação.

Texto completo:

PDF

Referências


BRANDL, H. Zur Geschichte der Wirtschaftlichkeit in der Forstwirtschaft. Allgemeine Forstzeitschrift, v. 42, p. 1019-1023, 1987.

DAMSOHN, W. Zur Symptomatologie der gesunden und walderkrankten Tanne. Diss. Hohenheim, p. 351-491, 1995. Anexo.

FÄHSER, L. Das Konzept der Naturnahen Waldnutzung im Stadtforstamt Lübeck. Der Dauerwald, v. 12, p. 2-6, 1995.

GAYER, K. Der gemischte Wald. Berlin: Paul Parey, 1886.

HUSS, J. Mischwald zwischen Wunsch und Wirklichkeit. Forstwissenschaftliches Centralblatt, v. 106, p. 114-132, 1987.

KÖPSELL, R. Charakteristische Kennziffernstrukturen naturgemäß bewirtschafteter Forstbetriebe. Forstarchiv, v. 54, p. 83-89, 1983.

MANTEL, K. Wald und Forst in der Geschichte. Alfeld-Hannover: M. & H. Schaper, 1990.

MITSCHERLICH, G. Der Tannen-Fichten-(Buchen)-Plenterwald. Schriftenreihe der Badischen 1952. FVA, 8.

MINISTERIUM FÜR LÄNDLICHEN RAUM, ERNÄHRUNG, LANDWIRTSCHAFT UND FORSTEN. BADEN-WÜRTTEMBERG. Broschüre Naturnahe Waldwirtschaft, Stuttgart, 1992. 32 p.

NIPKOW, T. Ein synoptischer Verfahrensansatz zur naturschutzfachlichen Gebietsbewertung auf der Basis multivariater Analysemethoden. Schriftenreihe des Instituts für Landespflege der Universität Freiburg, v. 20, 1995.

OTT, W. Die Ertragslage der Forstwirtschaft. Entwicklungen - Perspektiven - Konsequenzen. Allgemeine Forstzeitschrift, v. 42, p. 399-403, 1987.

OTTO, H.-J. Waldbau in Europa - seine Schwächen und Vorzüge - in historischer Perspektive. Forst und Holz, v. 48, p. 235-237, 1993.

PARVIAINEN, J. Ist Waldnutzung ohne Kahlschlag möglich? AFZ, v. 49, p. 895, 1994.

SCHÜTZ, J.-Ph. Le régime du jardinage. Document autographique du cours de silviculture III. ETH- Zürich: Chaire de silviculture, 1989. 55 p.

SCHÜTZ, J.-Ph. Die waldbaulichen Formen und die Grenzen der Plenterung mit Laubbaumarten. Schweizerische Zeitschrift für das Forstwesen, v.143, p. 442-460, 1992.

SCHÜTZ, J.-Ph. Geschichtlicher Hergang und aktuelle Bedeutung der Plenterung in Europa. Allgemeine Forst- und Jagdzeitung, v. 165, p. 106-114, 1994.

SELING, I. Die Dauerwaldbewegung in den Jahren zwischen 1880 und 1930. Schriftenreihe des Instituts für Forstökonomie der Universität Freiburg, v. 8, 1997.

SKOVSGAARD, J.P. Challenges for the modelling of growth and yield in mixed stands with a naturally-oriented silviculture, based on experiments in pure even-aged stands and on evidence from non-intervention forest sites: The present situation in Denmark. DVFFA, Sekt. Ertragskunde, Bericht der Jahrestagung, Joachimstal, 1995.

SPIECKER, H. Das Wachstum der Tannen und Fichten auf Plenterwald- Versuchsflächen des Schwarzwaldes in der Zeit von 1950-1984. Allgemeine Forst- und Jagdzeitung, v. 157, p. 152-164, 1986.

SPIECKER, H.; MIELIKÄINEN, K; KÖHL, M. et al. (Eds.) Growth Trends in European Forests – Studies from 12 Countries Berlin: Springer-Verlag, 1996. 372 p. (European Forest Institute Research Report 5.)

STURM, K. Naturnahe Waldnutzung in Mitteleuropa. Gutachten im Auftrag von Greenpeace Deutschland, 1994. 48 p.

UNITED NATIONS CONVENTION ON BIOLOGICAL DIVERSITY. Rio de Janeiro, 1992. Article 2.

WEETMAN, G.F. Are European Silvicultural Systems and Precedents Useful for British Columbia Silviculture Prescriptions? Canada-British Columbia Partnership Agreement on Forest Resource Development: Victoria (B.C.), 1996. 31 p. FRDA Report 239.

WEIDENBACH, P.; KARIUS, K.; SCHMIDT, J. Waldbauliche Ziele und Forsteinrichtungsergebnisse im öffentlichen Wald in Baden-Württemberg. Schriftenreihe der Landesforstverwaltung Baden-Württemberg, v. 69, 1989.




DOI: https://doi.org/10.5902/19805098489

Licença Creative Commons